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Wado

Oswaldo Schlikmann Filho
5/7/1977 Florianópolis, SC

Dados Artísticos

Em 2001 lançou, pelo selo Dubas, seu primeiro CD “O Manifesto da Arte Periférica”, que contou com as faixas de sua autoria como “Alagou as”, “Ontem eu sambei”, “A linha que cerca o mar”, “A coisa mais linda do mundo”, entre outras. Em 2002 lançou, pelo selo Tratore, o CD “Cinema Auditivo”, que contou com as faixas “Sotaque” (Wado, Alvinho e Bahia), “Infância” (Juca), “Cinema auditivo” (Wado, Caetano Corradi e Thiago Nistal), “A gaiola do som” (Wado, Alvinho, Bahia e Juca), entre outras. Nesse mesmo ano participou do Tim Festival, no Rio de Janeiro, em show no qual apresentou músicas dos CDs “O Manifesto da Arte Periférica” e “Cinema Auditivo”. Em 2003 se apresentou no festival de bandas novas em Goiânia, o “Goiânia Noise”.  A música de sua autoria “Tarja preta” foi incluída, na voz da cantora Maria Alcina, na trilha sonora do filme “Contra Todos” (2003), de Roberto Moreira. Em 2004 lançou o CD “A farsa do samba nublado”, que também leva o nome de sua banda intitulada “Realismo Fantástico” e integrada também por Alvinho, Thaigo e Soffiatti. O disco, produzido por Maurício Bussab e lançado pelo selo Tratore, contou com as faixas “Deserto de sal” (Wado e Alvinho), “Vai querer?” (Luis Capucho e Suely Mesquita), “Grande poder” (Mestre Verdelinho), “Se vacilar, o jacaré abraça” (Wado, Alvinho e Thiago), entre outras. Com esse disco, foi selecionado pelo Ministério da Cultura para participar do “Projeto Pixinguinha”, que promoveu vários shows nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, ao lado de artistas como Rita Ribeiro, Totonho e Carlos Malta. Em 2005 a caravana da qual fez parte no “Projeto Pixinguinha” se apresentou em Paris (França), em show que fez parte das comemorações do evento “ O ano do Brasil na França”. Em 2006 foi convidado a participar do projeto “Copa da Cultura/ Música do Brasil”, durante a “Popkomm”, Feira de Música Internacional, realizada em Berlim (Alemanha). Sua música “Se vacilar o jacaré abraça” circulou pelo mercado europeu através das coletâneas “Brazil Luaka Bop” e revista “Tip Popkomm”, com 80 mil cópias. Em 2007 se apresentou na “Feira da Música Independente Internacional de Brasília” (FMI), em Brasília (DF); e na “Feira da Música Independente Internacional do Ceará”, no Ceará. Nesse mesmo ano participou do festival internacional de música “Coquetel Molotov”, realizado em Recife (PE), onde se apresentou ao lado de bandas como Nouvelle Vague (França), Cibelle (Brasil/Inglaterra) e Prefuse 73 (Estados Unidos). No início de 2008 recebeu a notícia de que o Fino Coletivo, grupo do qual fez parte, foi considerado pela Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA) o “Grupo Revelação” de 2007, pelo CD “Fino Coletivo”. Nesse mesmo ano lançou, pelo selo Mubi, o CD “Terceiro mundo afetivo”, acompanhado dos músicos Tup (programações), Dinho Zampier (teclado), Rodrigo Peixe (bateria) e Bruno Cavalcanti (baixo). O show de lançamento foi realizado no SESC Pompéia, em São Paulo. Ainda em 2008 participou do “Projeto Rumos”, evento realizado pelo Itaú Cultural, em São Paulo, reunindo 50 artistas representativos de todo Brasil, que integraram o DVD do evento lançado em 2009. Participou do projeto “Música em todos os ouvidos”, realizado pela Fundação Cultural do Estado da Bahia, onde se apresentou ao lado de bandas como Cidadão Instigado e Orquestra Contemporânea de Olinda.  