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Nome artístico
Maurício Kubrusly
Nome verdadeiro
Maurício Kubrusly
Data de nascimento
28/8/1945
Local de nascimento
Rio de Janeiro, RJ
Dados biográficos

Jornalista. Crítico musical.

Na década de 1980 comandou o programa “Senhor Sucesso”, na Rádio Excélsior, de São Paulo

Entre os anos de 2000 e 2017 apresentou uma coluna musical intitulada “Me Leva, Brasil” no programa “Fantástico”, da Rede Globo.

Trabalho como crítico musical em vários jornais, e ainda, na Revisa Somtrês.

Em 2019 afastou da televisão.

O jornalista foi diagnostica com “Demência Frontotemporal”, retirando-se da vida artística para a sua casa no Sul da Bahia, onde vive com a sua esposa, a arquiteta Beatriz Goulart.

 

No ano de 2024, foi lançado o documentário “Kubrusly: Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí”, dirigido por Evelyn Kuriki e Caio Cavechini, com cenas de um encontro do jornalista e crítico musical com Gilberto Gil. Segundo o compositor:

“Observador profundo da sensibilidade.”

O filme foi exibido na “Mostra de Cinema de Gostoso”, organizada pelo cineasta Eugênio Pupo, em uma sala de cinema montada ao ar livre na cidade de São Miguel do Gostoso, no Estado do Rio Grande do Norte. Logo depois, foi exibido também no Canal Globoplay. De acordo com Eugênio Pupo:

“Mauríciio Kubrusly marcou a TV brasileira com uma personalidade própria e um jeito irreverente de fazer reportagem. Ele sempre deu muita atenção à cultura, destacando músicos e bandas interessantes que surgiam, sobretudo, em São Paulo.”

Em uma das entrevista do documentário, o músico e compositor Luiz Tatit lembra que entre os anos de 1970 e 1980, Kubbrusly foi o primeiro crítico a entender que músicos como ele, Itamar Assumpção e Arrigo Barnabé formavam um novo movimento, depois chamado de Vanguarda Paulistana, comenta o jornalista Ruan de Souza Gabriel na matéria “Caminhos que não se apagam”, no Segundo Caderno do jornal O Globo.

Dados Atividade Específica

Iniciou sua carreira profissional atuando como repórter do “Boletim Cambial” e, em seguida, do “Jornal do Brasil”, no Rio de Janeiro.

Mais tarde, transferiu-se para São Paulo, onde dirigiu a redação da sucursal paulista do jornal carioca. Trabalhou, depois, no “Jornal da Tarde”, no qual, além de outras funções, assumiu a direção da editoria de pauta e de artes & espetáculos e manteve uma coluna.

Paralelamente, escreveu matérias para diversas revistas e jornais, como “Senhor” e “Folha de S. Paulo”, entre outros.

A seguir, passou a trabalhar na Editora Três, onde criou e dirigiu, durante 10 anos, a “Somtrês”, primeira revista brasileira de música & áudio.

Ao mesmo tempo, começou a atuar no rádio, ao lado do crítico J. Jota de Moraes, no programa de música erudita contemporânea “Primeira audição”, transmitido pela FM Gazeta (SP).

Participou dos júris de diversos festivais.

Trabalhou, ainda, em televisão, inicialmente na TV Cultura (SP), onde atuou como comentarista de música popular do programa semanal “Panorama”, e, em seguida, na Rede Globo (SP).

Manteve, na Rádio Excelsior (depois CBN/SP), o programa diário “Sr. Sucesso”, assumindo, posteriormente, a direção da Excelsior FM.

Trabalhou como crítico musical da TV Globo, passando, depois, a atuar como repórter em todos os jornais da emissora e, em seguida, com quase exclusividade para o programa “Fantástico”.

A partir de 2000, passou a assinar uma coluna semanal de música popular para a revista “Chiques & Famosos”.

Publicou o livro de ficção “13 Pontos”.