
Instrumentista (Baterista). Atuou em diferentes e orquestras e conjuntos no Rio de Janeiro nas décadas de 1940 e 1950.
Destacando-se como integrante de diferentes orquestras e conjuntos, iniciou a carreira artística na década de 1940. Em 1946, integrou, juntamente com os instrumentistas Centopeia, Cipó, Camardela e Nestor, o Quinteto Continental, que acompanhou o cantor Haroldo Eiras na gravação dos fox-trots “Dear”, de Luiz Bonfá e Haroldo Eiras, e “Do you care?”, de Lew Quadling e Jack Elliot. Em 1951, juntamente com Luiz Bonfá no violão, Chiquinho no acordeom, e Vidal no baixo, acompanhou Dick Farney na gravação do samba-toada “Canção do vaqueiro”, de Luiz Bonfá, e com Radamés Gnattali no piano, Garoto no violão e Vidal no baixo, participou da gravação do histórico samba “Nick Bar”, de José Vasconcelos e Garoto, na voz de Dick Farney. Em 1954, juntamente com o baixista Vidal, acompanhou na Sinter o pianista Jacques Klein na gravação dos sambas-canção “Tão só” e “João Valentão”, de Dorival Caymmi. Em 1956, participou da orquestra dirigida por Vadico na gravação das músicas “Escurinha”, e “Falsa baiana”, de Geraldo Pereira, “Risoleta”, de Raul Marques e Moacyr Bernardino, “Faran-fan-fan”, de O. Silva e Athanásio Lima, “Conversa de botequim”, de Vadico e Noel Rosa, “Minha palhoça”, de J. Cascata, “Jogo proibido”, de Tancredo Silva e David Silva, e “Se acaso você chegasse”, de Lupicinio Rodrigues e Felisberto Martins, no LP “Na batida do samba”, lançado pela Continental pelo cantor Risadinha. Atuou também na Rádio Nacional. Em 1957, tocou bateria no LP “Um encontro com o piano de Lucien Studart”, lançado pelo pianista José Luciano pela gravadora Sinter com a interpretação de vários sucessos internacionais.
acompanhamento do cantor Risadinha com a orquestra de Vadico
(Gravação de Dick Farney)
(Com Quinteto Continental)