0.000
Nome Artístico
Cláudio de Barros
Nome verdadeiro
Cláudio de Barros
Local de nascimento
Itanhandú, MG
Dados biográficos

Cantor. Compositor.

Dados artísticos

Começou cantando na Rádio Gazeta de Belo Horizonte. Em 1954 fez sua estréia em discos pela Columbia interpretando o samba canção “Não convém insistir”, de Odilon Noronha e o baião “Saudade”, de Jaime Redondo. Em 1958 foi ouvido pelo compositor e produtor Palmeira que o levou para a gravadora Chantecler, na qual estreou dividindo disco com José Orlando. Na ocasião, gravou de sua autoria a marcha “Copacabana”. No ano seguinte gravou de sua autoria o tango “Cinzas do passado”, que se tornou um enorme sucesso e de sua autoria e Mário Zan o rasqueado “Meu primeiro beijo” e de Mário Terezópolis o tango “Destino”. Em 1960 registrou de sua autoria o tango “Fracasso de amor”, de sua autoria e J. M Alves, o tango “Pobre boêmio” e do maestro Guerra Peixe, o bolero “Cartas recebidas”. No ano seguinte gravou o samba “Ponte da Vila Maria”, de sua autoria e Ivani Soares, marcha “Cabelo branco”, parceria com Huagih Bacos, o rasqueado “O beijo”, parceria com Valter Amaral e o tango “Taça da amargura”, parceria com Osvaldo Bettio, entre outras. Em 1962 gravou de sua autoria o rasqueado “Sou de Ponta Porã,” de Murilo Alvarenga e Delamare de Abreu, o tango “Quem viu esta mulher outrora” e de Osvaldo Bettio e Ariovaldo Pires, o lendário Capitão Furtado, a toada lundu “Amor e ciúme”. No ano seguinte fez em parceria com o compositor e produtor Teddy Vieira o arrasta-pé “Toca sanfoneiro”, gravado na mesma época. Entre seus grandes sucessos estão “Teu desprezo”, “Madrugada fria”, “O beijo” e “O divórcio”. Lançou ainda pela CID o LP “Ternura, amor e paz”. Segundo o instrumentista e produtor Robertinho do Acordeon, foi o primeiro artista a migrar do chamado gênero romântico e passar para o sertanejo, assim como faria anos depois o cantor Sérgio Reis.

Discografias
1963 Chantecler 78 Borboleta do amor/Toca sanfoneiro
1963 Chantecler 78 Quando alguém vai embora/Oração da paz
1962 Chantecler 78 Ela foi embora/A mulher e o colibri
1962 Chantecler 78 Quem viu esta mulher outrora/Sei que os teus olhos choram
1962 Chantecler 78 Sou de Ponta Porã/Cidade
1962 Sertanejo 78 Xote do feijão/Amor e ciúme
1961 Chantecler 78 Não sei/Casaco de pelúcia
1961 Chantecler 78 O beijo/Taça da amargura
1961 Chantecler 78 Ponte da Vila Maria/Cabelo branco
1961 Chantecler 78 Teu desprezo/Saudade de Maria
1960 Chantecler 78 Cartas recebidas/Pobre boêmio
1960 Chantecler 78 Coração magoado/Meu pecado
1960 Chantecler 78 Fracasso de amor/Arrependimento
1959 Chantecler 78 Cinzas do passado/Meu primeiro beijo
1959 Chantecler 78 Destino/Sem destino
1959 Chantecler 78 Moendo milho/Madrugada fria
1959 Chantecler 78 Olha à direita
1958 Chantecler 78 Copacabana
1954 Columbia 78 Espiritualmente/Amor...ilusão
1954 Columbia 78 Não convém insistir/Saudade
S/D CID LP Ternura, amor e paz
Obras
Amor... ilusão (c/ Francisco Lacerda)
Borboleta do amor (c/ J. M. Alves)
Cabelo branco (c/ Huagih Bacos)
Cidade
Cinzas do passado
Copacabana
Ela foi embora (c/ José Xavier)
Fracasso de amor
Madrugada fria (c/ Tito Baccarin)
Meu primeiro beijo (c/ Mário Zan)
Moendo milho (c/ Zé da Pinta e João Gonzalez)
Não sei (c/ Hélio de Alencar)
O beijo (c/ Valter Amaral)
Oração da paz (c/ Aparecido)
Pobre boêmio (c/ J. M. Alves)
Ponte da Vila Maria (c/ Ivani Soares)
Saudade de Maria
Sei que os teus olhos choram (c/ Pedro Dotto)
Sem destino (c/ Jucata)
Sou de Ponta Porã
Taça da amargura (c/ Osvaldo Bettio)
Teu despreso (c/ Geraldo Blota e Serafim Costa Almeida)
Toca sanfoneiro (c/ Teddy Vieira)
Xote do feijão
Bibliografia Crítica

AZEVEDO, M. A . de (NIREZ) et al. Discografia brasileira em 78 rpm. Rio de Janeiro: Funarte, 1982.