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Venilton Santos

Venilton Santos
30/5/1925 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Começou sua carreira artística apresentando-se no programa "Hora do Guri", na Rádio Tupi. Atuou como crooner na orquestra de Chiquinho na Rádio Nacional, do Rio de Janeiro. Seus grandes sucessos foram as músicas "Sorriu pra mim" e "Poltrona surrada". Estreou em discos em 1951, pelo selo Carnaval, com o samba "As crianças estão chorando", de Buci Moreira e Pereira Matos. Em 1952, foi contratado pela gravadora Todamérica, e gravou os sambas "Você vai ver", de Luiz Antônio e Jota Jr., e "Briguei com ela", de Luiz Vieira e Ubirajara dos Santos. Em 1953, foi contratado pela gravadora Continental, e  gravou o samba "Nem eu", de Dorival Caymmi e o bolero "Ternamente", de Walter Gross e Alberto Ribeiro, com acompanhamento de Radmés Gnattali e sua orquestra. Em 1954, fez temporada na Rádio Sociedade da Bahia. Nesse ano, gravou, também com acompanhamento de Radamés Gnattali e sua orquestra, os sambas-canção "Poltrona surrada", de Aldo Taranto, seu primeiro grande sucesso, e "Onde está?", de José Braga e Paulo Gesta. Em 1955, lançou disco com o samba "Sorriu para mim", de Garoto e Luiz Cláudio, e o baião "Saudade machuca", de Luiz Antônio. No mesmo ano, gravou pela Todamérica o samba "Sonhei com a imagem tua", de Antônio Almeida. Atuou em 1956 no filme "Vamos Com Calma", com direção de Carlos Manga, e que contou ainda em seu elenco com as presenças de Oscarito, Cyll Farney, Eliana, Ivon Cúri, César de Alencar, Ataulfo Alves, Blecaute, Emilinha Borba, Bill Farr, Jorge Goulart, Nora Ney, Francisco Carlos, Ester de Abreu, Isaurinha Garcia, Ruy Rey, e Heleninha Costa. Nessa época, fazia parte do cast da Rádio Nacional, do Rio de Janeiro. Ainda no mesmo ano, foi contratado pela Odeon e gravou o samba-canção "Solução", de Ivo Santos e Raul Sampaio, e os sambas "Estou chorando, sim", de Mirabeau, Airton Amorim e Don Madrid, e "Vai, vai!" e "Joga a chave fora", ambos da dupla Klécius Caldas e Armando Cavalcanti.
Em 1957, atuou no filme "Garotas e Samba", comédia musical dirigida por Carlos Manga, que contou ainda com números musicais com César de Alencar, Emilinha Borba, Isaurinha Garcia, Jorge Goulart, Joel de Almeida, Nora Ney, Ruy Rey, e Terezinha Morango. Nesse ano, gravou os sambas-canção "Chega", de Hélio Ventura e Jorge de Castro, e "Onde estás, coração", de L. Martinez Serrano, A. P. Berto e Ubirajara Silva, e o samba "Se você me deixar", de William Duba, Aloísio Martins e Jorge Guimarães. Fez sucesso no carnaval de 1958 com a marcha "Pai-ê", de Brasinha e Armando Cavalcânti. Nesse ano, gravou os sambas "A flor e o espinho", de Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito e Alcides Caminha, num dos primeiros registros desse clássico da MPB, "Recado de Olinda", de Luiz Bandeira, "Você foi porque quis", de Klécius Caldas, Armando Cavalcanti e Brasinha, e a marcha "Marcha de Copacabana", de Klécius Caldas, Armando Cavalcanti e Brasinha. Em 1959, atuou na comédia musical "Quem roubou meu samba" dirigido por Hélio Barroso e José Carlos Burle, e que contou também com as particpações de Virginia Lane, Angela Maria, Marion, Marisa, Marlene, Germano Mathias, Jorge Veiga, eTrio Iraquitan. Em 1960, gravou pela Chantecler os sambas "Seu sorriso", de Oscar Castro Neves e Luverci Fiorini, e "Vai querer", de Hianto de Almeida e Fernando Lobo. No ano seguinte, gravou pela gravadora pernambucana Mocambo, as marchas "Maria da pá virada", de Fred Melo e Brasinha, e "A mulata é", de Raul Sampaio, Ivo Santos e Haroldo Lobo. Em 1962, gravou pelo pequeno selo Albatroz, o samba "Cruz de algodão", de Manoel Casanova, Cartola e Flora Matos, e a marcha "Deixa passar esta mulher", de Aluísio Marins, William Duba e José Batista. No ano seguinte, gravou o samba "Adeus oh! Coló", de Antônio Almeida e José Batista. Em 1964, gravou pela pequena gravadora Sarau, a marcha "Lá vem Zarur", de Paquito, Romeu Gentil e Jorge Gonçalves, e o samba "Só Deus sabe", de Claudionor Cruz, Nelson Trigueiro e J. S. Guimarães. Ainda na mesma época, pelo selo Tiger, lançou a marcha "Pata choca" e o samba "Venha por favor", ambas de Santos Garcue. Gravou discos pelas gravadoras Odeon, Continetal, Todamérica, Chantecler e Mocambo. Em 2005, apresentou-se durante o carnaval carioca no "Baile Popular da Cinelândia", no qual costumam se apresentar grandes nomes do passado na música popular brasileira.  Em 2017, apresentou-se na sexta-feira e no Domingo de Carnaval no Baile da Cinelândia, tradicional baile carnavalesco promovido pela prefeitura do Rio de Janeiro em frente à Câmara Municipal do Rio de Janeiro.

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