4.002
Nome Artístico
Astor Silva
Nome verdadeiro
Astor Silva
Data de nascimento
10/5/1922
Local de nascimento
Rio de Janeiro, RJ
Data de morte
12/2/1968
Local de morte
Rio de Janeiro, RJ
Dados biográficos

Instrumentista. Compositor. Arranjador. Regente.

Nasceu no bairro carioca do Rio Comprido. Fez seus estudos na Escola João Alfredo, situada em Vila Isabel.

Por essa época já estudava música e formou um grupo com colegas do colégio que se apresentava em bailes e festas familiares.

Dados artísticos

Iniciou sua atividade artística como trombonista de dancings. Por volta de 1940, passou a atuar no Cassino da Urca, e em outros, como os situados em Copacabana e Icaraí. Em 1946, com o fechamento dos Cassinos, passou a integrar a Orquestra Tabajara, dirigida por Severino Araújo, que realizou excursões pelo Brasil, Argentina, Uruguai, França, etc. Ainda como integrante da Orquestra Tabajara, apresentou-se na Rádio Tupi. Posteriormente, transferiu-se para a orquestra do maestro Carioca que atuava na mesma emissora. Exibiu-se ainda na boate carioca Night and Day e na TV Rio. Foi diretor musical de diversas gravadoras. Na CBS desempenhou também a função de arranjador-chefe. No início dos anos 1950, formou seu próprio conjunto com o qual atuou na Todamérica fazendo acompanhamentos para Flora Matos, Garotos da Lua, Virgínia Lane, Zilá Fonseca,Ademilde Fonseca e Raul Moreno. Em 1952, seu “Chorinho da Nice” foi gravado na Continental por Severino Araújo e sua Orquestra Tabajara. Em 1953, gravou com seu conjunto na Todamérica o choro “Pisando macio”, de sua autoria, e o “Baião diferente”, de Marcos Valentim. No ano seguinte, gravou também com seu conjunto o choro “No melhor da festa”, e o “Baião lusitano”, ambos de sua autoria. Por essa época, passou a dirigir sua própria orquestra e gravou o mambo “Mambomengo”, e o samba “Sete estrelas”, de sua autoria. Ainda em 1954, seu choro “Alta noite”, parceria com Del Loro, foi gravado na Sinter pelo cantor Jamelão. Atuou com sua orquestra na Todamérica e acompanhou, entre outras, a cantora Dóris Monteiro na gravação da “Marcha do apartamento”, e do samba “Sacrifício não se pede”. Em 1955, gravou com seu conjunto os choros “Chorinho de boite”, e “Sombra e água fresca”, de sua autoria. Por essa época, atuou com seu conjunto e com sua orquestra na gravadora Continental acompanhando gravações de Moreira da Silva, Nora Ney, Bill Farr e Emilinha Borba. No mesmo ano, seu choro “Chorinho de gafieira” foi gravado pelo grupo instrumental Os Copacabana em LP da gravadora Copacabana. Também em 1955, gravou pelo selo Ritmos os sambas “Vamos Fazer Um Samba?”, com     Nelson Trigueiro, e “Agora É Cinza”, de Alcebíades Barcelos “Bide” e     Armando “Marçal”. Em 1958, seus choros “Paisagem” e “Vamos fazer um samba” foram incluídos no LP “Fim de semana – Quincas e Os Copacabana” da gravadora Odeon. No mesmo ano, lançou pela gravadora Odeon o LP “Bairros e Subúrbios do Rio – Astor e Sua Orquestra com um curioso passeio musical por diferentes locais do Rio de Janeiro com as composições “Mangueira”, de Assis Valente e Zequinha Reis, “O Catete Vai Passar”, de Ataulfo Alves, “A Lapa”, de Herivelto Martins e Benedito Lacerda, “Samba Do Meyer”, de Wilson Batista e Valdemar de Abreu “Dunga”, “Sábado Em Copacabana”, de