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Trio Madeira Brasil



Dados Artísticos

Conjunto de choro formado por Marcello Gonçalves (violão sete cordas), José Paulo Becker (violão) e  Ronaldo do Bandolim (bandolim) no Rio de Janeiro. Ronaldo do Bandolim, considerado por muitos como o melhor intérprete de Ernesto Nazareth e ex-integrante do Conjunto Época de Ouro. Marcelo Gonçalves foi sempre requisitado em várias gravações de diversos artistas da MPB, nas quais o violão de sete cordas se faz presente. Zé Paulo Becker, violonista e compositor, une o popular ao erudito e paralelo à carreira do grupo, dersenvolve carreira solo. Em 1998, o grupo lançou seu primeiro disco, "Trio Madeira Brasil". Neste CD, gravou vários clássicos do choro, como "Um a zero", de Pixinguinha e Benedito Lacerda, contando nesta faixa com a participação especial do cantor e compositor Zé Renato, que interpretou a letra composta por Nélson Angelo. Outras composições do mesmo disco são: "Labirinto", "Batuque", "Guerreiro" e "Celestial", todas de Ernesto Nazareth, e ainda "Santa morena", de Jacob do Bandolim. O disco trouxe também compositores contemporâneos aos integrantes do grupo, como  Edu Lobo em "Corrupião", Egberto Gismonti em "Loro" e Chico Buarque em "As vitrines". Com este primeiro trabalho, gravado originalmente em produção independente, o grupo teve duas indicações para o "Prêmio Sharp" de 1998, "Melhor Grupo" e "Melhor Disco". Grupo pioneiro na gravação do primeiro videoclipe de choro. No ano de 2002, o grupo apresentou-se com o pianista Leandro Braga no projeto Grandes Encontros, no Teatro Leblon e apresentou-se também no projeto "Quinta no BNDES", também com o pianista Leandro Braga. Em 2003 o grupo gravou o novo disco de Guilherme de Brito, "A flor e o espinho", no qual foi responsável por todos os arranjos e acompanhamento do compositor e seus convidados, entre eles, Beth Carvalho em "Folhas secas". Neste mesmo ano, o grupo apresentou-se no Auditório Guiomar Novaes, na Lapa, centro do Rio de Janeiro. Fez turnê por vários países da Europa. No ano de 2004 apresentou-se no Teatro Municipal de Niterói, quando recebeu como convidados Elza Soares, Guinga e Zezé Gonzaga. O show foi montado exclusivamente para a gravação do segundo bloco do documentário "Brasileirinho", do cineasta finlandês Mika Kaurismaki, radicado no Rio de Janeiro desde o início da década de 1990. Do documentário sobre o gênero 'choro' também fizeram parte Tereza Cristina, Yamandu Costa e Paulo Moura, entre outros. O filme foi lançado em 2005 no "Fórum Internacional do Novo Cinema", uma das mostras paralelas do "Festival de Berlim", na Alemanha. Em 2010 o grupo, em parceria com a cantora Roberta Sá, lançou o CD "Quando o canto é reza" (Selo MP, B e gravadora Universal Music), em homenagem a obra do compositor baiano Roque Ferreira. O disco contou com produção de Pedro Luís e acompanhamento dos percussionistas Zero e Paulinho Dias. No disco foram incluídas "Água da minha sede" (Roque Ferreira e Dudu Nobre), "Mandingo" (Roque Ferreira e Pedro Luís), "Marejada" (Roque Ferreira e Dudu Nobre), "Zabiapungo" (Zé Paulo Becker e Roque Ferreira), "Água doce", "Menino", "Xirê", "Chita fina", "Orixá de frente" e "Tô fora", entre outras. Em 2011 participou do programa de auditório "Agora no Ar!", escrito, dirigido e apresentado por Ricardo Cravo Albin na rádio Roquette-Pinto FM, no qual o grupo deu depoimento sobre a carreira artística e apresentou as músicas de seu repertório. Nesse memo ano o grupo relançou seu primeiro CD "Trio Madeira Brasil" pelo selo Universal Music. Apresentou-se na Sala Funarte Sidney Miller, no Rio de Janeiro, em show que fez parte da série “Som em 4 Tempos”, realizada às quintas e sextas-feiras dos meses de novembro de 2011 à fevereiro de 2012, da qual também participaram artistas como Elton Medeiros, Áurea Martins, Henrique Cazes, Cristina Buarque, Hamilton de Holanda, entre outros. Em 2013 apresentou-se no Theatro Net Rio, no Rio de Janeiro, com participação de Yamandu Costa, para a gravação de seu primeiro DVD ao vivo. Em 2015 lançou, pelo selo MP,B Discos/ Som Livre, o CD/DVD “Trio Madeira Brasil ao vivo em Copacabana”, gravado no Theatro Net Rio, com a participação de Yamandu Costa. Em 2017 participou do “28º Prêmio da Música Brasileira” acompanhando Ney Matogrosso, o homenageado da noite, em “Melodia sentimental” (Heitor Villa-Lobos).

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