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Zito Borborema


Paraíba

Dados Artísticos

Fez sua estréia em disco em 1956, apresentando-se como "Zito Borborema e Seus Cabras da Peste", gravando de Venâncio e Corumba o xaxado "Coró-co-tum" e dele, Venâncio e Corumba, o forró "Forró no Alecrim". Em 1957, gravou com os Seus Cabras da Peste, o xote "Tempo de molecote" e o baião "Baião da corda", as duas composições de autoria de Venâncio e Corumba. Nessa mesma época, formou com Dominguinhos e Miudinho o Trio Nordestino em sua primeira formação, que teve curta duração. Em 1958, lançou pela RGE o xote "Casamento encrencado", de Cumpadre e Elias Soares e o baião "Tudo errado", de Gerêncio Cardoso. No mesmo ano, gravou com seus Cabras da Peste, os frevos "Corina no frevo", de Silva e Ferreira, "Matei a saudade", dele e Mirabeau e o rojão "Rendeira", de Zé Dantas. Teve, ainda, sua polca "Fim de festa", gravada por Canhoto e seu regional.

Em 1959, gravou os forrós "Padre Cícero", de Cavalcanti e Dória e "Bichinho da Goitana", de Elias Soares e Antônio Vilarino. No mesmo ano, lançou também de Venâncio e Corumba, o rojão "Mata sete". Compôs com Zé Gonzaga o frevo "Frevinho na roça", gravado pelo próprio Zé Gonzaga. Gravou o LP "Alegria da festa" pelo selo Itamaraty. Em 1975, gravou com Chiquinha pela Odeon, a moda de viola "Destinos iguais", de Ariovaldo Pires e Laureano.

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