Dorival Caymmi e Carlos Guinle, “Samba Da Gávea”, de João Batista de Oliveira e Osvaldo Lobo, “Um Samba Em Piedade”, de Ary Barroso, “São Cristóvão”, de Antenor Borges e Sebastião Queima, “Samba de Botafogo”, de Eratóstenes Frazão e Antônio Nássara, “Eu Vou à Penha”, de Ary Barroso, “Eu Vou Pra Vila”, de Noel Rosa, e “Flamengo”, de Bonfíglio de Oliveira. Em 1959, foi homenageado pelo pianista e compositor Vadico com o choro “Vai Astor”, registrado pelo grupo Quincas e Os Copacabana no LP “Das 11 às 4 – Quincas e Os Copacabana” da gravadora Odeon. Também nesse ano, lançou dois LPs. O primeiro, intitulado “Um Brasileiro em Roma – Astor e Sua Orquestra”, incluiu as músicas “Ciribiribin”, de Pestalozza, “Arrivederci Roma”, de Renato Rascel, Pietro Garinei  Sandro Giovannini, “Come Prima”, de Mario Panzeri, Sandro Taccani e Vincenzo Di Paola, “Santa Lúcia Luntana”, de E. A. Mário, “NelBluDipinto Di Blu (Volare)”, de Domenico Modugno e Franco Migliacci, “Concerto Dautunno”, de Camillo Bargoni e Danpa, “O Sole Mio”, de Eduardo Di Capua e Giovanni Capurro, “Piccolissima Serenata”, de Gianni Ferrio e AntonioAmurri, “Anema e Core”, de Salvatore DEsposito e Tito Manlio, “Domani”, de U. Minucci e T. Velona, “Torna A Surriento”, de Ernesto de Curtis, e “Scapricciatiello”, de Pacifico Vento e Ferdinando Albano. Ainda em 1959, utilizando o pseudônimo de LordAstor, lançou o LP “Brasil em Ritmo de Charleston – LordAstor e Seus Dixiedrools” que incluiu as composições “Aquarela do Brasil”, “Na Baixa do Sapateiro” e  “No Tabuleiro da Baiana”, de Ary Barroso, “Maracangalha”, de Dorival Caymmi, “Não Tenho Lágrimas”, de Max Bulhões e Milton de Oliveira, “Cidade Maravilhosa”, de André Filho, “Risque”, de Ary Barroso, “Carinhoso”, de Pixinguinha e João de Barro, “Mamãe Eu Quero”, de Jararaca e Vicente Paiva, “Copacabana”, de João de Barro e Alberto Ribeiro, “Touradas Em Madri”, de João de Barro e Alberto Ribeiro, e “Ai Que Saudades da Amélia”, de Ataulfo Alves e Mário Lago. Embora apresentadas num ritmo norte americano, o charleston, são na realidade grandes clássicos da música popular brasileira. Entre 1960 e 1963, atuou com seu conjunto e sua orquestra na Columbia. Em 1960, foi um dos responsáveis pelo sucesso do samba “Beija-me”, de Roberto Martins e Mário Rossi, gravado por Elza Soares com arranjos seus. Em 1961, acompanhou com seu conjunto um das primeiras gravações do então iniciante cantor Roberto Carlos num 78 rpm com as músicas “Louco por você” e “Não é por mim”. Acompanhou também gravações de Risadinha, Wanderléa, também em começo de carreira, Cyro Monteiro, Rossini Pinto e Elis Regina, em uma de suas primeiras gravações, com as músicas “A virgem de Macareña” e “1, 2, 3, balançou”. Ainda em 1961, gravou com sua orquestra os frevos “Jairo na folia”, de Francisquinho, “Ao som dos guisos”, de Edgar Morais, “A pisada é essa”, de João Santiago, e “Vai na marra”, de David Vasconcelos. Gravou ainda, pelo pequeno selo Ritmos, com seu conjunto, os sambas “Vamos fazer um samba”, de sua parceria com Nelson Trigueiro, e “Agora é cinza”, de Bide e Marçal. Também em 1961, lançou três LPs, após dois anos sem gravar. O primeiro foi “É Dança – LordAstor e Seu Conjunto”, que saiu pelo selo Imperial, da Odeon e incluiu que incluiu os clássicos