
Compositor. Instrumentista. Produtor.
Em 1999 mudou-se para Minas Gerais para fazer faculdade de Administração de Cooperativas na Universidade Federal de Viçosa (UFV). Ganhou o apelido de Rabujah nessa época de faculdade, por sua fama de acordar mau-humorado.
Quando terminou a faculdade foi morar no Amazonas para trabalhar com manejo comunitário e movimento associativista na capital e no interior do estado.
No ano de 2006 voltou para a morar no Espírito Santo, mas na capital Vitória, onde iniciou a faculdade de Música pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES).
Em 2012 mudou-se com sua esposa para o Rio de Janeiro.
Em 2001 criou o projeto Tabaracana, banda de “sambarock”, formada por seus amigos de faculdade, que tocavam nas festas em repúblicas. Após sua mudança para Vitória (ES) em 2006, o projeto foi retomado por um viés mais profissional, com a adesão do baterista Thiago Vieira e o baixista Andrey Junca, chegou a dividir o palco com artistas como Pedro Luís, BNegão, Skank, entre outros. A nova formação da banda Tabaracana gravou o CD “Virei no Samba” (2011), lançado apenas na Europa, durante a turnê que a banda fez por lá. O disco não teve edição brasileira.
Em 2011 lançou seu primeiro CD solo “O que meu samba tem”, com onze faixas autorais, destacando-se as parcerias “Deixa cair” (c/ Flávio Marão) e “Sou ninguém” (c/ Marcos Moraes, Nathalia Lorenzutti e Vanessa Polese).
Em 2013 lançou o EP “Quarto e Sala”, com as faixas “Exatamente isso”, “A moça do café”, “Brinquedo de papel michê” e “Quarto, sala e um cachorrinho”. Passou a integrar o trio Trova à Troá, ao lado de Gustavo Macacko e Brunno Monteiro. Ainda em 2013 estreou como diretor musical e arranjador do show “Cabine 103”, em homenagem ao compositor Sérgio Sampaio, apresentado por Gustavo Macacko e Julia Bosco.
Ao lado dos músicos cariocas Guido Sabença e Gabriel Menezes, integrou a banda Jaujau.