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Vanusa

Vanusa Santos Flores
22/9/1947 Cruzeiro, SP
8/11/2020 Santos, SP

Dados Artísticos

Iniciou a carreira em 1966, nos últimos tempos da Jovem Guarda, apresentando-se na TV Excelsior, concorrente da TV Record, que apresentava o programa Jovem Guarda, chegando a participar do famoso programa vesperal, apenas em suas duas últimas edições. Em 1966, estreou na televisão apresentando-se no programa de Eduardo Araújo, o Bom, na extinta TV Excelsior de São Paulo. Ainda no mesmo ano, foi contratada pela RCA Victor e fez sucesso com a canção "Pra nunca mais chorar", de Eduardo Araújo e Carlos Imperial. Foi justamente esse suceso que a introduziu no ambiente do programa da Record. Logo depois, passou a atuar com Renato Aragão e Wanderley Cardoso no programa Adoráveis Trapalhões, da TV Record de São Paulo.

Em 1968, gravou seu primeiro LP, na RCA Victor, no qual estreou também como compositora, com as músicas "Mundo colorido" e "Perdoa", além de "Eu não quis magoar você", esta em parceria com David Miranda. Nos anos seguintes, atuou em diversos festivais no Brasil e no exterior. Em 1971, participou do VI FIC, da Rede Globo, com "Namorada", que fez grande sucesso em parceria com o seu então marido Antônio Marcos. Em 1973, lançou LP pela Continental, trazendo seu maior sucesso, a música "Manhãs de setembro", parceria com Mário Campanha. Em 1974, ganhou o prêmio de revelação feminina no Festival de Piriapolis, realizado no Uruguai. No ano seguinte lançou o LP "Amigos novos e antigos", no qual gravou três composições de sua autoria, "Rotina", com Mário Campanha, "Espelho", com Sérgio Sá e "Vinho rosé da rainha sem rei", com Gabino Correia. Esse disco estourou com a faixa "Paralelas", composição de Belchior, uma das canções que marcaram a carreira da cantora.

Em 1977, lançou pela gravadora Copacabana, com o cantor Ronnie Von, o LP "Cinderela 77", trilha sonora de novela de televisão com o mesmo nome. No mesmo ano, gravou o LP "Vanusa 30 anos", no qual interpretou "Lá no pé da serra", de Elpídeo dos Santos e "Problemas", de Mauro Motta e Raul Seixas. Ao longo dos anos 1980, prosseguiu com sua carreira gravando vários discos e participando de festivais. Ficou em terceiro lugar no Festival de Seul, realizado na Coréia do Sul, com "Mágica loucura", em parceria com Augusto César Vannucci. Em 1982, gravou "Basta um dia", de Chico Buarque. Em 1985, gravou "Nossa canção", de Pisca e Ronaldo Bastos e "Canção dos amantes", de Renato Teixeira. Em 1991, participou do famoso Festival de Viña del Mar, no Chile, quando obteve o quinto lugar com "Quando o amor termina", em parceria com Sérgio Augusto.

Em 1991, lançou o LP "Viva paixão", no qual interpretou "Paralelas", de Belchior. Em 1994 lançou "Hino ao amor", pela Leblon Discos, no qual interpretou a música título, de Edith Piaf e M. Monet, além de "Traição" e e"Arco-íris", de sua autoria, entre outras. Em meados da década de 1990, começou a escrever a sua autobiografia intitulada "Vanusa - a vida não pode ser só isso!", publicada em 1997, pela editora paulistana Saraiva. Ainda em 1997, teve seu show "A arte do espetáculo" gravado e lançado em CD pela RGE. Nos primeiros anos 2000, continuou em atividade, apresentando-se em programas televisivos e shows pelo Brasil. Em 2001, a BMG lançou dois CDs com a regravação de quatro de seus LPs.

Em 2005, participou de diversos eventos e shows comemorativos dos 40 anos da Jovem Guarda, o projeto "Festa de arromba- 40 anos da Jovem Guarda", apresentado durante todo o mês de agosto, noTeatro II do CCBB (Centro Cultural do Banco do Brasil), no Rio de Janeiro, passando também por Brasília e São Paulo, no qual fez dupla com os Golden Boys, em temporada de 3 dias, alternada com outros expoentes da Jovem Guarda, que também se apresentaram em duplas, como Erasmo Carlos e Wanderléa, Jerry Adriani e Waldirene, Wanderley Cardoso e Martinha. Com agenda lotada, a cantora participou de gravações, shows e programas comemorativos por todo o Brasil. Em 2015, lançou o CD "Vanusa Santos Flores", seu priemrio disco de músicas inéditas depois de 20 anos. Produzido por Zeca Baleiro, o CD contou com as músicas "Esperando aviões", de Vander Lee; "Compasso", de Angela Rô Rô e Ricardo MacCord; "Abre aspas", de Nô Stopa e Marcelo Bucoff; "O silêncio dos inocentes", de Zé Ramalho; "Traição", de sua autoria; "Era disso que eu tava falando", de Renata Fausti e Mário Marcos; "Tapete da sala", sua com Luiz Vagner e Antonio Luiz; "Haja o que houver", de Pedro Ayres Magalhães; "Tudo aurora", com Zeca Baleiro, e "Mistérios", de Zé Geraldo e Mário Marcos.

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