brasileiros “Agora É Cinza”, de Alcebíades Barcelos “Bide” e Armando “Marçal”, “A Noite do Meu Bem”, de Dolores Duran, “Copacabana”, de João de Barro e Alberto Ribeiro, “Fita Amarela”, de Noel Rosa, e “Feitiço da Vila”, de Noel Rosa e Vadico, além de sucessos de movimentos que naquele momento iam ocupando mais e mais as paradas de sucesso, o rock and roll de “Oh! Carol” e”The Diary”, de Neil Sedaka e Howard, a bossa nova em “Este Seu Olhar”, de Tom Jobim, “Dindi”, de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, e “Eu Sei Que Vou Te Amar”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. O segundo LP foi intitulado “Luis Eça &Astor – Cada Qual Melhor !” no qual, ele dirigindo sua orquestra, com Luis Eça ao piano, interpretaram as músicas “É Luxo Só”, de Ary Barroso e Luis Peixoto, “Yesterdays”, de Jerome Kern e Otto Harbach, “Meditação”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, “S Wonderful”, de George Gershwin e Ira Gershwin, “Eu Preciso de Você”, de Tom Jobim e Aloysio de Oliveira, “CheekToCheek”, de Irving Berlin, “Não Tenho Lágrimas”, de Max Bulhões e Milton de Oliveira, “Moonglow”, de Irving Mills, Will Hudson e Eddie de Lange, “Nova Ilusão”, de José Menezes e Luis Bittencourt, “Always”, de Irving Berlin, “Aquarela do Brasil”, de Ary Barroso, e “Adios”, de Enric Madriguera. Ainda em 1961, seguindo a moda do bolero, lançou pela gravadora Columbia o LP “Boleros em Orquestra – Astor e Sua Orquestra” com os seguintes fonogramas: “AquellosOjos Verdes”, de Nilo Menendez e Adolfo Utrera, “Nunca Jamás”, de Lalo Guerrero, “O Vagabundo”, de Victor Simon, “Espinita”, de Nico Jimenez, “Noche de Ronda”, de Agustín Lara, “Nono Mandamento”, de René Bittencourt e Raul Sampaio, “Perdida”, de Chucho Navarro, “Perfidia”, de Alberto Dominguez, “Caminhemos”, de Herivelto Martins, “Sin Ti”, de Pepe Guizar, “Contigo”, de Cláudio Estrada, e “Vaya Com Dios”,de Larry Russel, Inez James e Buddy Pepper. Em 1962, lançou mais dois LPs pela CBS/Columbia. O primeiro foi “Boleros em Orquestra – VOL. III – Orquestra Sob a Direção de Astor”, com as músicas “Sabrás Que Te Quiero”, de Teddy Fregoso, “Palavras de Amor”, de Paulo Borges, “Um Minuto de Amor”, de Álvaro Carrillo, “La Barca”, de Roberto Cantoral, “Obsesión”, de Pedro Flores, “Hoy”, de Julio Gutiérrez, “Nuestro Amor”, de J. Davis e R. Ramirez, “CuestaAbajo”, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, “Arrancame La Vida”, de Agustín Lara, “Esperame Em El Cielo”, de Francisco Lopez Vidal “Paquito”, “No Me Quieras Tanto”, de Rafael Hernandez, e “Volverás”, de Agustín Lara. O segundo LP foi intitulado “Baile do Ano – Orquestra Sob a Direção de Astor”, com as músicas “Madeira de Lei”, de Luiz Bandeira e Renato Araújo, “Tumba Lê Lê”, de Francisco Neto, Nilton Neves e Jarbas Reis, “AquellosOjos Verdes”, de Nilo Menendez e Adolfo Utrera, “Los dos Sabemos”, de Cavagnaro, “Pennsylvania 6-5000”, de Grey e Sigman, “Astor Em Hollywood”, de sua autoria, “In The Mood”, de Joe Garland e Andy Razaf, “Chattanooga ChooChoo”, de Harry Warren e Mack Gordon, “Castiguei”, de Jorge Costa e Venâncio, “Samba Maravilhoso”, de José Toledo e Jean Manzon, “Angelitos Negros”, de Manoel Alvarez Maciste e Andres Eloy Blanco, e “Triste Não”, de Jorge Smera e Othon Russo. Ainda em 