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Mauro de Almeida

João Mauro de Almeida
22/1/1882 Rio de Janeiro
19/7/1956 Rio de Janeiro

Dados Artísticos

Entrou para a história da Música Popular Brasileira por ter escrito parte da letra de "Pelo telefone", uma das composições mais polêmicas de todos os tempos. Desde o seu lançamento, em dezembro de 1916, apareceram vários pretendentes à sua autoria, devido à própria natureza da composição, surgida numa roda de samba onde diversos participantes improvisavam versos e melodia. O teatrólogo, ao que consta, nunca se preocupou em afirmar sua participação na autoria desse samba. Em carta ao jornalista Arlequim, disse ser tão somente o "arreglador" dos versos. Começou a carreira de jornalista na redação de "A Folha do Dia", do Rio de Janeiro, como repórter policial e cronista carnavalesco, ramo do jornalismo que o consagraria. Escreveu diversas peças de teatro, entre as quais: " Presidente antes de nascer", "Adeus", "Não lhe pague", "Amor e modas", "Viúva alegre", "Com a corda no pescoço", "Desarvorada do amor", "Do cruzeiro ao cruzeiro", "Cozinheira granfina", "Decadência", "Sempre chorada", algumas delas feitas em parceria com Luís Rocha e Cardoso de Meneses.

Foi sócio fundador da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais - SBAT (1917). Publicou uma coletânea de peças curtas, denominada "Ondas teatrais". Manteve uma coluna no jornal "A rua", usando o pseudônimo de "Peru dos pés frios", pelo qual era conhecido nos clubes carnavalescos que freqüentava. Em 1918 compôs com Pixinguinha e Donga o samba "O malhador", gravado por Baiano na Odeon.

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