
Instrumentista. Compositor. Líder de conjunto.
Atuou como instrumentista nas décadas de 1950 e 1960. Entre 1959 e 1962 dirigiu um conjunto instrumental com o qual lançou 3 LPs. Em 1959, teve o choro “Ladico no choro”, com Hélio Quaresma, e o samba “Chiquito”, com Arnaldo Jr., gravados no LP “Posto 1 ao posto 6 – Ladico e Seu Conjunto” da gravadora ançou pela Todamérica. Em 1960, teve gravados pela Todamérica o samba “Marcando passo”, com Sidônio Fernandes e José de Oliveira, e o samba-rock “Conversa de jacaré”, com José de Oliveira. Em 1962, gravou com seu conjunto pelo selo Musicolor/Continental o LP “Baile é bom assim… – Ladico e Seu Conjunto” do qual fez parte seus sambas “Teofilando”, com Paixão, e “Meditei dois minutos”, com J. Oliveira. No mesmo ano, pela gravadora Beverly, gravou com seu conjunto o LP “Eterno poema – Alberto Miranda e Conjunto / Ladico e Seu Conjunto”, com as músicas “Rock do Solfejo”, de Ladico e J. Oliveira, “Amor Particular”, “Samba Original”, “Inesquecível amor”, “Não Devo Amar”, “Não Chores Pequena” e “Fim de Amor”, DE A. Amaral, “O Mérito do Perdão”, de Álvaro de Aquino, “A Ti Pertence Esta Melodia”, “Prefiro a Saudade” e “Dance Comigo Querida”, de Osvaldo Rosa, e “Eterno Poema”, de Gadé e A. Amaral. Em seguida o conjunto acabou por se dissolver e ele seguiu carreira solo. Em 1963, gravou pela Hot/Rioson o LP “Ladico” no qual interpretou os sambas “Que pena”, de Jorge Benjor; “Em tempo quente”, de Mário Silva; “Estou morrendo”, de Édson Ribeiro da Costa; “Não fico mais sem teu carinho”, de Roberto Correia e Sylvio Son; “Vivo sozinho”, com J. Oliveira; “Samba sem mandinga”, de Antônio Carlos e Hélcio Silva; “Não há luar nem céu bonito”, de Elizabeth; “Cant take my eyes of you”, de B. Crewe e B. Gandis; “Laika”, com Isaias; “Tijuana taxi”, de B. Colleman; “Zanga zanga”, com Mário Silva, e “Comment te dire adieu”, de J. Gold, A. Goland e S. Geinsdourg. Em 1970, gravou pela gravadora Rivera o LP “Lad-som-9” que incluiu os sambas “Tip tip tip”, de Luis Moreno e Onae; “Vida”, com Silva; “Estou na minha bicho”, com Célio Marcus; “Bruganzê”, com Bergamine e Silva; “Isso é amor”, de Célio Marcus, Hélio Silva e Boaz; o clássico “Meu pequeno Cachoeiro”, dde Raul Sampaio; “Castelinho”, de Boaz, Onae e G. Gomes; “Dadinho”, com Silva e Boaz; “Vem cantar”, de Célio Marcus, Silva e P. Gonzaga; “Solidão”, de Isaias Rodrigues, Boaz e R. Figueiredo; “Não vem que não tem”, de Luis Araújo e Marina Pumar, e “Pigmaleão 70”, de Marcos Valle e Paulo Sergio Valle. Juntamente com nomes como Orlandivo e Helton Menezes foi um dos responsáveis pela criação do sambalanço na década de 1960.