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Nome Artístico
Elodie Bouny
Nome verdadeiro
Elodie Bouny
Data de nascimento
20/12/1982
Local de nascimento
Caracas, Venezuela
Dados biográficos

Violonista. Compositora. Produtora. Orquestradora. Professora.

 

De mãe boliviana e de pai francês, cresceu em Paris.

 

A formação como musicista foi na capital francesa com estudos em música clássica, violão erudito, no Conservatório de Boulogne-Billancourt. Se formou  no ano  2000.

 

Foi casada com o violonista Yamandu Costa entre 2007 e 2023. Os dois tiveram dois filhos.

 

Em 2020 foi morar em Lisboa.

 

Dados artísticos

antiga, e músicas improvisadas.

 

Em 2005 ganhou o  Diploma de Estudos Musicais e foi para a Argentona onde cursou o Conservatório Nacional de Folclore de Buenos Aires, dirigido pelo violonista Juan Falú.

 

Entre  2008 e 2020 morou no Rio de Janeiro desenvolvendo a carreira profissional na cidade e no Brasil.

 

 

 

 

Em 2012, concluiu mestradoe em Educação Musical pela Escola de Musica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Em 2013 publicou  a dissertação de mestrado nas Novas Edições Acadêmicas com o título “Violonista de formação erudita e violonista de formação popular: Investigando as diferenças na formação musical”.

 

Entre 2015 e 2017, foi professora substitutae na Escola de Musica da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

 

Em 2019 concluiu doutorado em Processos Criativos também pela UFRJ. No mesmo ano, escreveu, para  a Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo, uma peça para soprano e orquestra (Meia Lágrima) estreada pela soprano Marly Montano sob a regência de Roberto Minczuk.  A sua peça para quarteto de violões Déja Vu foi selecionada para a XXIII Bienal de Musica Brasileira Contemporânea e teve estreia brasileira em novembro de 2019 na Sala Cecilia Meireles. Também foi professora substituta de violão no Instituto de Artes e Design na Universidade Federal de Juiz de Fora.

 

Prosseguindo na carreira acadêmica, fez parte de bancas de concursos importantes como o Concurso Violão Sem Fronteiras, do Festival Assad; Concurso BDMG Instrumental; Concurso de Canto da Alliance Française, Certamen Miguel Llobet (Espanha) e do Concurso Novas, que organizava desde 2012.

 

Em 2020 compôs para a FUNARTE/UFRJ  uma suíte para orquestra de cordas: “Infância Brasileira”, para  o Projeto SINOS. No mesmo ano, começou a fazer  parte da direção artística e foi  professora convidada na plataforma de e-learning Guitar by Masters.

 

Em 2022 estreou a ópera “Homens de papel” encomendada pelo Theatro Municipal de São Paulo, com libreto de Hugo Possolo em cima da peça homónima de Plinio Marcos. A peça teve a regência de Roberto Minczuk e a participação do Coro Lírico e Orquestra do Theatro Municipal de São Paulo. No mesmo ano estreou também a peça para orquestra “Eclipse”, encomendada pela Orquestra Sinfônica de Santo André. Ainda no mesmo ano o duo Siqueira-Lima gravou a peça “Cara e coroa”, feita para eles e lançada no mais recente álbum do duo (Violonístico). Ainda em 2022, a Guitar Foundation of America encomendou uma pela para três violões (Three Wishes) publicada na editora canadense Les Productions d’Oz. Outra estreia em 2022 foi a peça para clarone solo “Touro”, executada pelo solista Thiago Tavares na Cidade das Artes do Rio de Janeiro. No mesmo ano, z arranjos para  canções de Mario Lucio de Sousa que foram estreadas pelo Coro e Orquestra Gulbenkian e registradas pela RTP, no auditório da Fundação Gulbenkian (Lisboa). Também lançou o álbum de canções “Caravana do Amanhã” em parceria com Iara Ferreira. A turnê de lançamento passou São Paulo, Rio de Janeiro, Asuncion (Pataguay), Hohenau (Paraguay), Buenos Aires, Tunja (Colombia), e Medellín.

 

Em 2023 apresentou a peça “Um abraço pro Waldir”, encomenda feita pela Oficina De Música de Curitiba para a sua 40ª edição, Esta obra foi feita para cinco cavaquinhos solistas, orquestra de cordas e regional brasileiro. Ainda em 2023 foi lançado o álbum solo Luares. No mesmo ano, na plataforma de e-learning Guitar by Masters, editou a peça Le pli du temps, composta em parceria com Sergio Assad. No mesmo estreou a peça “Resiliência” com a Orquestra Sinfônica Brasileira (Rio de Janeiro), e a peça “Homenagem à Nova canção para Orquestra de câmara” no Festival Musica para Respirar (Sucre, Bolivia).

 

Em  2024 lançou, em duo com Yamandu Costa, o álbum “Helping hands”. Ainda com Yamandu,

Orquestrou a suíte “Passeios”, para violão de sete cordas, acordeom e orquestra e o concerto “Fronteira”, para violão de sete cordas e orquestra, entre outras.

 

Também atuou nos projetos Iroko Trio (com Marcelo Caldi e Carla Rincon), no duo com Iara Ferreira, no duo com Andrea Ernest-Dias e em duo  com a cantora portuguesa Susana Travassos.

 

Se tornou  diretora do concurso de composição para violão “Concurso Novas”.

 

Discografias
2024 Bagual Produções e Eventos Helping Hands

Duo com Yamandu Costa

2023 Caravana do amanhã

Com Iara Ferreira

2023 Cena Brasileira

Single com Pedro Iaco

2023 Luares
2014 NoMadMusic Novas 2
2012 A Casa Discos Terra adentro