Cantor. Compositor.
Integrou as bandas Marsa e Forró na Caixa. Foi rabequista na banda Sagarana.
Em 2019 lançou seu primeiro CD solo e autoral, intitulado “Martins”. O álbum, produzido por Juliano Holanda, contou com onze faixas, dentre as quais “Me dê”, “Queria ter pra te dar”, “A gente se aproveita”, “Estranha toada”, “Nossa dança”, entre outras.
No ano de 2022 apresentou-se ao lado do também cantor e compositor pernambucano Almério, no Teatro do Parque no Recife (PE), cujo registro ao vivo foi lançado pelo selo Deck com 19 faixas, dentre as quais a inédita “Desaperreio”, parceria da dupla com Juliano Holanda, diretor musical do show. O espetáculo também foi apresentado na Casa Natura Musical em São Paulo, e no teatro João Caetano no Rio de Janeiro.
Em 2023 lançou o álbum “Interessante e obsceno”, produzido por Rafael Ramos, com 12 faixas, em que prevalecem as músicas autorais como “Arrepia”, “Deixe” e “Não duvido”, todas em parceria com Juliano Holanda. O álbum também contou com a regravação de “Eu e você sempre” (Jorge Aragão e Flávio Cardoso). Nesse mesmo ano apresentou-se novamente ao lado de Almério, no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro, dando sequência às apresentações que tiveram início em 2020 no festival “Janeiro de Grandes Espetáculos”, no Recife (PE).
Em 2025 estreou, ao lado da cantora e compositora baiana, o show “Deu match”, apresentado no Teatro Nelson Rodrigues – Caixa Cultural, no Rio de Janeiro; com direção artística de André Brasileiro e repertório de músicas como “Sabor colorido” (Geraldo Azevedo), “Petrolina – Juazeiro” (Jorge de Altinho e Francisco Agra), e também as inéditas e autorais “Atlas” e “Flanando”.
Em 2026 lançou o álbum “Ao Vivo na Casa Estação da Luz”, gravado em Olinda (PE), com onze faixas originárias de show “Versões”, em que interpretou músicas de outros compositores, dentre as quais “A lua que eu te dei” (Herbert Vianna e Paulo Sérgio Valle), “Fullgás” (Marina Lima e Antonio Cicero), e “Mal acostumada” (Meg Evans e Ray Araújo).
(com Almério)
