0.000
Nome Artístico
Orlando Ribeiro
Nome verdadeiro
Orlando Ribeiro
Data de nascimento
Circa 1915
Local de nascimento
São Paulo
Data de morte
Circa 1980
Local de morte
São Paulo
Dados biográficos

Cantor.

Dados artísticos

Iniciou a carreira artística cantando em Rádios paulistas. Foi contratado pela gravadora Odeon e em dezembro de 1950 gravou o primeiro disco com acompanhamento da orquestra do maestro carioca e na ocasião interpretou em ritmo de samba a canção tradicional “Meu limão, meu limoeiro”, com arranjos de José Carlos Burle, e o samba “Que é amor?”, de Júlio Nagib. Em 1951, gravou dois sambas canção: “Terminou”, de José Roy e Orlando Monello, e “Amor”, de Alfredo Godinho e Francisco Neto. No ano seguinte, gravou com acompanhamento de orquestra os sambas “Maria Teresa”, de Valter Melo e Cacique; “Maldade”, de Júlio Nagib, e “Teus olhinhos”, de Rolando Candiano, e o samba canção “Falsidade”, de B. Fonseca; com acompanhamento de regional o chótis “Mariana”, de Humberto Teixeira, e o cateretê “Laço branco”, de Ary Barroso, e com acompanhamento de conjunto melódico os sambas canção “Tentaste mentir”, de Humberto Teixeira e Felícia Godoy; “Lamento”, de Fábio de Almeida e Laert Palmeira, e “Implorar… Eu não”, de Francisco Neto e Humberto Carvalho, e o samba “Sempre só”, de Luiz Bittencourt. Seguiu fazendo apresentações em Rádios paulistas como a Record, Tupi e Cruzeiro do Sul, entre outras. Em 1953, com acompanhamento de orquestra gravou a valsa “Guarujá”, de Victor Simon e David Raw, cantando os encantos daquela praia paulista, a canção “É tarde demais”, de W. Cool, e versão de Ariovaldo Pires, conhecido como Capitão Furtado, a valsa “Sob o céu de Paris”, de H. Giraud, e versão também de Ariovaldo Pires, e o samba canção “Fume um cigarro”, de David Raw e Victor Simon. Em 1954, quando das comemorações pelo quarto centenário de fundação da cidade de São Paulo gravou duas marchas da dupla Américo Campos e Moacir Braga homenageando a data “Miss centenário” e “Garota paulista”. Na ocasião contou com o acompanhamento do maestro Luis Arruda Paes e sua orquestra. Gravou ainda no mesmo ano os foxes “Ternamente”, de Lawrence e Gross, com versão de Alberto Ribeiro, e “Pretenda”, de Douglas, Parman, Bellol e Lavere, e versão de Alfredo Ribeiro. Em 1955, gravou com coro e orquestra a marcha “Velho metido”, de Alfredo Borba e Oliveira, sucesso no Uruguai naquela ocasião. Por conta desse sucesso fez excursão a Montevideu e cantou em Rádios locais. No mesmo ano, gravou o fox “Bella, bella dona”, de G. Winkler e K. Feltz, e versão de Osvaldo Santiago; a valsa “Encontro no sábado”, de Tito Madi e Gerges Henry, e o hino “Campeão do centenário” homenageando o Corinthians, campeão paulista de futebol daquele ano, e o samba “Gata borralheira”, ambas de Alfredo Borba. Por conta do sucesso da marcha “Velho sabido” apresentou-se também no Rio de Janeiro e ainda em 1955 gravou o samba “Rio triste”, de Tito Madi, compositor que conheceu na então capital federal, e o beguine “Cerejeira rosa e macieira branca”, de Loiguy e Júlio Nagib. Alcançou relativo sucesso na década de 1950 quando chegou a gravar obras de compositores como Ary Barroso, Humberto Teixeira e Tito Madi.

Discografias
1955 Odeon 78 Bella, bella dona/Encontro no sábado
1955 Odeon 78 Campeão do centenário/Gata borralheira
1955 Odeon 78 Rio triste/Cerejeira rosa e macieira branca
1954 Odeon 78 Miss centenário/Garota paulista
1954 Odeon 78 Ternamente/Pretenda
1953 Odeon 78 Guarujá/É tarde demais
1953 Odeon 78 Sob o céu de Paris/Fume um cigarro
1952 Odeon 78 Lamento/Implorar...
1952 Odeon 78 Maldade/Teus olhinhos
1952 Odeon 78 Maria Teresa/Falsidade
1952 Odeon 78 Mariana/Laço branco
1952 Odeon 78 Tentaste mentir/Sempre só
1951 Odeon 78 Terminou/Amor
1950 Odeon 78 Meu limão, meu limoeiro/Que é amor?