
DJ. Produtor. Compositor.
Filho de DJ. Fora da música, trabalhou como mecânico industrial e também como radialista.
Começou como radialista, na rádio Sorriso FM, em Belém do Pará, se aproximando do círculo do tecnobrega.
Autoditada, começou a lançar suas primeiras músicas; e logo conheceu Maderito, que passou a ser seu intérprete, letrista e parceiro musical.
Com ele, formou a dupla DJ Waldo Squash e Maderito Alucinado.
Foi responsável por inovações, como o estilo eletromelody, uma evolução do tecnobrega.
Em bailes em que tocava, em Belém, a polícia passou a proibir a execução do estilo criado por ele, alegando a incidência de brigas. Em função desse fato, abandonou temporariamente a carreira, e voltou a trabalhar como mecânico industrial, em Rondônia.
Nessa época, abandonou o grupo que integrava, o Tecnoshow, do qual fazia parte Gaby Amarantos, que se tornou, depois, um dos maiores nomes do estilo tecnobrega.
Após voltar a trabalhar na música, passou a integrar e a liderar a Gang do Eletro, um grupo de Belém do Pará que mistura música eletrônica com carimbó e tecnobrega; e voltou a trabalhar também com Gaby Amarantos.
A partir de então, com seu grupo, se destacou em festivais como Terruá Pará, em Belém, Rec Beat, em Recife (PE), e Sónar, em São Paulo (SP).
Em 2012, assinou a maior parte das batidas do disco “Treme”, de Gaby Amarantos.
No mesmo período, foi considerado, por especialistas como Chico Dub e Eric Palau, um dos produtores mais criativos e originais da música não só paraense, mas também brasileira.
Em 2012 apresentou-se na terceira edição do Terruá Pará, como uma das principais estrelas no festival realizado em duas etapas: em Belém do Pará e São Paulo.
Do evento, participaram cerca de 70 artistas de diferentes gêneros paraenses, como Conjunto de Carimbó Uirapuru, Pio Lobato, Sebastião Tapajós, Gaby Amarantos, Manezinho do Sax, Mestre Laurentino e Lia Sophia.