Quando criança a família transferiu-se para diversas cidades do Estado, fixando-se, por fim, em Santo Antônio da Platina, na Região Norte do Paraná, onde passou a infância e a juventude.
Na cidade de Jacarezinho formou-se em Direito pela Faculdade de Direito do Norte Pioneiro, na qual atuou como presidente do Diretório Acadêmico Octávio Mazziotti.
No ano de 1992 passou a residir em Curitiba e em São José dos Pinhais.
Trabalhou em entidades jurídicas, entre as quais a Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas, sendo um dos fundadores de outras entidades, como o IPAJUR – Instituto Paranaense de Estudos Jurídicos e Instituto Cultura da Paz, além de ter integrado a diretoria do Sindicato dos Advogados do Paraná.
Na adolescência participou de montagens do diretor teatral Adriano Sátiro.
Começou a compor, como letrista, em 2017, com “Sentimento puro”, musicada por Adriano Sátiro, autor do arranjo e execução dos instrumentos da gravação feita pela cantora Eliane Bastos.
Compôs, com Adriano Sátiro, as músicas “Dijo La Barca”, interpretada por Norma Cecy e “Temporal”, cantada pelo parceiro.
Em parceria com Reinaldo Godinho compôs “Alejado de mi”.
Entre suas composições (letra e música) constam “Delírio coletivo; “Cidadão de Bem” e “Teje preso”, interpretadas por Nilton Andrade.
Gravou de sua autoria as músicas “Rotina da loucura” (c/ Adriano Sátiro e Luknin), e “De Boa”, cantada por Adriano Sátiro.
Em 2024 foi o convidados especial do espetáculo “Cante Com Livros”, de Adriano Sátiro, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná, show no qual interpretou suas composições “Bronzeado palmito”; e “Pinhais de São José”, em dueto com Adriano Sátiro, também parceiro na composição.
No ano de 2025 produziu os singles “O principal”, cantada por Norma Cecy; “Pelas beiradas” e “Poor Palestine”, esta última gravada por Nilton Andrade, todas com arranjo e execução da maioria dos instrumentos por Adriano Sátiro. Neste mesmo ano, de 2025, lançou os singles “Sem despedida” e “Volta”, composições de sua autoria gravadas por Norma Cecy, acompanhada pela banda Dolores Atrois, integrada por Adriano Sátiro (arranho, guitarra, baixo e teclado) e Carlos Eduardo Araújo (bateria). Faixa com gravação, mixagem, engenharia e produção musical de Nilton Andrade, e produção executiva do próprio compositor.
