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Nome Artístico
Elismar Pontes
Nome verdadeiro
Elismar Holanda Pontes
Local de nascimento
Fortaleza, CE
Data de morte
25/4/2004
Local de morte
Brasília, DF
Dados biográficos

Músico. Arregimentador. Bandolinista.

Ex-marinheiro. Residiu cerca de 30 anos no Rio de Janeiro. Na Marinha conheceu vários países como França, Inglaterra, Portugal, Suécia, Rússia, Alemanha, Holanda, Uruguai, Argentina, dentre outros. Morou um ano nos Estados Unidos. Residiu em vários Estados do Brasil.

Estudou com Claudionor Cruz, Evandro do Bandolim, Meira e Luperce Miranda.

Professor de bandolim, entre seus alunos destacam-se o pernambucano Marcos César, o cavaquinista cearense Luís José e Jorge Cardoso, músico cearense radicado em Brasília, vencedor do festival Chorando no Rio e reconhecido nacionalmente.

Segundo Jorge Cardoso “Varios chorões de nome compuseram choros em sua homenagem como por exemplo o choro “Marujo no Choro” da autoria do bandolinista carioca Deo Rian, “Meu amigo Elismar”, da autoria do saudoso violonista carioca Damasio Batista, eu, Jorge Cardoso compus meu primeiro choro “Homenagem ao mestre Elismar” e tambem compus em parceria com ele o choro-canção “Varzea grande”, em homenagem à sua terra natal”.

Dados artísticos

Estreou como músico em 1949, ainda morando em Fortaleza. Foi levador para o Rio de Janeiro pelo amigo Evandro do Bandolim, que o apresentou a Waldir Azevedo, Elizeth Cardoso, Rossini Ferreira e Pixinguinha, além dos Regionais de Canhoto, Pernambuco, Época de Ouro, Dante Santoro e Tico-tico. Freqüentou programas de Choro nas rádios Tupi, Mauá, Vera Cruz, Mundial e Mayrink Veiga.

Em 1956 conheceu Jacob do Bandolim no programa “O Mago do Bandolim”, da Rádio Nacional. Pouco depois passou a freqüentar a casa de Jacob em Jacarepaguá, ao lado de outros grandes músicos e ainda iniciante na época, Déo Rian.

Atuou como arregimentador do grupo Noites Cariocas.

Participou de vários programas radiofônicos, entre eles “Brasileirinho”, com direção de Nélson Augusto na Rádio Universitária FM de Fortaleza. Na época, integrava o regional Cordas que Falam, composto por Luis José (cavaquinho), Guerreiro (violão seis cordas), Fernando (pandeiro), Afonso (violão sete cordas) e o bandolinista Saraiva.

Obras
Várzea grande (c/ Jorge Cardoso)