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Abílio Farias

Abílio Farias
[Circa 1945] Itacoatiara, AM

Dados Artísticos

De estilo brega-romântico, como o próprio cantor se define, fez parte de um grupo de compositores e cantores que incluiu nomes como Bartô Galeno e Carlos André, entre outros. Iniciou a carreira artística em meados da década de1960, destacando-se especialmente na região norte do país. Gravou em 1977 pela Tapecar o LP "Abílio Farias", no qual registrou obras de sua autoria, como "Mulher difícil homem gosta", e "Vou fechar o Cabaret", com Bartô Galeno e "Engano", com Domingos Lima, além de composições de outros autores como "Que pena", e "É muita maldade", de Bartô Galeno; "Fica comigo esta noite"; de Bartô Galeno e Antônio Pires; "Cabeça oca", e "Pedra bruta", de Tito Mendes; "Somente tu", de Luis de Castro, e a clássica "Negue", de Adelino Moreira e Enzo Almeida Passos. Dois anos depois, lançou o LP "Coração indeciso", música título, de sua autoria e Domingos Lima. O disco incluiu, ainda, as músicas "Pra comemorar" e "Teu feitiço me pegou", com Wilson Araújo; "O carteiro", com Ivan Peter; "Aviso prévio", com Domingos Lima; "O culpado" e "Comentários", com Carlos André; "Fofoqueira (Encrenqueira)", de Tito Mendes; "Um grande dia", de Jacinto José e Carlos André; "O genro odiado", de Zeca Freire e Carlos André; "E agora", de Bartô Galeno, e "Seu adeus", de João Mossoró e Carlos André. Em 1981, gravou, pelo selo Acorde, o LP "O preço da saudade", no qual gravou as músicas "Igual a Madalena", de Antônio Gonzaga e Rita Ribeiro; "Expode coração", de Gilson Carlos e Edvilma, "Aceno fatal", de João Mossoró e Zaney da Silva; "O preço da saudade", de João Mossoró e Ivan Peter; "Retrato infiel", de Carlos André e Gerê; "Eu sou sem-vergonha", de Gilson Carlos e Carlos André; "Por isso agora eu digo adeus", de Luis Moreno e Auxiliadora Peres; "Amor impossível", de Domingos Lima e José Ribamar da Silva; "Réu confesso", de Newton Barbosa e Auxiliadora Peres; e "Só gosto de quem gosta de mim", de Luis Moreno e Auxiliadora Peres, além do clássico bolero "Sempre no meu coração", de Ernesto Lecuona, com versão de Mário Mendes. Em 1999, foi lançado, pela EMI Brazil, o CD "Abílio Farias - Revive o sucesso", com gravações suas consagradas pelo público como "Mulher difícil homem gosta"; "Que pena"; "Cabeça oca"; "O pijama e o chinelo" e "Vou fechar o cabaret". Em 2000, teve a música "Vou fechar o cabaret", com Bartô Galeno, seu maior sucesso, relançada no CD "Popular", da série Bis, da EMI. Em 2005, apresentou show na Fundação Villa-Lobos, durante o projeto "Quintas em cena", na cidade de Manaus. Na ocasião, interpretou músicas como "Coração Indeciso", "Cabeça oca", "Luzes da Ribalta", "Velocípede velho", e "Convite amigo". Em 2006, lançou seu 13º CD com uma série de shows pelo Estado do Amazonas. Nesse ano, apresentou-se no projeto "Ritmos de Feira", criado pela Prefeitura de Manaus. Em mais de 40 anos de carreira, gravou 8 LPs e 13 CDs.

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