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Nome Artístico
Diamantina Gomes
Data de nascimento
1928
Local de nascimento
Rio de Janeiro
Dados biográficos

Cantora. Atuou na década de 1950 e gravou discos pela Odeon e Copacabana.

Dados artísticos

Estreou na carreira artística em 1938, quando se apresentou no Cassino Atlântico. Estreou em discos em 1952, pela gravadora Todamérica, registrando duas composições de Peterpan: o choro “Comida pesada”, e o baião “Baião da roseira”. No mesmo ano, contratado pela Odeon, gravou com acompanhamento de Charles Wilson no órgão, os fox-trots “Cantando na chuva” e “Você nasceu pra mim”, de Brown e Freed, com versão de Haroldo Barbosa. No mesmo ano, gravou com a orquestra de Osvaldo Borba o frevo-canção “Eis o frevo”, de Geraldo Medeiros e Guio de Morais. Em 1953, lançou os sambas “Cansei”, de Ataulfo Alves, e “Eu não sou manivela”, de Ary Barroso. Com esta marcha, fez sucesso no carnaval daquele ano. No mesmo ano, gravou com a orquestra de Osvaldo Borba os sambas-canção “Separados… Nada somos”, de Don Al Bibi e Valdir Calmon, e “Ninguém sabe”, de Paulo Soledade e Fernando Lobo. Gravou ainda, o samba “Penha”, de Vicente Paiva e Luiz Peixoto, e o baião “Primeiro milho é dos pintos”, de Victor Simon e Fernando Martins. Para o carnaval de 1954, gravou com a dupla Zé e Zilda, a marcha “Vendedor de pirulito”, de José Gonçalves e Zilda Gonçalves, e o samba “Jura”, de Adolfo Macedo, José Gonçalves e Marcelino Ramos. No mesmo ano, gravou os sambas “Não sabes o que diz”, de José Gonçalves e Valdir Machado, e “A garoa no samba”, de Felisberto Martins e Hianto de Almeida, o beguine “Ternamente”, de Lawrence e Gross, em versão de Alberto Ribeiro, e o samba-canção “Amor de louca”, de Dora Lopes e Bidu Reis. Ainda em 1954, foi contratada pela gravadora Copacabana. No ano seguinte, lançou com acompanhamento de orquestra e coro, a marcha “Tiro-tirolês”, de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira, e o samba “Vem meu grande amor”, de Claudionor Santos e Mário Blanco, além dos sambas-canção “Se eu quisesse”, de Átila Nunes, e “Coisas do amor”, de Valdir Rocha e Jorge Gonçalves. Em 1956, gravou com orquestra e coro os sambas “Medita um pouco”, de Luiz Soberano e José de Oliveira Mendes, e “Já é demais”, de Dermeval Silva. Nesse ano, participou do LP “Carnaval de 1956 Nº 2” da gravadora Copacabana cantando o samba “Medite um pouco”, de Luis Soberano e J. de Oliveira Mendes.

Discografias
1956 Copacabana 78 Medita um pouco/Já é demais
1955 Copacabana 78 Se eu quisesse/Coisas do amor
1955 Copacabana 78 Tiro-tirolês/Vem meu grande amor
1954 Odeon 78 Não sabes o que diz/A garoa no samba
1954 Odeon 78 Ternamente/Amor de louca
1953 Odeon 78 Penha/Primeiro milho é dos pintos
1953 Odeon 78 Separados... Nada somos/Ninguém sabe
1953 Odeon 78 Vendedor de pirulito/Jura

(Com Zé e Zilda)

1952 Odeon 78 Cansei/Eu não sou manivela
1952 Odeon 78 Cantando na chuva/Você nasceu pra mim
1952 Todamérica 78 Comida pesada/Baião da roseira
1952 Odeon 78 Eis o frevo
Bibliografia Crítica

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.