
Violinista.
Começou seus estudos com o professor Luís Dutra pelo método Carcassi, aos 16 anos. Em 1898, morando em São Paulo, conheceu o português Alberto Baltar com quem passou o método de Aguado.
Em 1917, o violinista paraguaio Agustin Barros esteve em São Paulo, tornou-se seu amigo e o convidou para uma temporada em sua fazenda de Piracicaba. Permaneceram 8 meses tocando juntos. Por sua causa Barrios ficou muito tempo no Brasil e tocaram muitas vezes em dueto.
Integrou o Clube Violonístico Brasileiro, hoje extinto. Seu filho, Edgard de Melo, também foi grande intérprete. Também integrou com João Avelino de Camargo e Teotônio Correia o Grupo de Violões. Gravaram alguns discos na Brunswick em 1930: “Iole”, gavota, e “Joãozinho”, choro, ambos de João Avelino de Camargo; e “Cadê o cruzeiro?”, choro de Teotônio Correia e “Negrinha de filó”, choro, de Avelino de Camargo.