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Nome artístico
Sérgio da Costa e Silva
Nome verdadeiro
Sérgio Reis da Costa e Silva
Data de nascimento
27/3/1945
Local de nascimento
Rio de Janeiro, RJ
Dados biográficos

Advogado e Administrador de Empresas.
Bacharel em Direito formado em 1968.
Mestrado em Direito pela Faculdade Nacional de Direito em 1971.
Atuou como Vice Presidente Cultural do Clube Monte Líbano.
Em 1997 criou e dirigiu (até 2012) o projeto “Música no Museu”, série de música clássica do Brasil que também permeia a música popular.
Criou em 2005 o “Rio Harp Festival” colocando o Brasil no circuito mundial da harpa ao lado de importantes cidades de quatro continentes.
Entre 2006 e 2012 criou e dirigiu o “Concurso Jovens Músicos – Música no Museu”.
Fez parte do Conselho de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro e do Conselho de Cultura da Arquidiocese do Rio de Janeiro.
Ganhou o “Prêmio Golfinho de Ouro” concedido pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, “Ordem do Mérito Cultural”, através de decreto do Presidente Lula da Silva, “Medalha de Mérito”, do Museu Histórico Nacional, “Medalha de Mérito”, concedida pelo Real Gabinete Português de Leitura e o “Prêmio Cultura Viva”, pela UNESCO, Latin American Quality Awards, em Buenos Aires em 2011.
Atuou como Curador de exposições, destacando-se “Arte e Pensamento Ecológico”, de Gilda Basbaum com o título “Mestre Vitalino: 80 anos de Arte Popular”, realizada no Museu Nacional de Belas Artes em 1993.

Dados Atividade Específica

No ano de 1997 criou o projeto “Música no Museu”, série de música clássica apresentado em várias cidades de Norte a Sul do Brasil, entre as quais Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre, Tiradentes, São João Del Rei, Barbacena, Juiz de Fora, Ouro Preto, Niterói, Cabo Frio, Salvador, Aracaju. Laranjeiras e São Cristóvão (Sergipe), Maceió, João Pessoa, Recife, Olinda, Natal, Teresina, São Luís, Belém e Manaus. Fora do país, na versão “Música no Museu Internacional”, o projeto foi levado também para cidades do Marrocos, Estados Unidos, Índia, Espanha, França, Portugal, República Tcheca e Austrália. Destaque pela apresentação dos clássicos brasileiros, de Villa-Lobos a Tom Jobim em 2010 no Carnegie Hall, em Nova Iorque.
Dentre os mais de 2.000 artistas que se apresentaram no projeto constam a Orquestra Sinfônica Brasileira, Nelson Freire, Artur Moreira Lima, Arnaldo Cohen ,Paulo Moura, Clara Sverner, Antônio Menezes, Orquestra Rio Camerata, Orquestra de Senhoritas, Camerata de Violões, o violonista espanhol Pablo Arrieta, Orquestra Brasileira de Harpas, Miguel Proença, , Banda Sinfônica e Coro da UFF, Yamandú Costa, Léo Gandelman, Mauro Senise, Gilson Peranzetta, Maria Teresa Madeira, Orquestra Sinfônica Brasileira, Banda Sinfônica do Corpo de Fuzileiros Navais, Catherine Michel, Michel Legrand e cantora Patrícia Asch, além dos mais importantes harpistas brasileiros e do exterior.
Na música popular destacam-se as apresentações dos Clássicos do Carnaval (Lamartine Babo, Braguinha, Noel Rosa, Ataulfo Alves, Paulinho da Viola, além das músicas das escolas de samba) na voz de músicos de formação clássica (tenores, sopranos, barítonos) no contraponto dos clássicos no carnaval. Enfase na evolução histórica brasileira com apresentação de Congadas e espaços dedicados a Coros e Corais apresentando sucessos de Tom e Vinicius, Chico Buarque, Baden Powell, Ivan Lins, Cazuza,entre muitos outros. Também o Cordão do Boitatá e a Orquestra de Pandeiros apresentaram-se no projeto com um programa de MPB.