
Instrumentista.
Sobrinho do baterista Francisco Guilherme de Moraes, também conhecido como “Baguera”, a quem prestou homenagem em seu primeiro disco chamado “Fala Baguera”.
Morou em Milão (Itália) nos anos de 1997 a 2000, ano em que voltou a morar no Brasil, onde aperfeiçoou seus estudos de música estudando Harmonia Funcional e Improvisação.
Em 2003 foi morar em Búzios, na região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
Em 2005 mudou-se para Juiz de Fora (MG).
Iniciou sua carreira artística tocando bateria, dedicando-se mais tarde ao contrabaixo.
Integrou por dois anos a Orquestra de Jazz Pró-Música de Juiz de Fora (MG), com a qual gravou o CD homônimo, que contou com a participação de músicos como Carlos Malta, Cristóvão Bastos, Mauro Senise, e Nico Assumpção.
Em 1997 mudou-se para Milão (Itália), onde trabalhou por dois anos no Brasil Samba Caffé, com o grupo Dinossauros Barrigudos.
No início da década de 2000 acompanhou o músico Emmerson Nogueira em suas apresentações.
Em 2007 lançou seu primeiro CD “Fala Baguera”, que contou com 7 faixas de sua autoria, dentre as oito que compõem o disco, e com a participação dos músicos Gladston (bateria), Márcio Hallack (piano), Glaucus Linx (sax tenor), Erivélton Silva (bateria), Dudu Viana (piano/ escaleta), Valério Ramalho (guitarra), Waguinho (trompete), Ricardo Itaborahy (piano), Celinho de Souza (bateria), Toninho Oliveira (piano) e Breno Mendonça (sax tenor).
Em 2008 se apresentou no Museu de Arte Murilo Mendes, a convite do “Projeto Música MAMM”, uma iniciativa da Pró-Reitoria de Cultura da Universidade Federal de Juiz de Fora.
Ao lado do pianista Dudu Viana e do baterista Victor Bertrami formou o Berval Moraes Trio, apresentando um repertório que contou com músicas de seu primeiro disco.