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Marina Iris

Marina Iris Gonçalves de Lima
2/2/1984 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 2014 lançou seu CD de estreia “Marina Iris”, com músicas autorais como “Estreia” (c/ Manu da Cuíca) e “Papagaio”, com a participação de Lucio Sanfilippo. O show de lançamento do disco foi apresentado no Teatro Rival, no Rio de Janeiro. Foi a idealizadora do projeto ÉPreta, coletivo formado por cantoras negras, em que se juntou a Marcelle Motta, Maria Menezes, Nina Rosa e Simone Costa. A iniciativa surgiu em 2016, com a gravação do clipe da música “Pra matar preconceito”, de Manu da Cuíca e Raul DiCaprio. No ano seguinte lançaram, no Dia da Conciência Negra, o EP “ÉPreta”, com sete faixas, sendo três de sua autoria: “Abayomi” (c/ Marcelle Motta, Maria Menezes, Nina Rosa e Simone Costa), “Pra me jogar” (c/ Raul Di Caprio) e “Vou cantar até o fim” (c/ Celso Lima).  Em 2018 lançou, pelo selo Biscoito Fino, o CD “Rueira”, com 11 faixas, todas com letra de Manu da Cuíca e melodia, arranjos e direção musical de Rodrigo Lessa. A música-título foi sua música de trabalho. Em 2019 interpretou o samba enredo “História pra ninar gente grande”, da escola de samba Mangueira, vencedora do carnaval, em uma sessão solene em homenagem à vereadora assassinada Marielle Franco, realizada no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF). Lançou o CD “Voz bandeira”, produzido por Ana Costa com as participações de Maíra Freitas (piano) em “Travessias” (Ana Costa e Manu da Cuíca), Leci Brandão em “Carnaval de rua” (Manu da Cuíca e Tomaz Miranda), Fabiana Cozza em “Velha senhora” (Leandro Fregonesi e Teresa Cristina), Marcelo Motta em “Mana que emana” (Thiago da Serrinha e Bruno Barreto). O disco teve incursões poéticas entre as músicas, entoadas pelas vozes femininas das escritoras Conceição Evaristo, Elisa Lucinda e Ana Maria Gonçalves.

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