
Instrumentista (baixista e tecladista). Técnico de gravação. Produtor musical.
Filho de Dadi (baixista, compositor e cantor). Sobrinho de Mú Carvalho (tecladista, compositor e produtor musical), Sérgio de Carvalho (produtor musical) e Heloisa Tapajós (pesquisadora de MPB). Inicialmente autodidata, foi aluno de Ivan Fonseca (teoria musical). Após cursar alguns períodos da Escola Superior de Desenho Industrial (ESDI), abandonou a faculdade para se dedicar integralmente a seu trabalho na área musical.
Começou a carreira profissional no final da década de 1990, no estúdio AR, inicialmente como assistente e, em seguida, com edições digitais e como técnico de gravação e mixagem.
Trabalhou, também como assistente, no estúdio Geléia Geral e no estúdio Toca do Bandido, de Tom Capone, tendo sido responsável pelas edições digitais nos CDs “Maria Rita” (Maria Rita) e “O silêncio q precede o esporro” (O Rappa).
Atuou com Cássia Eller (técnico de monitor em shows do PercPan), Adriana Calcanhotto (técnico de PA e monitor em shows e no CD single “O poeta aprendiz”, do livro homônimo lançado pela cantora, baseado na canção de Toquinho e Vinicius de Moraes), Thalma de Freitas (técnico de gravação e mixagem do CD “Thalma de Freitas”), Marisa Monte (edição digital do CD “Memórias, crônicas e declarações de amor”), Caetano Veloso (fez parte da equipe técnica na gravação do DVD “Noites do Norte”), Ivete Sangalo (gravou e mixou “Eu e você”, de Tim Maia, para um comercial de TV) e Moreno Velloso (técnico de som na turnê mundial de shows).
Em televisão, foi responsável pela sonorização e mixagem dos programas “Um pé de que?” (TV Futura) e “Que história é essa?” (TV Futura), apresentados por Regina Casé, e em quadros no programa “Fantástico” (Rede Globo).
Em cinema, trabalhou nas trilhas sonoras dos seguintes filmes: “Árido movie”, de Lírio Ferreira (mixagem), “Dois filhos de Francisco – A história de Zezé di Camargo e Luciano”, de Breno Silveira (como músico e técnico de gravação), “Meu tio matou um cara”, de Jorge Furtado (técnico de gravação dos “offs” do ator Darlan Silveira), “Bendito fruto”, de Sérgio Goldenberg (mixagem da canção “Linha do Horizonte“, de Paraná e Paulo Sérgio Valle, gravada por Luiz Melodia), “Lisbela e o prisioneiro”, de Guel Arraes (técnico de gravação e mixagem da canção “Habla de mi”, de Caetano Veloso, gravada pela Orquestra Imperial), “Casseta & Planeta – A taça do mundo é nossa”, de Lula Buarque de Hollanda (técnico de gravação, edição e programação da canção “Esqueça”, versão de “Forget him”, gravada por Marisa Monte).
Em teatro, trabalhou na trilha sonora dos espetáculos de dança “Casa” e “Nó”, coreografados por Débora Colker (técnico de mixagem).
Como músico, atuou com Fernanda Abreu (programações e samplers em shows de carreira e no Rock in Rio III), Davi Moraes (teclados e programações em shows) e Tribalistas (samplers em apresentações do grupo em Paris).
Assinou consultoria e projeto acústico para show de Adriana Calcanhotto em evento na Torre do Rio Sul (RJ), em 2005.
Foi sócio do estúdio Monoaural, juntamente com Berna e Kassin, onde atuou como técnico de gravação e mixagem em CDs como “Cantada” (Adriana Calcanhoto), “Soy rapeiro” (vários artistas cubanos), “Eu e meu guarda-chuva” (ópera-rock infantil de Branco Mello) e trabalhos de Sargenji, Rubinho Jacobina e Totonho e Os Cobra.
Produziu, gravou e mixou o CD da tribo Ashaminka, projeto especial (disco e documentário) patrocinado pelo governo do Acre, e o primeiro CD solo do baixista Dadi (2005). Fez também a gravação e mixagem do disco Cê, de caetano veloso (2006), primeiro da trilogia formada também por Zii e Zie (2009) e Abraçaço (2012).
Em 2017, gravou, mixou e masterizou o segundo álbum dos Tribalistas.
E 2019, gravou e mixou o álbum digital Los Hermanos.