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Nome Artístico
Adeildo Pereira
Nome verdadeiro
Adeildo Pereira da Silva Júnior
Data de nascimento
4/6/1964
Local de nascimento
Campina Grande, Paraíba
Dados biográficos

Cantor. Compositor. Arranjador. Produtor musical. Bandolinista. Multi-Instrumentista (cavaquinho, violão, charango, clarinete, gaita de Boca, flauta doce e piano).

Contista, poeta e ensaísta.

Ingressou no Departamento de Artes (DART) na UFPB (Universidade Federal da Paraíba – campus II), onde passou a estudar com Fernando Rangel (teoria musical e solfejo), Fernando Torres Barbosa (história da música e percepção musical) e Creuza Teixeira (piano acústico).

Graduado e pós-graduado no Curso de Licenciatura Plena em Letras pela Universidade Federal da Paraíba, especialista em Linguística.

Professor de Língua Portuguesa na educação básica, níveis fundamental e médio, da rede particular (colégio CPUC e colégio das DAMAS e da rede oficial estadual (Colégio PREMEN).

No ano de 1993 tornou-se, em Campina Grande, docente da graduação na UFPB (campus II).

Professor de Linguística e de Língua Portuguesa no Curso de Letras e de Língua Portuguesa no Curso de Música da Universidade Federal de Campina Grande.

Dados artísticos

Em 1980 apresentou-se, ao piano, no Teatro Municipal Severino Cabral.

Em meados da década de 1980 frequentou a Roda de Choro de Duduta, no bairro da Bela Vista. Por esta época, criou várias rodas de Choro com os amigos do bairro Castelo Branco, entre os quais, Hélio Pereira (violão) e Júlio Trindade (percussão).

Em 1997, com amigos da ADUFCG (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande) fundou o grupo Receita de Choro, também integrado por Luciênio Teixeira (flauta) e Claudiana Mendes (pandeiro), extinto no ano de 2006, à época, formado por Adeildo Pereira (bandolim), José Rocha (cavaquinho), Hélio Pereira (violão), Zezé Duarte (7 cordas) e Lívio Silva (pandeiro).

Atuou em rodas de choro e eventos com Duduta e Seu Regional e o grupo Oitavas no Choro, de João Pessoa.

No ano de 2012 fundou o grupo Baú de Chorinho, tocando bandolim e também integrado também integrado por Arthur Arruda (cavaquinho), Clemilson Dantas (violão), Sandro Félix (violão sete cordas) e Renally Lucas (pandeiro). A partir do ano seguinte, em 2013, o grupo fez as primeiras apresentações, como no evento “Jacob, Waldir e Companhias”, no Museu Assis Chateaubriand, show que retomaria, neste mesmo ano, desta vez intitulado “Jacob, Waldir e Companhias II”, pela “7a seCas”, no “Núcleo de Extensão Cultural da UFCG”, em Sumé, Paraíba. Também em 2013, o grupo apresentou o recital “Segunda, Choro Primeira”, no “VII Encontro da Música Regional de Raiz – SESC”, na Praça da Bandeira, em Campina Grande, Paraíba, e a mostra “De choro e de riso – o choro”, no “Festival da Cultura Agroecológica”, no Espaço Lagoa Parque, em Remígio, Paraíba. No decorrer dos anos seguintes, como fundador e componente do Baú do Chorinho, apresentou-se em eventos musicais de Campina Grande e de outros municípios do Estado da Paraíba, com o grupo integrado por Rodrigo Gomes (cavaquinho), Ramon Bolivar (violão), Sandro Félix (violão 7 cordas) e Júlio do Pandeiro (pandeiro).

No ano de 2026, integrando o grupo Baú do Chorinho como bandolinista, comandou uma roda de choro em que o grupo interpretou “Pressentimento’, de Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, com Adília Uchôa (voz), Manoel Cirne (bandolim), Jorge Figueiredo (cavaquinho), Denis Julien (violão 7 cordas), Sandro Félix (violão 7 cordas) e Verônica Lucena (pandeiro).