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Yamandú Costa

Yamandú Costa
1980 Passo Fundo, RS

Dados Artísticos

Em 1996, Baden Powell passou por Porto Alegre para um show e o convidou, na época com 16 anos, para uma participação. Logo depois, a convite do maestro Nelson Ayres, foi para o Rio de Janeiro e com o cachê recebido decidiu ficar mais alguns dias. Passou a dividir o apartamento com o também violonista Zé Paulo Becker, do Trio Madeira Brasil.
Como convidado, tocou com Paulo Moura, Maurício Carrilho, Armandinho e Dino Sete Cordas, entre outros nos vários shows no Rio de Janeiro.
Em 2001 foi o vencedor do "4º Prêmio Visa de MPB - Edição Instrumental". Neste mesmo ano, pela gravadora Eldorado, lançou o primeiro disco. No CD incluiu "Brejeiro" (Ernesto Nazareth), "Gauchinho" (Rubens Leal Brito), "Tristeza do Jeca" (Angelino de Oliveira), "Flamengo" (Bonfíglio de Oliveira), "Machucando" (Adalberto de Souza) e "Meu avô" de autoria de Rafael Rabello, além de composições próprias: "Cristal", "Chamamé", "Chorando por amizade", "Mariana", "Galderismo" e "Bahia X Grêmio", esta última em parceria com Armandinho. O disco ainda contou com as participações de Maurício Carrilho, Luciana Rabello, Tuninho Carrasqueira, Celsinho Silva, Beto Cazes, Oscar Bolão e Silvério Pontes, entre outros. Ainda em 2001, gravou com o violonista Lucio Yanel o disco "Dois tempos", no qual ambos interpretaram choros "Brejeiro" e composições tipicamente gauchescas como o tango "Dois tempos", além de "Dr. Sabe tudo", "Cristal" e "Brasiliana" do repertório de Radamés Gnatalli.
Em 2002 fez show no Canecão, Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, como convidado do violonista Weber Lopes, participou do "Projeto Conexão Telemig Celular de Música", no qual se apresentou no Teatro Rival BR. Ainda em 2002, ao lado de Big Joe Band, Léo Galdelman, grupo Master Groove, Nuno Mindelis e Keny Brown, participou do "5º Visa Búzios Jazz & Blues", na cidade litorânea de Búzios, no Rio de Janeiro.
No ano de 2003, foi um dos convidados do violonista francês, radicado no Rio de Janeiro, Nicolas Krassik, para participar do "Projeto Choro na Lapa", no Ballroom, no qual o violonista recebeu músicos brasileiros. Ainda em 2003, em dueto com Paulo Moura, participou como convidado do "Festival Drink Café", do Quiosque Drink Café, na Lagoa, no Rio de Janeiro. Foi  lançada em São Paulo a coletânea do bar Villaggio Café, na qual foram compiladas algumas gravações de apresentações de Guinga e Banda Mantiqueira, Filó Machado, Nélson Angelo, João Pacífico e Oswaldinho Vianna e Yamandú Costa, entre outros. Nesse ano, foi uma das atrações, juntamente com Altamiro Carrilho, Cristóvão Bastos e o grupo Nó em Pingo D'Água, no "Festival Estácio de Choro", apresentando-se na Casa de Cultura da Universidade Estácio de Sá, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Foi o convidado especial para o centéssimo programa "A vida é um show", de Luís Carlos Miéle, na TV Educativa, do Rio de Janeiro.
Em 2004 voltou ao programa "A vida é um show", desta vez convidado da apresentadora Cuca Lazarotto. Lançou neste mesmo ano o CD "El negro del blanco" em parceria com Paulo Moura, no qual interpretaram composições de João Pernambuco ('Sons de carilhões'), Jacob do Bandolim ('Simplicidade'), Severino Araújo ('Um chorinha na aldeia'), Raul de Barros ('Na Glória'), Baden Powell ('Samba da benção' e 'Pra que chorar' - em parceria com Vinicius de Moraes, e ainda 'Lapinha', em parceria com Paulo César Pinheiro), Marianito Mores ('Taquito militar'), Astor Piazzolla ('Decaríssimo'), Ataualpa Yupanqui ('Duerme negrito'), Violeta Parra ('Gracias a la vida'), Antonio Lauro ('Valsa venezuelana'), Sebastain Yradier ('La paloma'), Ibrahim Ferrr ('De camino de la verdad'), entre outros. O disco foi lançado no Espaço Modern Sound e no Bar Mistura Fina, ambos na Zona Sul do Rio de Janeiro. Ainda em 2004 foi o vencedor do Prêmio Tim na categoria "Instrumental - solista". Apresentou-se em dueto com Armandinho no show 2004: Cordas - Yamandú Costa e Armandinho, no  Teatro Rival Br, no Rio de Janeiro. Logo depois a dupla apresentou-se em Salvador e partiu para uma temporada na Rússia.
