
Flautista. Trabalhou como condutor de bondes da Companhia de São Cristóvão. Segundo o cronista Alexandre Gonçalves Pinto, faleceu em consequnência de uma pedrada que levou durante a revolta popular ocorrida no Rio de Janeiro em 1880 e que ficou conhecida como “Revolta do vintém”, ocasião em aconteceram vários distúrbios de rua em decorrência da insatisfação popular com o aumento do valor das passagens de bonde.
Foi um dos inúmeros músicos populares que se dedicou ao que viria a se chamar posteriormente de choro. Morador da Tijuca, lá se destacou em diferentes festas nas quais se apresentava tocando flauta.