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Nome Artístico
Rafael Puglielli
Nome verdadeiro
Rafael Puglielli
Data de nascimento
21/1/1917
Local de nascimento
São Paulo, SP
Data de morte
circa 1990
Local de morte
São Paulo, SP
Dados biográficos

 

Maestro. Pianista. Compositor. Professor de piano. Filho de um professor de piano. Desde muito cedo gostou de música e estudou piano. Nunca teve outra profissão que não fosse a música.

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Dados artísticos

 

Iniciou a carreira artística em 1943, como pianista da Rádio Cosmos. Três anos depois se transferiu para as Emissoras Associadas de São Paulo, que eram as Rádios Tupi e Difusora de São Paulo. Em 1950, foi pianista oficial na inauguração da primeira televisão brasileira, a TV Tupi, de São Paulo. Na TV Tupi foi regente da orquestra do programa “Antárctica no Mundo Dos Sons”. Foi pianista e maestro oficial da Orquestra Municipal de São Paulo.

Em 1955, acompanhou com sua orquestra o Duo Guarujá na valsa “Sabiá”, de José Gama de Souza.

Foi maestro da cantora Maysa para quem fez inúmeros arranjos e para quem produziu o LP “Maysa”, em 1957, um dos mais importantes da cantora. Ainda em 1957, acompanhou o Duo Guarujá em LP lançado pela Continental com as músicas “História De Um Amor (Historia De Um Amor)”, de Carlos Almarán, versão de  Edson Borges, “A Que Se Foi (La Que Se Fué)”, de José Alfredo Giménez, versão de Juraci Rago, “Ciúmes”, de Jaime Janeiro, “       Falam De Mim (jusgan Mi Vida)”, de Angel Gutierrez Méndez, versão de Serafim Costa Almeida, “Que Murmurem (Que Murmuren)”, de Rubén Fuentes e Rafael Cardenas, versão de Gióia Júnior, “Eu (Yo)”, de José Alfredo Jiménez e Juraci Rago, “Não Quero Que Ela Saiba”, de Gino Cortopassi, e “Punhalada (puñalada Trapera)”, de Tomás Mendez e Juraci Rago. Contratado pela gravadora Continental em 1954, nela dirigiu uma orquestra que acompanhou diferentes cantores e cantoras em inúmeras gravações. Ainda em 1957, acompanhou com sua orquestra a cantora Doris Monteiro nos sambas canção “Graças a Deus” e “Melancolia”, ambos de Fernando César, Oscar Ferreira no bolero “São teus olhos verde-ma”, deGonzalo Curiel e Juraci Rago, e na valsa “Feliz aniversário”, de Antôno Bruno, Lueli Figueiró, no tango “Yasmin de Santa Mônica”, de Haletz, Werner, Hubert e Carlos Américo, e no bolero “Quero-te assim”, deMiguel Prado, Sancristobal e Carlos Américo, Nora Ney, no samba “Saudade da Bahia”, de Dorival Caymmi, e na valsa “Chove na fora”, de Tito Madi, Jorge Goulart na fantasia cigana “Zingareska”, de Georges Moran e Maugéri Neto, e no samba Descendo o morro”, de Billy Blanco e Antônio Carlos Jobim, e Tito Madi, no samba canção “Se todos fossem iguais a você”, de Tom Jobim e Vinícius de Moraes, e na valsa “Quero-te assim”, de Tito Madi, entre outros acompanhamentos. Em 1958, acompanhou com sua orquestra o grupo Vagalumes do Luar  no “Frevo de São João”, de Mário Vieira e Maurício de Oliveira, e na marcha “Dois balões”, de Luiz Roberto Lisboa e Serafim Costa Ameida, Helena de Limanos sambas canção “Prece”, de Vadico e Marino Pinto, e “Nunca é tade”, de João Pinto, e Tito Madi no bolero “Fracassos de amor”, de Milton Silva e Tito Madi, e na valsa “Olha-me, diga-me”, de Tito Madi. No mesmo ano acompanhou com sua orquestra, pela Todamérica, a dupla sertaneja Cascatinha e Inhana na gravação da guarânia “Exilado”, de Prof. D. Carvalho, na valsa “Longe dos olhos”, de Armando Neves e Elpídio dos Santos, no maxixe “Triste caboclo”, de Paraguassu, e na canção “Guacira”, de Hekel Tavares e Joracy Camargo.

Em 1959, seu choro “Que bo que é!” foi gravado ao acordeom por Nelson Graviolati em disco Continental. No mesmo ano, acompanhou com sua orquestra o cantor Roberto Amaral no fox “Gigi”, de Lerner, Loewe e Alberto Ribeiro, e no samba canção “Madrugada em Copacabana”, de Nazareno de Brito e Pedro Dellobor, e Esterzinha de Souza no rock balada “Noite e dia”, de Cole Porter e Alberto Ribeiro, e no samba “Dente de ouro”, de Hervê Cordovil e Osvaldo Moles.

Em 1961, acompanhou com sua orquestra a dupla sertaneja Cascatinha e Inhana na gravação da canção rancheira “Triste destino”, de T. Mendez e Serafim Costa Almeida, e na toada brejeira “Ingratidão”, de Bolinha e Zé do Rancho. Entre 1957 e 1961, acompanhou 59 gravações de diferentes artistas pela gravadora Continental e em quatro pela Todamérica. Também atuou como arranjador tendo feito arranjos para Almir Ribeiro, e Lueli Figueiró, entre outros. Dentre seus arranjos mais famosos estão os criados para o samba canção “Ave Maria no Morro”, para Herivelto Martins, o samba canção “Se Todos Fossem Iguais a Você”, para Tom Jobim, do samba “Por Causa de Você” para Tom Jobim e Dolores Duran, do samba canção “Mundo Novo”, para Maysa, e para o samba canção “Bom Dia, Tristeza”, para Adoniran Barbosa e Vinicius de Moraes, e para a gravação de Nora Ney.

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