
Cantor. Compositor. Músico (violão, bateria).
Seu apelido de Passarinho foi atribuído em referência ao seu pai, que era chamado de “gurrião”, que significa pardal.
Faleceu em 1998, após mais de um mês internado em um hospital em Caxias do Sul (RS), em função de um câncer no pulmão direito.
Começou a carreira tocando em bailes, na sua cidade natal, Uruguaiana (RS).
Obteve destaque ao integrar o Conjunto Hi-Fi, cantando e tocando bateria.
Participou também do Grupesquisa, um conjunto vocal que contou com a participação de João Chagas Leite e João de Almeida Neto.
Em 1973, apresentou-se pela primeira vez no Festival Califórnia da Canção, em Uruguaiana (RS), com a música de sua autoria “Último grito”.
Em 1976, recebeu o prêmio “Calhandra de Ouro”, no Festival Califórnia, com a música “Um canto para o dia”, de Ernani Amaro de Oliveira, com participação da cantora Oristela Alves.
No festival do ano seguinte, ganhou o mesmo prêmio, desta vez com a música “Negro da gaita”, de Gilberto Carvalho e Airton Pimentel.
Em 1983, fez sucesso no Festival Califórnia com “Guri”, de João Batista Machado e Júlio Machado, ganhando novamente o prêmio Calhandra de Ouro. A música foi interpretada no Festival também por nomes como Neto Fagundes e Renato Borghetti.
No mesmo ano, lançou seu primeiro disco de carreira, “Fundamento”, pela gravadora Polygram.
Em 1988, lançou o LP “Negro de 35”, pela Acit, e, em 1991, “Assim no Más”.
Foi um dos mais premiados do Califórnia da Canção com quatro “Calhandras de Ouro”, o troféu máximo do Festival, além de sete prêmios de melhor intérprete, tornando-se assim um dos principais nomes da música nativista gaúcha.