1962, regeu a orquestra e fez as orquestrações para o LP “Só twist: The Snakes”, com as músicas “Dançando o Twist”, de Ray Conniff, ”        The Huclebuck”, de Gibson e Alfred, ”        Cachito”, de Consuelo Velázquez, ”        Red Top Twist”, de Hampton e Kynard, ”        For Me And My Gal”, de George W. Meyer, Edgar Leslie e Ray Goetz, ”        At The Hop”, de John Madara, Singer Arthur e White David, ”        Jambalaya (On The Bayou)”, de Hank Williams, ”        Bei Mir Bistu Shein (Bei Mir Bist Du Schön)”, de Jacob Jacobs e Sholom Secunda, em versão de Sammy Cahn e Saul Chaplin, ”        The Pony Time”, de Convay e Berry, ”        Patrícia”, de Perez Prado, ”    Os Olhos De Marly”, de Castro Perret, e ”        Sonho de Amor (Liebestraum)”, de Franz Liszt. Em 1963, gravou três LPs. O primeiro deles intitulou-se “Samba… Só Samba! – Astor e Sua Orquestra”, e incluiu as músicas “Mulata Assanhada”, de Ataulfo Alves, “Garota de Ipanema” e “Só Danço Samba”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, “Saudade”, de Ruy Rey e Emílio Batista, “Olhou Pra Mim”, de Ed Lincoln e Silvio César, “Aquarela do Brasil” e “Eu Nasci no Morro”, de Ary Barroso, “Meditação”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, “La Forcata”, de Nino Oliviero e RizOrtolani, “Chora Tua Tristeza”, de Oscar Castro Neves e LuvercyFiorini, “Ti GuarderóNelCuore”, de Nino Oliviero, RizOrtolani e Marcello Ciorciolini, e”O Que o Samba Tem”, com Othon Russo. O segundo LP se chamou “Astor Silva / Marisa Barroso” e foi gravado com sua orquestra acompanhando a cantora Marisa Barros na interpretação das músicas “Chorando Você”, de Glauco Pereira, Fernando Pereira e João Fernando, “Ele e Maria”, de Othon Russo e Niquinho, “Banca de Pobre”, de Rildo Hora e Marcos André, “Bondinho do Pão de Açúcar”, de Armando Cavalcanti e Victor Freire, “Abc do Balanço”, de Orlandivo e Roberto Nascimento, “Este Seu Olhar” e “Só Em Teus Braços”, de Tom Jobim, “Bossa Nova Nº 1”, de José Maria de Abreu, “Ódio”, de Aloísio Figueiredo e Nelson Figueiredo, “Lamento Negro”, de Orlandivo e Roberto Jorge, “Garota de Ipanema”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, “Vou Ficar Com Você”, de Sérgio Napp, e “Brincando Gostei”, de Waltel Branco e Orlandivo. Já o terceiro LP, lançado por ele em 1963 também pela CBS, foi intitulado “Isto é Orquestra – Astor e Sua Orquestra”, com um repertório instrumental e dançante, que, provavelmente, deve ter animado bailes, algo ainda comum na época, realizados que eram em clubes ou mesmo em residências com a audição de LPs nas vitrolas. Constaram desse LP as músicas “Vola Colomba”, de Carlo Concina e Bruno Cherubini, “MyShawl”, de Berrios e Cugat, “Desafinado”, de Tom Jobim e Newton Mendonça, “Ginga das Palmas”, de Ivan Paulo da Silva, o maestro “Carioca”, “Jersey Bounce”, de Plater, Bradsh, W. Johnson e Wright, “Bouncin WithBasie”, de Bert Paige e Pol Stone, “Apito no Samba”, de Luiz Bandeira e Luis Antônio, “Marina”, de Dorival Caymmi, “HarlemNocturne”, de Earle Hagen e Dick Rogers, “Bolero”, de Balakirev, “El Dia Que Me Quieras”, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, e “EtMaintenant”, de Gilbert Bécaud e Pierre Delanoé. Em 1964, lançou dois LPs. O primeiro foi “Dance com Astor – Astor e Sua Orquestra”, com as