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Elaine Machado

Eunice Tavares Machado
5/6 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Começou a carreira artística apresentando-se na noite em clubes e casas noturnas, além de palcos dos hotéis Sheraton Rio e Nacional, e ainda em rodas de samba nas quadras de escolas de samba, tais como a roda de samba "Casa de Bamba", na quadra da Escola de Samba Vila Isabel, onde conheceu os compositores Beto Sem Braço, Tião Graúna, Martinho da Vila, entre outros. Na ocasião, convidada por Beto Sem Braço, seu padrinho artístico, passou a frequentar a roda de samba do Cacique de Ramos, entre outras do cenário carioca. Em 1980, interpretando a faixa "Pra tirar coco" (Beto Sem Braço, Jorginho Saberás e Bevilaqua), participou do LP "Forró com malícia", lançado pela gravadora RCA. Neste mesmo ano, de 1980, participou do disco "Samba de Roda de Salvador", pela gravadora Keitel. No ano de 1983 concorreu com o samba-enredo "O Rei da Costa do Marfim visita Xica da Silva em Diamantina" na Escola de Samba Imperatriz Leopoldinense, com o qual a Escola classificou-se em 4º lugar no desfile do Grupo 1 A naquele ano na avenida. No ano seguinte, em 1984, participou do LP "Funeral do Ricardão", de Dicró, na faixa "Uso e abuso", de Dicró e Nilo da Bahia. Em 1985, ao lado de Zeca Pagodinho, Mauro Diniz, Jovelina Pérola Negra e Pedrinho da Flor, fez parte do disco "Raça brasileira", produzido por Milton Manhães para a gravadora RGE. No LP interpretou a faixa-título "Raça brasileira", composta em parceria com Mathias de Freitas e Zé do Cavaco. Também compôs e interpretou a música "Pingueira", parceria com G. Martins e Mathias de Freitas. Segundo o escritor e pesquisador de MPB Euclides Amaral, no livro "Alguns Aspectos da MPB", de 2008:   "Um dos discos mais emblemáticos no início do pagode carioca é o LP 'Raça brasileira', produzido por Milton Manhães em 1985 para a gravadora RGE. Do disco fizeram parte Mauro Diniz, Jovelina Pérola Negra, Zeca Pagodinho, Pedrinho da Flor e Elaine Machado. Nos anos seguintes vários desses artistas foram lançados em carreira solo bem sucedidas."     No ano posterior, em 1986, com produção de Milton Manhães, lançou o disco solo "Jeito maneiro", no qual incluiu a composição autoral "Amor envolvente" (c/ Antoniquim) e outros compositores com as músicas "Moenda" (Nei Lopes); "Até o tempo para" (Zé Catimba e Ratinho); "Calanguear" (Elson do Forrogode e Totonho); "Comida boa" (Jaiminho da Vila); "Prendas do lar" (Marquinhos Lessa e Almir Araújo); "Coisas do mar" (Mauro Diniz e Ratinho); "Ainda existe amor" (Paulinho Resende e Paulo Debétio); "Vinho veneno" (Beto Sem Braço e Carlito Cavalcanti); "Apatia" (Jorge King e Bigode) e "Senzala" (Paulo Negão, Wilson Medeiros e Romero de Lage), além da faixa-título, "Jeito maneiro", composta por Mathias de Freitas e Zé Maria de Angola. No ano de 1988 gravou o LP "Tempo de festa". Lançado pela gravadora RGE e com produção de Milton Manhães, o disco trouxe a faixa-título, "Tempo de festa", composta pela dupla Sérgio Fernandes e Toninho Barros, além da autoral "Meu nome é samba" (c/ Mathias de Freitas e Carlinho Bohemia) e as regravações de "Raça brasileira" e "Pingueira". Também foram incluídas "À benção, mãe" (Noca da Portela e Toninho Nascimento), "Manhã tão linda" (Silvio Modesto, Bicalho e Capri), "Jongueia" (Noca da Portela e Toninho Nascimento), "Pandeiro" (Serginho Meriti e Zé do Maranhão), "Comparação" (Zé do Cavaco, H. O. e Carlinhos Bagunça), "O choro das sete cordas" (Beto Sem Braço, Serginho Meriti e Mauro de Xangô), "Não quero morrer de amor" (Noca da Portela e Roberto Serrão) e "Pagode bom", de Jorge Canuto, Moacir Mangueira e Ademir Jacaré. Em 2015 lançou o CD "Os maiores sucessos de Elaine Machado", coletânea com 17 faixas: "Pandeiro" (Serginho Meriti e Zé do Maranhão); "Não quero morrer de amor" (Noca da Portela e Roberto Serrão); "O choro das sete cordas" (Beto Sem Braço, Serginho Meriti e Mauro de Xangô); "Ainda existe amor" (Paulinho Resende e Paulo Debétio); "Comida boa" (Jaiminho da Vila); "Vinho veneno" (Beto Sem Braço e Carlito Cavalcanti); "Calanguear" (Elson do Forrogode e Totonho); "Prendas do lar" (Marquinhos Lessa e Almir Araújo); "À benção, mãe" (Noca da Portela e Toninho Nascimento); "Até o tempo para" (Zé Catimba e Ratinho); "Manhã tão linda" (Silvio Modesto, Bicalho e Capri); "Tempo de festa" (Sérgio Fernandes e Toninho Barros); "Pagode bom" (Jorge Canuto, Moacir Mangueira e Ademir Jacaré) e "Comparação" (Zé do Cavaco, H. O. e Carlinhos Bagunça), além das autorais "Meu nome é samba" (c/ Mathias de Freitas e Carlinho Bohemia); "Pingueira" (c/ G. Martins e Mathias de Freitas); "Raça brasileira" (c/ Mathias de Freitas e Zé do Cavaco).

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