
Músico (multinstrumentista: flauta e saxofone). Compositor e produtor musical.
Aos oito anos de idade atuava como percussionista na banda marcial do Colégio Belarmino Pedro Ramos. Logo depois, passou a estudar trombone, flauta transversa e saxofone.
Em 1980 iniciou a carreira profissional no teatro participando como músico nas peças “Brincadeiras”, musical infantil de Raymundo Matos Leão e no ano seguinte, em 1981, participou dos musicais “Concerto para Virgulino sem Orquestra”, de Alcimar Vólia e Vital Santos, no Teatro Glauce Rocha; “Lampião no Inferno”, de Jairo Lima (Teatro Rival); “A Bombinha e o Sonho” (Infantil), de Luiz Pernambuco (Teatro Princesa Isabel) e “O Capim e a Rosa”, de Rafael de Carvalho, em temporada no Teatro SENAC Copacabana.
No ano de 1984 formou-se em flauta transversa pela Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro, tendo como professores Cuervos (Técnica em Respiração), Carlos Alberto (Flauta Transversa) e Juarez Araújo (Saxofone).
No ano posterior, em 1985, como músico participou da montagem do musical “Sem Sutiã”, dirigido por Celina Sodré, no palco do Teatro Rival.
Em 1988 participou da montagem de “Qualquer Nota”, musical com roteiro de Stella Miranda e Flávio Marinho, em temporada no Teatro Cândido Mendes.
Como músico-intérprete, atuou como solista em apresentações individuais e coletivas no Brasil e no exterior.
Em 1985, integrando o Duo Flauta & Piano (c/ Maria José Michalsky), fez diversas apresentações, através da Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, como no “Projeto Cultural Oito & Meia” (Prefeitura de Nova Friburgo); “Porão da Arte” e no Salão Azul Francisco Braga.
Em televisão participou como músico nos programas “Especial do Cantor Bebeto” (TVE/1988 e Rede Manchete/1989) e do “Globo de Ouro”, da Rede Globo, como músico de apoio da banda de Roberto Carlos e da banda RPM.
No ano de 1992, como integrante do grupo Sofres Porque Queres, participou do projeto “Esse chorinho que eu gosto” e do projeto “Quase Às Sete”, do Teatro Calouste Goubenkian. Neste mesmo ano gravou para a trilha sonora da novela “Mulheres de Areia”, da Rede Globo de Televisão.
Em 1998, como músico do grupo Karametade apresentou-se no “Jô Soares Onze e Meia” e em outros programas, tais como “Programa Livre-Serginho Groinsman” e “Luciano Hulk”.
Em 2002 ao lado de Valdir 7 Cordas (cavaquinho e arranjos), Josias Nunes (flauta), Valter Sete Cordas (violão), Luis Carlos (pandeiro) e Patrick Ângelo (violão), passou a integrar a nova formação do grupo Chapéu de Palha, com o qual se apresentava regularmente na “Roda de Choro do MIS” (Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro), projeto coordenado pelo violonista Luiz Otávio Braga.
No ano de 2004, fazendo parte do Chapéu de Palha, apresentou-se no Espaço J. Club, na Casa de Cultura Julieta de Serpa, com direção artística de Jorge Roberto Martins. Pelo Selo Rádio MEC BR o grupo lançou o CD “Sempre”, com arranjos de Moisés Pedrosa. No disco foram incluídas composições de Pixinguinha, Paulinho da Viola, Lupicínio Rodrigues e Alcides Nogueira, além da composição “Aeroporto do Galeão”, de autoria do flautista Altamiro Carrilho, com quem dividiu o solo da faixa.
Músico de carreira internacional passou pelos países, Emirados Árabes, Índia, EUA, Chile, Argentina e África (Costa do Marfim).
Como músico contratado da gravadora Sony Music trabalhou em diversos projetos instrumentais, e fez participação especial no disco “Jumping From Springboards”, da banda Eclipse, além de trabalhar com a cantora Neila em carreira sedimentada nos Estados Unidos.
No Brasil participou de inúmeras gravações nos estúdios da EMI-Odeon, Cia. dos Técnicos, Sony Music e Som Livre.
Entre os vários artistas com os quais trabalhou em estúdio destacam-se Tico da Costa; Alcione; Neila; Negritude Júnior; Wander Pires; Adriana Ribeiro; Grupo Fina Estampa; Orquestra Tupy; Roberto Frejat; Tony Platão; Jorge Benjor; Grupo Pirraça; João Nogueira; Boquinha da Garrafa; Mário Moreno; Nélio Torres; Swing & Simpatia e a cantora Ana Egito, com quem trabalha na noite carioca e fez a produção e arranjos do CD “Em Boa Companhia”, lançado em 2014.