composições “Samba do Avião”, de Tom Jobim, “Moonglow”, de Irving Mills, Will Hudson e Eddie de Lange, “Tea For Two”, de Irving Caesar e Vincent Youmans. “Amore”, de B. Paige e P. Stone, “Estamos Aí”, de Durval Ferreira, Maurício Einhorn e Regina Werneck, “Dança do Bigorrilho”, “Na Ginga do Samba”, “HeyHully-gully”, e “Vou Brigar Bem”, todas com Othon Russo, “Pergunte ao João”, de Helena Silvia e Milton Costa, “IllSeeYou In MyDreams”, de I. Jones e G. Kahn, e “DaysOfWineAnd Roses”, de Henry Mancini e Johnny Mercer. Já o segundo LP foi intitulado “Fox! Blues! Cha-Cha-Cha! – Astor e Sua Orquestra”, que incluiu ritmos dominantes na época, com as músicas: “Drum-drone”, de B. Paige, “Swinging The Kings”, de J. Say, “Top-cha-cha”, de D. Baker, “Chase It Brother”, de B. Paige e P. Stone, “Peggy”, de D. Baker, “Poor Richard Blues”, de P. Laine, F. Bay e P. Stone, “Blue Interlude”, de Bert Paige e Pol Stone, “Hello Mr. Conniff”, de J. Brik e P. Stone, “Jamaica-skies”, de P. Stone, G. Pelter e H. King, “MidnightRiff”, de B. Paige e P. Stone, “Top-special”, de P. Laine e P. Stone, e “Trumpeters Holiday”, de B. Paige. Ainda em 1964, participou com trompetista do grupo “Os Ipanemas” juntamente com os músicos Marinho, Neco (Daudeth Azevedo), Rubens Bassini e Wilson das Neves, que lançou pela CBS o LP “Os Ipanemas” que contou com quatro composições de sua autoria: “Kenya”, com Rubens Bassini, “Zulus” e “Java”, com Neco, e “Congo”, com Wilson das Neves. Em 1965, lançou o LP “Boleros Imortais – Astor e Sua Orquestra”, pelo selo Entré/CBS, com os boleros “AquellosOjos Verdes”, de Nilo Menendez e Adolfo Utrera, “Sabrás Que Te Quiero”, de Teddy Fregoso, “Sin Ti”, de Pepe Guizar, “Nuestro Amor”, de J. Davis e R. Ramirez, “Perdida”, de Chucho Navarro, “Palavras de Amor”, de Paulo Borges, “Nunca Jamás”, de Lalo Guerrero, “La Barca”, de Roberto Cantoral, “Espinita”, de Nico Jimenez, “CuestaAbajo”, de Carlos Gardel e Alfredo Le Pera, “Esperame Em El Cielo”, de Francisco Lopez Vidal “Paquito”, e “Arrancame La Vida”, de Agustín Lara. Em 1967, gravou aquele que seria seu último LP, “The ExplosiveOrchestra – Regência: Astor Silva”, que foi lançado pela gravadora Copacabana, incluindo as músicas “YouOnly Live Twice”, de John Barry e Leslie Bricusse, “CantTakeMyEyesOffYou”, de Bob Crewe e Bob Gaudio, “Release Me”, de E. Miller e W. S. Stevenson, “Groovin”, de Cavalieri e Brigatti, “Non Pensare a Me”, de Eros Sciorilli e Alberto Testa, “Jackson”, de B. Edd, Wheeler e G. Rodgers, “A WhiterShadeOfPale”, de Gary Brooker e Keith Reid, “Queria”, de Renato Corrêa e Reynaldo Rayol, “ThisIsMy Song”, de Charles Chaplin, “Friday OnMyMind”, de Harry Vanda e George Young, “Doce de Coco”, de Cláudio Fontana e Wanderley Cardoso, e “Music ToWatch Girls By”, de Sid Ramin. Em 1974, seu “Chorinho de gafieira” foi regravado por Raul de Barros no LP “Brasil, trombone”, lançado pelo selo Marcus Pereira. Em 1975, foi relançado pelo selo Tropicana/CBS o LP “Os Boleros Eternos – Astor e Sua Orquestra”, lançado anteriormente em 1965. Em 2010, o registro do seu choro “Chorinho na Gafieira”, na interpretação da Orquestra Tabajara, foi incluído no CD 4 da coletânea “Chorinho do Brasil – Vol. 2” da Warner Music. Foi um dos principais arranjadores da segunda metade dos anos 1950.

