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Valdemar Silva

Valdemar Moniz da Silva
23/10/1911 Rio de Janeiro, RJ
12/6/1990 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Em 1930, conheceu Getúlio Marinho (Amor) que o levou à Victor. Iniciou suas atividades artísticas em 1933, por intermédio de Amor, que o apresentou a Henrique Vogeler, responsável pela primeira gravação de sua obra, "Até dormindo sorriste", uma parceria com Amor. Nesse mesmo ano, Moreira da Silva gravou na Victor o samba "Homem não chora". Em 1934 passou a atuar como ritmista em inúmeras gravações. Em 1935, Aracy de Almeida gravou na Victor a marcha "Tic-tac", parceria com Roberto Martins e Aurora Miranda gravou na Odeon o samba "Muito chorei". No mesmo ano, teve mais quatro comjposições gravadas por Patrício Teixeira na Odeon: as marchas "Cala boca", com Paulo Pinheiro e "Tipo combinado", com Alcebíades Barcelos e os sambas "Samba no morro", com Roberto Martins e Remo no mar", com Alcebíades Teixeira. No ano seguinte, compôs  aquele que seria seu maior sucesso, o samba "Favela", com Roberto Martins, gravado por Francisco Alves na Victor e um de seus maiores sucessos, que se tornou um dos  grandes clássicos da música popular brasileira e que foi regravada por Carlos Galhardo, Sílvio Caldas, Ataulfo Alves, Maysa e as orquestras de Severino Araújo e Zacarias. Também nesse ano, a marcha "Meu coração" também parceria com Roberto Martins foi gravado por Aracy de Almeida. Em 1937, Carmen Miranda  lançou  o samba "Imperador do samba" em disco Odeon. No mesmo ano, fez com Zé Pretinho o samba "Você precisa amar..." gravado por Jaime Vogeler e com C. Vasconcelos o samba "Julgou ser feliz" gravado por J. B. de Carvalho. Em 1938, teve a marcha "Garota", parceria com Vicente Paiva gravada pela dupla Joel e Gaúcho. Em 1939, teve duas parcerias com Paulo Pinheiro gravadas na Odeon: o samba "Eu sou a Bahia" em dueto por Dircinha Batista e Nuno roland e o samba-canção "Em paga de tudo" por Dircinha Batista. Na mesma época, Dircinha Batista gravou o samba "Eu gostava tanto dele", com Raul Marques. Ainda em 1939, Patrício Teixeira gravou na Victor os sambas "Pergunte à vizinha do lado", com J. Eloi de Assis e "Perdão", com Raul Marques. Trabalhou com os regionais de Benedito Lacerda e Claudionor Cruz e integrou as orquestras de  Vicente Paiva, Fon-Fon, Simon Bountman e maestro Gaó. Em fins de 1940, os Anjos do Inferno gravaram na Columbia sua marcha "Todo mundo dança", parceria com Raul Marques. Em 1941, voltou a ter músicas gravadas por Patrício Teixeira: os sambas "No dia do meu casamento", com E. Figueiredo e "A gargalhar fiquei", com Raul Marques. No mesmo ano, fez com Milton de Oliveira o samba "É feliz" gravado por João Petra de Barros na Victor. Em 1945, Roberto Paiva gravou na Continental seu "Samba da vitória", com Ari Monteiro, alusivo ao fim da segunda Guerra Mundial. Em 1946, Carlos Galhardo gravou o samba "Ela tem razão", com Erasmo Silva em disco Victor. Em 1951, Orlando Silva gravou com sucesso o samba  "Senhor, me ajude", com Luís Soberano. Em  1968, seu samba "Favela", com Roberto Martins, foi gravado por Raul de Barros e Conjunto Brazian Serenaders no LP "Na mini onda - Brazilian Serenaders", da Big/Rioson. Teve mais de vinte músicas gravadas, principalmente sambas e marchas tendo como principal parceiro Roberto Martins. Teve obras gravadas por Aracy de Almeida, Francisco Alves, Linda Batis e Carlos Galhardo entre outros.

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