
Cantor.
Fez sua estréia em discos em 1958, quando gravou pela Odeon, o samba-canção “Deixai a lua cientistas”, de Alfredo Godinho, Chuvisco e Geraldo Blota, e os sambas “É verdade”, de Ataulfo Alves, “Jarro do amor”, de José Saccomani e Geraldo Blota, e “Perdoei”, de Adoniran Barbosa. No mesmo ano, transferiu-se para a gravadora Todamérica e lançou a guarânia “Morrendo de amor” e o tango “A máscara da face”, cujas autorias não apareceram no selo do disco. No mesmo ano, gravou o tango “Ao compasso do tango”, de Arquimedes Messina, e o samba-canção “Boa noite alegria”, de Cardoso Silva. Em 1959, também pela Todamérica, gravou a balada-rock “Oração de amor”, de B. Davis e T. Murry, em versão de Osvaldo Santiago, com acompanhamento de Guio de Morais, sua orquestra e coro, e o bolero-mambo “Não me deixes”, de Edson Menezes e Almeida Rego, com acompanhamento de Guio de Morais e sua orquestra. Ainda em 1959, sua gravação do samba “Perdoei”, de Adoniran Barbosa, foi incluída na coletânea “Carnaval 1959”, da Odeon. Teve, ainda no mesmo ano, o bolero “Dançando no meu coração”, de Alfredo Borba e Edson Borges, incluído na coletânea “Festival de vozes com os maiores da “Maior”, da Odeon. Em 1960, transferiu-se para a gravadora Copacabana, e gravou os tangos “O vagabundo”, de Victor Simon, e “Rua da solidão”, de Aloísio Figueiredo e Nelson Figueiredo. No mesmo ano, gravou os sambas “Chalaça”, de Raul Sampaio e Leduvi de Pina, e “Ausente de mim”, de Melvin Endsley e Vida; o samba-canção “Mais um trago”, de Lupicínio Rodrigues e Rubens Santos, e o tango “Ribalta”, de Gordurinha. Nesse ano, gravou o tango “Pato”, de R, Collazo e A. Perroti, com versão de Lamartine Babo, incluída na coletânea “As mais famosas versões”, da Copacabana. Em 1961, gravou os sambas-canção “Juízo final”, de Lúcio Cardim Filho, e “Sebastião de Tal”, de Lorey e Valter Paiva. Ainda em 1961, retornou para a gravadora Odeon, e gravou os sambas-canção “Deu mulher na minha solidão”, de Ricardo Galeno, e “Marias de ninguém”, de Sebastião Silva. Em 1962, gravou os boleros “Fim de noivado”, de Umberto Silva e Luiz Fernando, e “Cigano”, de Vitor Dago. No mesmo ano, lançou pelo selo Orion, da Odeon, o tango “Meu retrato no jornal”, de Antenógenes Silva e Léa Silva; a guarânia “Tema dos teus olhos”, de Sereno; e as marchas “Vem cá morena”, de José Roy e Henrique de Almeida, e “Deu cupim”, de Felisberto Martins e Carvalhinho. Em 1963, gravou dois sambas-canção: “Consuelo”, de Wilson Batista e José Batista, e “Alguém cruzou o meu caminho”, de Alexandre Cirus. No mesmo ano, a marcha “Deu cupim” fez parte da coletânea “Carnaval de 1963”, do selo Orion. Ao longo da carreira gravou tangos, boleros, sambas-canção, sambas e marchas, tendo lançado discos pela Todamérica, Odeon e Copacabana, além de se apresentar em programas de Rádio.