Cantor, compositor, tecladista, pianista e violonista.
Nasceu e foi criado no bairro de Acari, na Zona Norte do Rio de Janeiro.
Aos 15 anos ganhou seu primeiro violão de presente de seu primo Ubiratan, e em 1976 começou a cantar e tocar nos bares de Copacabana.
Trabalhou na Editora Musical da Gravadora RCA.
Radicou em Barcelona, na Espanha, a partir dos anos 2000.
Em 1974, o grupo Pagodeiros do Estácio gravou de sua autoria, “Balanço do navio” (c/ Sônia Amaral) no LP “Sambas enredos 1975”, gravadora Som Live. No ano seguinte, em 1975, pela gravadora Philips/ Universal Music, Jair Rodrigues, no disco “Eu Sou o Samba”, incluiu “Não pode”, parceria com Barbosa da Silva. Neste mesmo ano Paula Braga cantou “Barra da saia” no vinil “A Hora e Vez do Samba” (RCA Victor), parceria com Joaquim e Paulo Braga.
No ano de 1976 o grupo Originais do Samba registrou a composição “Jogo numerado” no LP “Em Verso e Prosa”, gravadora Universal Music, parceria com José Roberto. Também neste ano Xangai interpretou “Acontecivento” (Carlinhos Pitera, Xangai e Nanuke) no disco homônimo. Dois anos depois, em 1978, Carlinhos Pandeiro de Ouro gravou a composição “Eta lasqueira” (c/ Noca da Portela), no LP “Lasqueira/Bloco da Receita”, pela gravadora Som Livre. No ano posterior, em 1979 duas composições suas foram registradas em discos: “Paciência” (c/ Noca da Portela), por Renata Lu, e “Velhos tempos” (c/ Luiz Wanderley), por Ana Rosely.
No ano de 1980 Bebeto, no LP “Malícia”, incluiu “Na virada da maré”, parceria com Lelei e José Roberto. No ano posterior, em 1981, Agepê gravou de sua autoria a composição “Cuide das plantas” (c/ Luiz Luz).
Em 1985, o cantor paulistano Bebeto, no LP “Fases”, pela gravadora RCA Victor, interpretou “O sonho é grátis” (c/ Prentice). Ainda em 1985, com Azenira e Cosme S., gravou a composição “Pegou de jeito”, parceria com Paulo Diniz.
No ano de 1993, a cantora Xuxa interpretou “Corrente do amor”, parceria com César Costa Filho, Sérgio Fonseca e Marcos Netto.
Em 2003 a banda Só Pra Contrariar lançou o LP “Produto Nacional”, pela gravadora BMG Brasil/ Sony Music, no qual incluiu “Baby, baby”, parceria com Paulo Braga. Posteriormente, em 2005, lançou o disco “Filho de Índio em Barcelona”, no qual interpretou as faixas “Meu pangaré” (c/ Clóvis Albuquerque) e “Mais uma dança” (c/ Écio Duarte), além das composições somente de sua autoria “Filho de índio”, “Minha favela”, “Sin permiso”, “No passa res”, “Corazón clandestino”, “Cisne solitário”, “Patera”, “Paseando por La Rambla”, “Quando eu canto” e “Ainda”. Neste mesmo ano, de 2005, interpretou em dueto com Bernart Romani, no disco “Giravu”, as faixas “Ara et toca a tu, ara em toca a mim”, “Micos i mones”, “Formiga del cap gros”, “La bruixa més dolenta”, “Diumenge al zoo”, “El Gall Dindi”, “La casa del Cartró”, “Festival al bosc” e “Preses falses”.
Em 2019 lançou o álbum “Casa Nova” pelo Selo Tangará Discos’, no qual interpretou de sua autoria as faixas “Samba do Cara de Pau”, “A saudade é um diabinho”, “Levitando”, “Axé princesa”, “Bocadillo de amor”, “Se morenê”, “Casa nova”, “S.O.S. Terra”, “Ponto de partida”, “Amor morena”, “Sei”, “Amor beija-flor” e “Qual é mané”. Ainda em 2019 sua composição “Samba do Cara de Pau” foi lançada na plataforma Amazon Music.
Em 2023 sua composição “O Romance da Baratinha” (c/ Paulo Braga) foi lançada pela Amazon Music/Tidal. No ano seguinte, em 2024, “Araponga” e “Bolo de Coco e guaraná” (c/ Valverde Show) foram lançadas na plataforma Spotfy.
No ano de 2026, em dueto com Edinho Ângelo, interpretou de sua autoria a composição “Água e azeite”, lançada nas plataformas digitais.