Em 2009 lançou o CD “Atlântico negro”, que contou com as participações de Curumin, Rômulo Fróes, o trio vocal Chama Luz, Miran Abs e João Paulo Guimarães, e ainda com trechos dos livros do escritor moçambicano Mia Couto, nas faixas “Estrada” e “Hercílio Luz”. O disco, no qual gravou as guitarras em companhia dos músicos Dinho Zampier (teclado), Pedro Ivo (programações), Bruno Rodrigues (baixo),  e Rodrigo Peixe (bateria), incluiu as faixas “Cavaleiro de Aruanda” (Tony Osanah), “Rap guerra do Iraque” (MC Gil do Andaraí), “Boa tarde, povo”, entre outras. A produção do disco, que ficou a cargo de Pedro Ivo Euzébio, Beto Machado e Kassin, foi realizada com o apoio do “Projeto Pixinguinha”, que promoveu uma caravana de shows pelo estado de Alagoas. Nesse mesmo ano participou da programação musical do Sesc Santana, durante a “Virada Cultural de São Paulo”, ao lado de artistas como DJ Dolores, Otto e Sonic Jr. A música “Uma raiz, uma flor”, de sua autoria em parceria com Alvinho e Georges Bourdoukam, foi incluída na trilha sonora da novela “Caminho das Índias”, da Rede Globo. Em 2010 participou do evento “Humaitá Pra Peixe”, no Rio de Janeiro, ao lado de artistas como Maria Gadú e Ana Cañas. Nesse mesmo ano participou do festival “Abril Pro Rock”, em Brasília. Em 2011 realizou o show de abertura do evento “Viva Arapiraca”, em Alagoas. Nesse mesmo ano participou do “Projeto Viva Voz”, realizado no Oi Futuro Ipanema, no Rio de Janeiro. Apresentou-se no projeto “Vale a pena ouvir”, realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil na Praça do Patriarca, em São Paulo. Participou da programação musical do Centro Cultural do Banco do Nordeste fazendo um circuito de shows em Fortaleza (CE), Juazeiro do Norte (CE) e Sousa (PB).  Tem parcerias com Zeca Baleiro, Mia Couto, André Abujamra, Chico César, Momo, entre outros artistas. Ainda em 2011 lançou o CD “Samba 808”, produzido por Pedro Ivo Euzébio, que participou do disco ao lado dos músicos Roland Zampier, Rodrigo Peixe, Bruno Rodrigues e Vitor Peixe. Em 2013 lançou o CD de inéditas “Vazio Tropical”, produzido por Marcelo Camelo, que participou do disco tocando bateria, guitarra, baixo, vibrafone, clarone e percussão. O disco também contou com a participação de Mallu Magalhães em “Rosa” (Wado e Cícero), Cícero em “Zelo” (Wado e Cícero) e o uruguaio Gonzalo Deniz em “Carne” (Wado e Gonzalo Deniz). O CD “Vazio Tropical” foi eleito pelo jornal O Globo como um dentre os dez melhores discos do ano de 2013. Em 2014 lançou a coletânea de 12 anos de carreira  “O ano da serpente”, produzida por Zeca Baleiro, que editou o álbum por seu selo “Saravá Records”. O disco incluiu como faixa bônus a inédita “Zás”, parceria de Wado e Baleiro. Em 2015 lançou, pelo selo Deck, o CD “1977”, de músicas autorais, exceto pela faixa “Um lindo dia de sol” de João Paulo Guimarães, e participações especiais da cantora mexicana Gabriela Maria, o uruguaio Gonzalo Deniz, o português Samuel Uria e os brasileiros Marcelo Camelo e Lucas Silveira. Em 2016 lançou o CD “Ivete”, inspirado na cantora baiana de axé music Ivete Sangalo. O disco contou com músicas autorais como “Alabama” (c/ Thiago Silva), “Amanheceu” (c/ Beto Bryto), “Mistério” (c/ Zeca Baleiro), “Nós” (c/ Zeca Baleiro), “Sexo” (c/ Thiago Silva), “Terra santa” (c/ Junior Almeida e Dinho Zampier), “Você não vem” (c/ Momo e Marcelo Camelo). Em 2018 lançou em formato de filme e CD o registro audiovisual  “Ao vivo no Rex Jazzbar”, de show realizado em Maceió (AL), que contou com a participação do cantor e compositor pernambucano Otto. O DVD incluiu nos extras depoimentos de amigos e parceiros como André Abujamra, Carlos Eduardo Miranda, Curumin e Zeca Baleiro. Nesse mesmo ano publicou seu primeiro livro “Água de mar nos olhos”, em que incluiu letras de músicas, pinturas e desenhos autorais. Nesse mesmo ano lançou o CD de estúdio “Precariado”, com repertório inédito e autoral, que incluiu parcerias com Kassin, “A grama do esgoto”; Teago Oliveira, “Onda permanente”; Momo, “Tudo salta”; entre outros.

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