Jornalista. Escritor. Pesquisador de MPB. Técnico de Som.
Filho do jornalista, cantor e compositor Luiz Carlos Sá.
Em 2001 graduou-se em Comunicação Social pelo Centro Universitário da Cidade, com especialização em Comunicação e Imagem pela PUC-RJ. Neste mesmo ano, de 2001, participou do Workshop “Usabilidade de interfaces”, na mesma universidade.
Nos anos de 2015 e 2016 cursou “Especialização em Comunicação e Imagem”, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), tendo concluído apresentando o trabalho “Desenvolvimentismo x neoliberalismo: a representação do debate econômico brasileiro no horário político eleitoral gratuito no segundo turno das eleições presidenciais de 2014”, tendo como Orientador o professor Arthur Cézar de Araújo Ituassu Filho.
No ano de 2023 deu início ao Mestrado em Artes pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), sob o título “Produção de presença e entretenimento: som e iluminação cênica em performances ao vivo”, tendo como Orientador o doutor Mauro Trindade Nogueira da Silva.
Na década de 1990 trabalhou como Técnico de Som (Masterização) na Companhia de Áudio-SP, de propriedade de Ricardo Carvalheira (Franja) e Carlos Freitas, masterizando, entre outros, discos como “Tributo a Pixinguinha”, de Bocato; e “Aldeia”, da Banda Mantiqueira.
Como jornalista especializou-se em Produção Musical.
No ano de 2008 trabalhou no jornal do Sindicato dos Músicos Profissionais do Rio de Janeiro, e no ano seguinte, em 2009, passou a integrar a equipe de produção de programas musicais da TV Brasil, entre os quais “Cena Musical” e “Bossa Sempre Nova”, de Arthur da Távola.
Em 2013 foi coautor, junto ao biografado, do volume “Robertinho Silva em: Se a Minha Bateria Falasse”, lançada pela Editora H. Sheldon – Serviço de Marketing Ltda.
A partir do ano de 2018 passou a atuar como Coordenador de Conteúdo do site da Revista Backstage, além de redator/colaborador da publicação impressa e digital.
Em 2022 começou a integrar a equipe de redatores e pesquisadores do “Dicionário Cravo Albin da MPB on line”, do Instituto Cultural Cravo Albin (ICCA).
No ano de 2025 foi publicado, pela Editora Garota FM Books, o volume “1985 – O Ano Que Repaginou A Música Brasileira”, organizado pelo músico Célio Albuquerque, com vários autores, entre músicos, jornalistas e pesquisadores musicais, analisando diversos LPs lançados nesta data. Fazendo parte dos autores do volume produziu o texto intitulado “Roupa Nova”, sobre o vinil homônimo lançado pela banda no ano em questão. No ano posterior, em 2026, em parceria com o músico e compositor Marcos Ariel, publicou a biografia intitulada “O Piano Brasileiro de Marcos Ariel”, pela “Coleção Música Brasileira Vol. 1”, da Editora Jaguatirica em parceira com a Escola Música e Negócios, por meio de seu diretor Leo Feijó, O livro foi lançando no Deseo Beach Club, no bairro do Leme, Zona Sul do Rio de Janeiro, em noite de autógrafos dos autores, além de um pocket show com Marcos Ariel, no qual recebeu como convidados os bateristas Élcio Cáfaro, Wilson Meireles e Roberto Marques Alemão.
BIBLIOGRAFIA CRÍTICA:
ALBUQUERQUE, Célio. 1985 – O Ano Que Repaginou A Música Brasileira. Org. Célio Albuquerque (vários). Rio de Janeiro: editora Garota FM Books, 2025.
SÁ, Miguel, et SILVA, Robertinho. Robertinho Silva em: Se a Minha Bateria Falasse. Rio de Janeiro: Editora H. Sheldon – Serviço de Marketing Ltda, 2013
SANTOS, Givaldo José dos. Reppolho: por Givaldo José dos Santos. Rio de Janeiro: GJS Editora, 2025.
SÁ, Miguel, et ARIEL, Marcos. O Piano Brasileiro de Marcos Ariel. Coleção Música Brasileira Vol. 1.Rio de Janeiro: Editora Jaguatirica, 2026.
