
Cantor. Compositor. Professor de História. Oficial de Justiça. Psicanalista.
Foi criado no bairro de Pilares, no Rio de Janeiro.
O apelido “China” foi dado por Arlindo Cruz, na década de 1980, porque fechava os olhos quando ria.
Sua primeira composição a ser gravada foi “Grande erro” (c/ Arlindo Cruz e Adilson Victor), no disco “Na Fonte” de Beth Carvalho, em 1982.
No ano de 1987, Reinaldo interpretou de sua autoria “Aquela imagem”, em parceria com Rico Doriléu. A música deu título ao disco do cantor, lançado pela gravadora Continental. Dois anos depois, Zeca Pagodinho no LP “Boêmio feliz”, pela gravadora RCA, incluiu de sua autoria “Tem compaixão”, em parceria com Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz.
Em setembro de 2002 ao lado de vários artistas, entre eles, Almir Guinéto, Arlindo Cruz, Serginho Meriti, Deni de Lima, Ivan Milanez, Bandeira Brasil, Ircea Pagodinho e Maurição, fez o show-homenagem “Bum-bum-baticum-Beto”, tributo ao compositor Beto Sem Braço no Bar Supimpa, na Lapa, Rio de Janeiro.
Em 2005, com Tantinho da Magueira, Silvino da Silva, Marli Teixeira e Xangô da Mangueira, apresentou o show “Partideiros e calangueiros”, dentro do projeto “Na Ponta do Verso”, do Centro Cultural Banco do Brasil.
Em 2010 participou da gravação do CD “Roda de samba de partido alto”, ao lado de Thiago Mocotó, Serginho Procópio e Renatinho Partideiro. O disco, produzido por Tuninho Galante, foi gravado ao vivo como registro para a filmagem de um documentário de Luiz Guimarães de Castro sobre o gênero partido alto. O lançamento do CD ocorreu no projeto “Sete em Ponto”, realizado no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro.