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Nome do Grupo
Grupo Vera Cruz
Componentes

Carlos Henrique Machado (Baiano)

Ciron Silva

Tadeu Freitas

Zeildo Menezes

Dados Históricos e Artísticos

Grupo formado por Carlos Henrique Machado Freitas (Baiano), Ciron Silva, Tadeu Freitas e Zeildo Menezes. Carlos Henrique Baiano: bandolinista, violonista e compositor. Seu avô tocava bandolim e cavaquinho. O pai, violonista chorão, era fã de Dilermano Reis. Integrou o grupo Cinco no Choro. Participou do grupo Língua de Preto ao lado de Josephine Carneiro (flauta), Andriana Freitas (cavaco), Mário Tarcitano (percussão), Paulo Urzedo (violão), Ciron Silva (violão de 7), Tadeu Freitas (pandeiro) e Zeildo Menezes (violão). O nome do grupo foi retirado da polca-lundu “Língua de preto” de Honorino Lopes, regravada por Jacob do Bandolim em 1949 e logo depois por Garoto. Um dos fundadores do Grupo Vera Cruz. Ciron Silva: músico, violonista de seis e sete cordas. Pertenceu aos grupos Cinco no Choro e Língua de Preto. Também fundador do Grupo Vera Cruz. Tadeu Freitas: pandeirista e compositor. Recebeu do bandolinista Rossini Ferreira o apelido de Zico de Pandeiro. Pertenceu aos grupos Cinco no Choro e Língua de Preto. Zeildo Menezes: violonista de seis cordas. Foi um dos fundadores do grupo Língua de Preto, responsável por uma das mais conhecidas rodas de choro da cidade de Volta Redonda, Roda Redonda de Choro. Uma das primeiras apresentações do Grupo Vera Cruz no Rio de Janeiro foi no “Festival Chorando no Rio”, classificando-se entre as 36 finalistas com a composição “Meu pandeiro no choro”, de autoria de Carlos Henrique Baiano e Tadeu Freitas. Em 2002 o Grupo Vera Cruz lançou “Comigo não, violão”, primeiro CD solo. No disco foram interpretadas 14 composições de autoria de Carlos Henrique Machado Freitas, também conhecido como Carlos Henrique Baiano, entre elas, “Orchidea”, “Os tamancos do Manduca”, “Serenata brasileira”, “Uma polca para Andiana”, “Vô Quincão na viola”, “Besteirinha Bate Prato”, “Bira na quinta” e “Boêmio da vila”, além de “Meu pandeiro no choro” e a faixa-título “Comigo não, violão”, composta em homenagem aos dois violonistas do grupo.

Discografias
2002 Independente CD Comigo não, violão
Obras
Besteirinha Bate Prato (Carlos Henrique Baiano)
Bira na quinta (Carlos Henrique Baiano)
Boêmio da Vila (Carlos Henrique Baiano)
Comigo não, violão (Carlos Henrique Baiano)
Eterno amor (Carlos Henrique Baiano)
Gahyde (Carlos Henrique Baiano)
Meu pandeiro no choro (Carlos Henrique Baiano e Tadeu Freitas)
Nica-nor choro (Carlos Henrique Baiano)
O trombone do Toninho (Carlos Henrique Baiano)
Orchidea (Carlos Henrique Baiano)
Os tamancos do Manduca (Carlos Henrique Baiano)
Serenata brasileira (Carlos Henrique Baiano)
Uma polca para Andiana (Carlos Henrique Baiano)
Vô Quincão na viola (Carlos Henrique Baiano)
Bibliografia crítica

ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira – Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.

AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008; 2ª ed. Esteio Editora, 2009.