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Valéria Lobão

Valéria Tadeu dos Reis Lobão
16/9/1964 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Começou a carreira artística no início da década de 1990. Em 1992, ao lado de André Protásio, Ana Calvente,  Anna Amendola, Letícia Dias, Silvia Carvalho, Carmen Louise, Cristina Deane, Mariana Warth, Nina Fras, Fabiano Lacombe, Flávio Mendes, Pedro Quental, Raphael Gemal, Augusto Ordine, Murilo Sierra e Sérgio Stern, passou a integrar o grupo vocal Equale, com o qual lançou dos discos "Expresso Gil" (1999) e "Um gosto de sol" (2004), tendo nesse último, o grupo, contado com as participações especiais de Milton Nascimento e Danilo Caymmi. Integrando o Equale fez diversos shows, entre eles apresentações no Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte, além de festivais de música no Brasil e na Espanha. Integrou, com Marlon Mouzer, um duo de voz e violão, apresentando-se em vários espaços culturais do Rio de Janeiro. No ano de 2007 deixou o grupo para seguir carreira solo, apresentando-se em vários palcos do Rio de Janeiro, entre os quais Bar Mercado Moderno, Bar Dama da Noite, Bar Semente, Bar Emporium 100, Bar Severina, Clube dos Democráticos e Clan Café. Participou dos CDs "Nos bailes da vida" (Bebeto); "Pra tudo ficar bem" e "Um violão na roda de choro" (Zé Paulo Becker); "Lua no céu" (Yuri Popoff); "Serenata" (Oswaldo G. Pereira), "Versátil" (Nelson Sargento); "Cassiopeia" (Clara Sandroni); "Profissão compositor" (Délcio Carvalho); "É Banto!" (Agenor de Oliveira); "Eu, você, nós dois" (Danilo Caymmi) e do grupo carioca Pagode Jazz Sardinha’s Club, além de vários shows de artistas como Nelson Sargento, Délcio Carvalho, Selma Reis, Danilo Caymmi, Zezé Mota, Tânia Alves, Marlene e Sargenteli, Roberto Menescal e Pagode Jazz Sardinha’s Club. No ano de 2010 foi contemplada com o "Prêmio Funarte 2010 de Apoio à Gravação de Música Popular", recebido pelo disco "Chamada", concorrendo com mais de 800 projetos. No ano seguinte, lançou o CD "Chamada", inaugurando o selo Tenda da Raposa, com arranjos de Gilson Peranzzetta, Eduardo Neves, Jayme Vignoli, André Protásio, Flávio Mendes, Josimar Carneiro, Guto Wirtti e do próprio Carlos Fuchs, também produtor do disco, contabilizando a participação de 57 músicos, entre instrumentistas, arranjadores e cantores. No CD contou com as participações especiais do grupo Equale na faixa-título "Chamada" (Raphael Gemal e Ricardo Szpilman); do cantor Marcos Sacramento na música "Oração perdida" (Luiz Flavio Alcofra, Jayme Vignoli e Aldir Blanc); do arranjador e pianista Gilson Peranzzetta na composição "Vivência" (Gilson Peranzzetta, Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro) e do grupo carioca Pedro Luis e A Parede na faixa "Ritual profano, de Antônio Saraiva. Também interpretou "Jongo da vovó" (Zé Paulo Becker e Paulo César Pinheiro), "Uma canção pra ela" (Rodrigo Maranhão), "Noite" (Paulo Baiano e Marcos Sacramento) e "La dolce vita" (Paulo Baiano e Antonio Saraiva), além de "Fubá" (Raphael Gemal e Isaac Chueke), "Roma" (Lili Araujo e Alegre Correa), "Roda baiana" (Zé Paulo Becker e Tiago Torres da Silva), "Um samba" (Carlos Fuchs e Marcos Sacramento), "Na cabeça" (Luiz Flavio Alcofra e Marcos Sacramento) e a regravação de "Tarde", de Milton Nascimento e Márcio Borges. Neste mesmo ano de 2011 fez shows de lançamento do disco no Teatro do Sesi e no Espaço Cultural Sergio Porto, ambos no Rio de