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Lilico

Olivio Henrique da Silva Fortes
8/10/1937 Rio de Janeiro, RJ
23/9/1998 Cabo Frio, RJ

Dados Artísticos

Quando criança foi vendedor de balas em programas da Rádio Nacional. Iniciou a carreira artística como calouro no programa Trem da Alegria apresentado por Lamartine Babo e no qual se iniciou quando foi convidado para completar o quadro de calouros num dia em que faltava candidatos. Apresentou-se cantando um samba imitando Jorge Veiga e agradou tanto que acabaria contratado como humorista. Em seguida foi convidado por Geisa Bôscoli para estrelar uma comédia teatral. Em 1968, começou a carreira televisiva no programa "Balança mas não cai" da TV Globo. Em seguida, na mesma emissora passou a atuar no programa "Oh, que delícia de show" apresentado por Célia Biar. Em seguida, o programa passou a se chamar "Alô Brasil, aquele abraço" a partir de um bordão de sua autoria. Em seguida foi convidado a atuar no programa "A praça da alegria" no qual criou o personagem "O homem do bumbo" que usava o bordão "Tempo bom. Não volta mais. Saudade. Quanto tempo faz" e que acabaria por consagrá-lo. Em 1970, estreou como cantor e compositor gravando com bastante sucesso o samba "Tempo bom", parceria com Grande Otelo, que acabou se transformando num bordão de seu personagem televisivo. No mesmo ano, gravou o samba "Mulher do colaço", parceria com David Raw e Lair Moreira, e as marchas "Cachorro que late" e "Quem é esse cara?". Ainda em 1970, lançou o LP "Eu "Show" o invocado" pelo selo Equipe no qual no lado A contou piadas e no lado B interpretou as músicas "É bonito isso", de sua autoria; "Tempo bom", com Grande Otelo; "Mulher feia", de Luis Boquinha; "Eu fiz você chorar", com David Raw e Peggy Aubry, e "A viola do Zé", de Nilo Dias e Orlando Rossi. Em 1971, fez sucesso no carnaval com a marcha "Carnaval da bicharada", parceria com Carlos Marques e Catupiri. Em 1972, lançou o LP "Uma paulada na moleira" pelo selo Musicolor/Continental no qual contou anedotas além de registrar as músicas "Conversa fiada", de Joãozinho da Pecadora; "Caminhada", com Nelson de Souza; "Ninguém quer me dar", com Carlos Imperial, e "Tem tarrafa na futaba", "Não esquenta a cabeça com isso não" e "É isso aí bicho", de sua autoria. Gravou para o carnaval de 1974, em duo com o ator Lúcio Mauro a marcha "Eu choro sim", de Carlos Silva. Em 1977, lançou o LP "Lilico especial show" pela Entré/CBS no qual recitou textos humorísticos e cantou as músicas "Depois que inventaram tá ruim", "Flor menina" e "Assassinato no galinheiro", de sua autoria, além de "Pai velho", de Luis Moreno e Geraldo Gomes, e "Silêncio do meu quarto", de Waldemar Silva e Tito Mendes. Dois anos depois lançou pela Tapecar o LP "Lilico de Bangu, Realengo, Padre Miguel..." interpretando "Festa do Rádio",  "Atenção partideiros", "Amor palavra simples", "Confusão na panelada", "A véia que casar", "Mata virgem", "Mané apanha da mulher" e "Yá Yá brigou com Yó Yó", todas de sua autoria, além de "Sugesta no malandro", com Carlinhos do Império; "Sambista cansado", de Tito Mendes e Humberto Santos, e "Tira a butuca do balaio dela", com Tito Mendes. Em 1980, lançou um último LP pela Entré/CBS intitulado "O homem de um bumbo só em as que o Bocage não contou".  O lado A desse disco trazia-o contando piadas e no lado B interpretando as músicas "Melô do bumbo", com Laranjeiras; "A turma da minha rua", com Messias Holanda; "Mangueira meu amor", com Geraldo Gomes; "Exaltação aos mineiros" e " Não case não case", de sua autoria, além de "Eu sou um homem pra frente", de J. Canseira. Seu último trabalho foi no humorístico "A Praça é Nossa" no SBT.

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