Percussionista. Compositor. Arranjador.
Em 1981, estudou composição e arranjo no Berkley College of Music (Boston – EUA) e foi professor no Hartford Creative Studio.
Radicou-se em São Paulo (SP).
Começou a carreira na Boate Jogral, em São Paulo, aos 17 anos.
Em 1968, formou no jogral o Trio Mocotó com Luiz Carlos (Fritz) e Nereu. Nesse mesmo ano o trio começou a desenvolver a batida que ficaria famosa nos anos 70 junto com o violão de Jorge Benjor.
Depois de participar com Jorge Benjor em shows (Festival do Miden) e gravações (País tropical), o Trio Mocotó lançou o primeiro LP intitulado “Muita zorra”. Por essa época, participou do show “Encontro” com Vinicius de Moraes e Toquinho.
Nos anos 80, de volta dos EUA, acompanhou Ivan Lins no show “Um novo tempo”. Também participou do projeto, “Prisma/Ponte das estrelas”, com César Camargo Mariano, no qual se destacou na música “Xique-xique”, parceria com o baterista Azael Rodrigues.
A partir de 1985, começou a pesquisar percussão eletrônica, quando colaborou novamente com Ivan Lins em um show da dupla, baseado em teclados e percussão eletrônica e acústica.
Ao longo de sua carreira trabalhou com Milton Nascimento, Paulinho da Viola, Chico Buarque, Gilberto Gil, Dizzy Gillespie, Michel Legrand, Al di Meola, entre outros.
Em 1995, fez uma temporada com Oswaldinho do Acordeon no teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. No ano seguinte participou da gravação do LP “Percussão contemporânea brasileira”.
Em 1996, lançou seu primeiro disco solo, “Kizumba”, pela gravadora Visom.
Em 2011 lançou o CD “O samba no balanço do jazz”, com 13 faixas, dentre as quais “Búzios”, “Kukukere” e “Sambou, sambou”.
Em 2020 lançou o álbum instrumental e autoral “Futuro primitivo”, com músicas como “Piraquara”, “Primeira feira”, “Sambácido”, “Dezomensnamata”.
Em 2025 lançou o álbum “Mangundi”, com oito faixas inéditas e autorais, dentre as quais “Groove do avião”, “Afrodunja”, “Bolo de fubá” , “Forró world”, “Xei-lá Town”, entre outras.
