Escritor. Professor. Historiador. Cronista.
Neto de mãe de santo, foi sagrado babalaô no culto de Ifá. Foi criado no bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro.
Professor de História do Ensino Médio. Formou-se Mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Em 2023 foi homenageado pela escola de samba Acadêmicos da Abolição, com o enredo “Bato tambor, logo existo. Luiz Antônio Simas – a essência e resistência da rua”. Na ocasião, a escola integrava a série prata da Superliga, que desfilava na Estrada Intendente Guimarães, na zona norte do Rio de Janeiro.
No ano de 2025 foi publicado, pela Editora Garota FM Books, o volume “1985 – O Ano Que Repaginou A Música Brasileira”, organizado pelo músico Célio Albuquerque, com vários autores, entre músicos, jornalistas e pesquisadores musicais, analisando diversos LPs lançados nesta data. Fazendo parte dos autores do volume o professor de história, escritor e compositor produziu o texto intitulado “Bezerra da Silva: Malandro Rife”, sobre o vinil homônimo do cantor lançado no ano em questão.
Trabalhou como consultor de acervo da área de Música de Carnaval no Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro (MIS).
Foi jurado do prêmio “Estandarte de Ouro” do carnaval carioca.
Foi colunista do jornal O Dia.
Desenvolveu o projeto “Ágoras Cariocas”, em que ministrou aulas ao ar livre sobre a história do Rio de Janeiro.
Como escritor, publicou os livros “O vidente míope” (Editora Folha Seca, 2007), com o ilustrador Cassio Loredano; “Samba de Enredo: História e Arte” (Editora Civilização Brasileira, 2010), com o escritor Alberto Mussa; “Portela – Tantas páginas belas” (Editora Verso Brasil, 2012); “Pedrinhas miudinhas: Ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros” (Editora Mórula, 2013); “Pra tudo começar na Quinta-feira” (Editora Mórula, 2015), com Fábio Fabato.
Em 2014 foi vencedor do “Prêmio Edison Carneiro” na categoria “Melhor Livro de Não Ficção” pelo livro “As tititas da folia – O brilho maduro de escolas de samba de alta idade” (Editora Nova Terra, 2014), que escreveu em parceria com Fábio Fabato, Vinícius Natal, Julio Cesar Farias e Marcelo Camões. Ainda em 2014 foi homenageado com a “Comenda Pedro Ernesto”, por serviços prestados à cultura do Rio de Janeiro.
Em 2015 publicou, em parceria com Nei Lopes, o “Dicionário da História Social do Samba” (Editora José Olympio), com o qual receberam o “Prêmio Jabuti de Teoria/Crítica Literária, Dicionários e Gramáticas”.
Foi colunista do quadro “Cultura Popular Carioca”, apresentado às sextas-feiras pela rádio CBN.
No ano de 2017 lançou na Feira Literária de Paraty (RJ), a FLIP, os livros “Ode a Mauro Shampoo e outras histórias da várzea” (Editora Mórula) e “Coisas nossas” (Editora José Olympio). A partir desse mesmo ano inaugurou sua coluna semanal no Segundo Caderno do jornal O Globo.
Em 2018 publicou, pela Editora Mórula, o conjunto de ensaios “Fogo no Mato: a ciência encantada das macumbas”, escrito em parceria com o pedagogo Luiz Rufino.
Em 2024 foi vencedor do “Prêmio da Música Brasileira” na categoria “Melhor Canção de MPB”, com a música “Povo de fé”, em parceria com Marcelo D2.
Ao lado de Anitta, Estevão Ciavatta, Miguel PG, Fred Camacho, Feijão, Gustavo Clarão e Diego Nicolau, compôs o samba enredo “Logun-edé – Santo menino que velho respeita”, com o qual a G. R. E. S. Unidos da Tijuca desfilou no carnaval carioca em 2025.
Compôs o samba enredo “Lonã ifá lukumi” (com Claudio Russo e Gustavo Clarão), com o qual a G.R.E.S. Paraíso do Tuiuti desfilou o carnaval de 2026.
Entre os intérpretes de suas composições constam Criolo, Fabiana Cozza, Maria Rita, Rita Benneditto e Marcelo D2.