Em 2005 participou do documentário "Brasileirinho", do cineasta finlandês Mika Kaurismaki, radicado no Rio de Janeiro desde o início da década de 1990. Do documentário sobre o gênero 'choro' também fizeram parte Tereza Cristina, Elza Soares, Trio Madeira Brasil e Paulo Moura, entre outros. O filme foi lançado no "Fórum Internacional do Novo Cinema", uma das mostras paralelas do "Festival de Berlim", na Alemanha. Neste mesmo ano lançou o primeiro DVD "Yamandú Costa ao vivo", gravado em apresentação no Sesc Pompéia, em São Paulo. No DVD além de interpretar composições próprias, tais como "Paz de Maria", "Tango amigo"  e "Tareco número 2", também incluiu clássicos como "Vou deitar e rolar" (Baden Powell e Paulo César Pinheiro), "Suíte retratos" (Radamés Gnattalli), "Terra" (Caetano Veloso), "Disparada", de  Théo de Barros e Geraldo Vandré. Os extras mostram Yamandu conversando com Hermeto Paschoal na Holanda; tocando com Armandinho em um programa de TV na Bahia; tocando acordeom num camarim em SP; experimentando violões na Espanha, além de fotos e imagens de sua carreira. Neste mesmo ano participou como convidado do CD "Pintando o sete", do violonista goiano Rogério Caetano.
Em 2007 interpretou em show "Suíte para violão de sete cordas e orquestra", de Maurício Carrilho, acompanhado pela Orquestra Sinfônica Brasileira, regida pelo maestro Roberto Minczuc. Dois anos depois, em 2009, ao lado de Rogério Caetano, participou como solista do "Festival de Cordas", realizado no Auditório Ibirapuera, que reuniu os principais violonistas do país. No ano seguinte, em 2010, lançou o disco "Yamandú + Dominguinhos - Lado B", em parceria com o sanfoneiro Dominguinhos, CD no qual figurou uma parceria de ambos, "Bonitinho", além das faixas "Noites sergipanas" (Dominguinhos), "Solamente uma vez" (Agustin Lara), "Da cor do pecado" (Bororó), "Homenagem a Pixinguinha" (Dominguinhos), "No Rancho Fundo" (Ary Barroso e Lamartine Babo), "Doce de coco" (Jacob do Bandolim)", "Fuga do nordeste" (Dominguinhos), "Pau de arara" (Luiz Gonzaga e Guio de Moraes), "Naquele tempo" (Pixinguinha), "Homenagem a Chiquinho do Acordeom" (Dominguinhos e Guadalupe), "Choro do gago" (Yamandu Costa), "Felicidade" (Lupicínio Rodrigues), "Passeando em Garanhuns" (Dominguinhos), "Carioquinha" (Waldir Azevedo) e "Chorando em Passo Fundo" (Dominguinhos). Participou como solista, neste mesmo ano de 2010, do "Festival de Cordas", realizado no Auditório Ibirapuera e do "Festival Europália", na Bélgica, ao lado de outros violonista, tais como Fábio Zanon, Marco Pereira, Rogério Caetano, Alessandro Penezzi, Zé Paulo Becker, Marcello Gonçalves, Marcus Tardelli, Ulisses Rocha, Paulo Bellinati, Odair Assad e Brazilian Guitar Duo.
No ano de 2011desenvolveu o projeto "Tocata à Amizade", quando realizou turnê nacional e internacional (França, Índia, China e Israel), destacando-se o concerto no auditório do Museu do Louvre, Paris. O projeto foi gravado em DVD pelo Canal Brasil. Em 2012, apresentou-se no espaço Sesi (RJ), dentro do projeto “Sesi in Jazz Festival”. No repertório, composições de sua autoria, como “Samba pro Rafa” e “Mafuá”. Nesse mesmo ano, lançou, com o também violonista Rogério Caetano, o CD “Yamandu Costa e Rogério Caetano”. No repertório, suas composições “Frevinho” e “Chorando por amizade”, além de “Choro Bagual” e “Amigo violão”, ambas de Rogério Caetano, “Flor das águas” (Marco Pereira), “Beija-flor” (Doug de Vries), “Choro pra Yamandu” (Lalão), “Vou vivendo” (Pixinguinha e Benedito Lacerda), “Fidalga” (Ernesto Nazareth), “Marceneiro Paulo” (Hélio Delmiro), “Matutinho” (Lalão) e “Choro em Mi Maior” (Rafael Rabello).   Em 2013, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira, nas categorias Melhor Solista Instrumental/Canção Popular e Melhor Álbum Instrumental/Canção Popular, pelo CD “Yamandú Costa e Rogério Caetano”.   Em 2014, a partir de um convite do Auditório do Museu do Louvre, em Paris, gravou o disco “Tocata à Amizade”, em formação de quarteto e acompanhado por Rogério Caetano, Luis Barcelos e Bebê Kramer. O CD trouxe as faixas: “Choro, tango”, “Valsa”, “Frevo-canção”, “Baionga”, “Negra Bailarina”, “Boa viagem”, “Pedra do Leme”, “Graúna”, “Pixinguinha”, “Ernesto Nazareth”, “Anacleto de Medeiros” e “Chiquinha Gonzaga”. Dois anos depois, o trabalho, do qual também foi produtor, venceu o 27º Prêmio da Música Brasileira, na categoria melhor álbum instrumental. 

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