Janeiro. Em 2012 lançou o CD "Chamada" no palco do teatro do BNDES, através do projeto "Quintas no BNDES" e no projeto "Terças Parabólicas", do Centro Cultural Carioca, acompanhada pelos músicos Flávio Mendes (guitarra e direção musical), Victor Gonçalves (teclado), Rafael Barata (bateria) e Guto Wirtti (baixo acústico), show no qual contou com a participação especial do grupo vocal Equale, o qual integrou por vários anos. No ano de 2014 lançou o CD "Noel Rosa, preto e branco", em show no "Festival Villa-Lobos", dentro da série "Sem Fronteiras", no Espaço Tom Jobim. Nas 22 faixas do CD duplo foi acompanhada somente por pianistas. Entre as faixas e suas participações especiais constam "Pastorinhas" (Noel Rosa / João de Barro), com arranjo e piano de  André Mehmari; "Você só mente" (Noel Rosa / Francisco Alves / Hélio Rosa), com arranjo e piano de Adriano Souza; "Julieta" (Noel Rosa / Eratóstenes Frazão), com arranjo e piano de Rafael Martini; "Eu agora fiquei mal" (Noel Rosa / Antenor Gargalhada), com arranjo e piano de Fernando Leitzke; "Só pode ser você" (Noel Rosa / Vadico), com arranjo e piano de Rafael Vernet  e participação especial da cantora Joyce Moreno; "Pra que mentir" (Noel Rosa / Vadico), com arranjo e piano de Vitor Gonçalves; "Mulato bamba" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Gilson Peranzzetta; "Pela décima vez" (Noel Rosa), com arranjo e piano Duo Gisbranco e participação de M. Baltar; "Sinhá Ritinha" (Noel Rosa / Moacyr Pinto), com arranjo de André Mehmari e piano de Robert Fuchs; "Minha viola" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Leandro Braga; "Feitio de oração" (Noel Rosa / Vadico), com arranjo e piano de Itamar Assière; "Suspiro" (Noel Rosa / Orestes Barbosa), com arranjo e piano de Gabriel Geszti; "Meu barracão" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Marcelo Caldi; "Positivismo" Noel Rosa / Orestes Barbosa), com arranjo e piano de Cliff Korman; "Filosofia" (Noel Rosa / André Filho), com arranjo e piano de Itamar Assiére; "Verdade duvidosa" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Tomás Improta; "E não brinca não" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Cláudio Andrade e participação de Marcelo Pretto; "Triste cuíca" (Noel Rosa / Hervê Cordovil), com arranjo e piano de Marcos Nimrichter; "Cor de cinza" (Noel Rosa), com arranjo e piano de João Donato; "Eu sei sofrer" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Eduardo Farias e participação especial da cantora Nina Wirtti; "Eu vou pra Vila" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Cristóvão Bastos e participação dos cantores João Cavalcanti e Moyséis Marques; "Último desejo" (Noel Rosa), com arranjo e piano de Carlos Fuchs. No ano de 2015 fez o show "Noel Rosa, preto e branco" no Teatro de Arena Espaço SESC, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, no qual foi acompanhada pelo pianista Itamar Assiére, também responsável pela direção musical do espetáculo, que contou com as participações especiais de Gilson Peranzzetta, Carlos Fuchs e Mariana Baltar. No ano posterior, em 2016, fez lançamento do disco no palco da Sala Cecília Meireles, na Lapa, Centro do Rio de Janeiro, em show pelo projeto "Série Petrobras Sala Jazz", acompanhada pelo pianista Itamar Assiere (também diretor musical), e no qual contou com as participações especiais dos pianistas Gilson Peranzzetta, Leandro Braga e Carlos Fuchs.

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