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Nome Artístico
Antônio Martins
Nome verdadeiro
Antônio Martins
Data de nascimento
Circa 1930
Local de nascimento
São Paulo
Dados biográficos

Cantor.

Dados artísticos

Fez sua estréia em discos em 1958, quando gravou pela Odeon, o samba-canção “Deixai a lua cientistas”, de Alfredo Godinho, Chuvisco e Geraldo Blota, e os sambas “É verdade”, de Ataulfo Alves, “Jarro do amor”, de José Saccomani e Geraldo Blota, e “Perdoei”, de Adoniran Barbosa. No mesmo ano, transferiu-se para a gravadora Todamérica e lançou a guarânia “Morrendo de amor” e o tango “A máscara da face”, cujas autorias não apareceram no selo do disco. No mesmo ano, gravou o tango “Ao compasso do tango”, de Arquimedes Messina, e o samba-canção “Boa noite alegria”, de Cardoso Silva. Em 1959, também pela Todamérica, gravou a balada-rock “Oração de amor”, de B. Davis e T. Murry, em versão de Osvaldo Santiago, com acompanhamento de Guio de Morais, sua orquestra e coro, e o bolero-mambo “Não me deixes”, de Edson Menezes e Almeida Rego, com acompanhamento de Guio de Morais e sua orquestra. Ainda em 1959, sua gravação do samba “Perdoei”, de Adoniran Barbosa, foi incluída na coletânea “Carnaval 1959”, da Odeon. Teve, ainda no mesmo ano, o bolero “Dançando no meu coração”, de Alfredo Borba e Edson Borges, incluído na coletânea “Festival de vozes com os maiores da “Maior”, da Odeon. Em 1960, transferiu-se para a gravadora Copacabana, e gravou os tangos “O vagabundo”, de Victor Simon, e “Rua da solidão”, de Aloísio Figueiredo e Nelson Figueiredo. No mesmo ano, gravou os sambas “Chalaça”, de Raul Sampaio e Leduvi de Pina, e “Ausente de mim”, de Melvin Endsley e Vida; o samba-canção “Mais um trago”, de Lupicínio Rodrigues e Rubens Santos, e o tango “Ribalta”, de Gordurinha. Nesse ano, gravou o tango “Pato”, de R, Collazo e A. Perroti, com versão de Lamartine Babo, incluída na coletânea “As mais famosas versões”, da Copacabana. Em 1961, gravou os sambas-canção “Juízo final”, de Lúcio Cardim Filho, e “Sebastião de Tal”, de Lorey e Valter Paiva. Ainda em 1961, retornou para a gravadora Odeon, e gravou os sambas-canção “Deu mulher na minha solidão”, de Ricardo Galeno, e “Marias de ninguém”, de Sebastião Silva. Em 1962, gravou os boleros “Fim de noivado”, de Umberto Silva e Luiz Fernando, e “Cigano”, de Vitor Dago. No mesmo ano, lançou pelo selo Orion, da Odeon, o tango “Meu retrato no jornal”, de Antenógenes Silva e Léa Silva; a guarânia “Tema dos teus olhos”, de Sereno; e as marchas “Vem cá morena”, de José Roy e Henrique de Almeida, e “Deu cupim”, de Felisberto Martins e Carvalhinho. Em 1963, gravou dois sambas-canção: “Consuelo”, de Wilson Batista e José Batista, e “Alguém cruzou o meu caminho”, de Alexandre Cirus. No mesmo ano, a marcha “Deu cupim” fez parte da coletânea “Carnaval de 1963”, do selo Orion. Ao longo da carreira gravou tangos, boleros, sambas-canção, sambas e marchas, tendo lançado discos pela Todamérica, Odeon e Copacabana, além de se apresentar em programas de Rádio.

Discografias
1963 Odeon 78 Consuelo/Alguém cruzou o meu caminho
1962 Odeon Fim de noivado/Cigano
1962 Orion 78 Meu retrato no jornal/Tema dos teus olhos
1961 Deu mulher na minha solidão/Marias de ninguém 78 Deu mulher na minha solidão/Marias de ninguém
1961 Copacabana 78 Juízo final/Sebastião de Tal
1960 Copacabana 78 Chalaça/Ausente de mim
1960 Copacabana 78 Mais um trago/Ribalta
1960 Copacabana 78 O vagabundo/Rua da solidão
1959 Todamérica 78 Oração de amor/Não me deixes
1958 Todamérica 78 Ao compasso do tango/Boa noite alegria
1958 Odeon 78 Deixai a lua cientistas/É verdade
1958 Odeon 78 Jarro do amor/Perdoei
1958 Todamérica 78 Morrendo de amor/A máscara da face