
Adolfinho
Chitãozinho (2)
Cantores. Dupla sertaneja. Compositores.
Começaram gravando pela Columbia, pela qual lançaram em 1956 o rasqueado “Vois” não tem razão”, e o cateretê “O mal se paga com o bem”, ambos de autoria da dupla. Em 1957 gravaram o rasqueado “Falsidade”, e o cateretê “Cavalo roxo”, de autoria deles mesmos.
Em 1958 foram para a Copacabana, onde gravaram no mesmo ano, a polca “Cenário da vida”, de Adolfinho e o cururu “Caminho da ilusão”, da dupla. Em 1959, lançaram pela RGE, o corrido “Choro do bebê”, de Adolfinho e o valseado “Apague meu nome”, de Chitãozinho. A dupla dissolveu-se no fim dos anos 1950, e cada componente seguiu sua carreira.
Em 1960, Adolfinho cantou com Miltinho, com o qual gravou disco pela RGE, interpretando, de Adolfinho, a rancheira “Onde estás”, e de Adolfinho e Miltinho, a polca “Coração”. Em seguida, Adolfinho apresentou-se com Tiãosito, com o qual gravou um disco pela Califórnia, cantando, de autoria da dupla, a canção rancheira “Estrada da vida”, e de Adolfinho e Moreno, o cateretê “Sei que morro sem te amar”, de Adolfinho e Moreno. O componente Chitãozinho nada tem a ver com o Chitãozinho da prestigiada dupla Chitãozinho e Xororó .
AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.