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Nome artístico
Orlando Oliveira
Nome verdadeiro
Orlando Manuel de Oliveira
Data de nascimento
27/6/1960
Local de nascimento
Rio de Janeiro, RJ
Dados biográficos

Escritor. Pesquisador musical. Jornalista.

Formado em jornalismo pela Facha (Faculdades Integradas Hélio Alonso)

Exerceu o cargo de Servidor no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

No ano de 1985 lançou o romance “A greve das Máquinas”, pelo Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, de 1985, com os contos “Greve barata”, “O dia da liberdade”, “A luta continua” e “Linguagem dos morros” ganhou “Menção Honrosa” no concurso literário de contos “América Latina: Luta e esperança. Pela paz, pela vida e pela autodeterminação dos povos”, promovido pela revista “Diálogo Social”, da República do Panamá.

Entre os anos de 2001 e 2004 colaborou com o jornal “Opinião Sindical”, do Sindicato dos Trabalhadores do Judiciário do Rio de Janeiro (SINDJUSTIÇA/RJ). Ainda em 2004, lançou o livro “Linguagem dos morros e outros contos”, com capa do chargista Carlos Latuff.

Dados Atividade Específica

Como pesquisador e escritor, a partir do ano de 2009, passou a colaborar com o jornal cultural “Transversus”, para o qual produziu textos sobre personalidades da cultura brasileira, tais como Antônio Callado, Paulo da Portela, Clementina de Jesus, Aldir Blanc, Aluísio Machado, Paulo César Pinheiro, Geraldo Vandré, Orlando Silva, Vassourinha, Villa-Lobos, Lúcio Rangel, Sérgio Porto, Pixinguinha, Lupicínio Rodrigues, Monsueto, Heitor dos Prazeres, Cacilda Becker, Cecília Meireles, Clarice Lispector, Orestes Barbosa, Otto Maria Carpeaux, Lamartine Babo, Ernesto Nazareth, Delegado, Carolina de Jesus, Dino 7 Cordas, Jacob do Bandolim, Benedito Lacerda, Roberto Silva, Severino Araújo, Anísio Teixeira, Edmundo Moniz, Florestan Fernandes, Zé Keti, Haroldo Lobo, Nássara, Zé da Zilda e Zilda do Zé, Nélson Cavaquinho, Ovídio Brito, Élton Medeiros, Elizeth Cardoso, Deni de Lima, Dona Fia do Salgueiro, Nenê da Vila Matilde, João Saldanha, Adoniram Barbosa, Aniceto do Império, Noel Rosa, Walter Alfaiate e Plínio Marcos, além do cantor Geraldo Pereira, texto também usado como crítica no verbete do compositor para o “Dicionário Cravo Albin da MPB”. Para o mesmo jornal fez entrevistas com personalidades emblemáticas da música popular como o escritor e crítico musical José Ramos Tinhorão e o radialista e produtor Adelzon Alves.

No ano de 2011, no jornal “Brasil de Fato”, assinou critica musical sobre o músico e compositor Renatinho Partideiro.

Entre os anos de 2018 e 2019 passou a colaborar com artigos sobre a MPB na revista eletrônica “Sarau Subúrbio”, editada pelo poeta-letrista Marco Trindade e o músico e compositor Marcelo Bizar.