Discografias
1967 Copacabana LP The ExplosiveOrchestra - Regência: Astor Silva
1965 Entré/CBS LP Boleros Imortais - Astor e Sua Orquestra
1964 CBS LP Dance com Astor - Astor e Sua Orquestra
1964 CBS LP Fox! Blues! Cha-Cha-Cha! - Astor e Sua Orquestra
1963 CBS LP Isto é Orquestra - Astor e Sua Orquestra
1963 CBS LP Marisa Barroso e Astor
1963 CBS LP Samba... SÓ Samba! - Astor e Sua Orquestra
1962 Columbia LP Baile do Ano - Orquestra Sob a Direção de Astor
1962 CBS LP Boleros em Orquestra - VOL. III - Orquestra Sob a Direção de Astor
1961 Odeon 78 A pisada é essa/Vai na marra

(Com sua orquestra)

1961 Columbia LP Boleros em Orquestra - Astor e Sua Orquestra
1961 Odeon 78 Jairo na folia/Ao som dos guisos

(Com sua orquestra)

1961 Odeon LP Luis Eça &Astor; - Cada Qual Melhor !
1961 Imperial/Odeon LP É Dança - LordAstor e Seu Conjunto
1959 Odeon LP Brasil em Ritmo de Charleston - LordAstor e Seus Dixiedrools
1959 Odeon LP Um Brasileiro em Roma - Astor e Sua Orquestra
1958 Odeon LP Bairros e Subúrbios do Rio - Astor e Sua Orquestra
1955 Todamérica 78 Chorinho de boite/Sombra e água fresca

(Com seu conjunto)

1955 Ritmos 78 Vamos fazer um samba?/Agora é cinza
1954 Todamérica 78 Mambomengo/Sete estrelas

(Com sua orquestra)

1954 Todamérica 78 No melhor da festa/Baião lusitano

(Com seu conjunto)

1953 Todamérica 78 Pisando macio/Baião diferente

(Com seu conjunto)

Obras
Alta noite (c/ Del Loro)
Astor Em Hollywood
Baião lusitano
Chorinho de boite
Congo - com Wilson das Neves
Dança do Bigorrilho - com Othon Russo
Hey Hully-gully - com Othon Russo
Java - com Neco
Kenya - com Rubens Bassini
Mambomengo
Na Ginga do Samba - com Othon Russo
No melhor da festa
O Que o Samba Tem - com Othon Russo
Pisando macio
Sete estrelas
Sombra e água fresca
Vamos fazer um samba (c/ Nelson Trigueiro)
Vou Brigar Bem - com Othon Russo
Zulu's - com Neco
Bibliografia Crítica

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.

MARCONDES, Marcos Antônio. (ED). Enciclopédia da Música popular brasileira: erudita, folclórica e popular. 2. ed. São Paulo: Art Editora/Publifolha, 1999.

SEVERIANO, Jairo e MELLO, Zuza Homem de. A canção no tempo. Volume 1. São Paulo: Editora 34, 1997.