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Toquinho

Antonio Pecci Filho
6/7/1946 São Paulo, SP

Dados Artísticos

Iniciou sua carreira profissional em 1960, atuando, como instrumentista, em shows produzidos pelo radialista Walter Silva, no Teatro Paramount (SP).

Em 1963, conheceu Chico Buarque, com quem compôs a canção "Lua cheia", sua primeira melodia a receber uma letra.

No ano seguinte, participou do espetáculo "Na onda do balanço", no Teatro Maria Della Costa, ao lado de Taiguara, do flautista Thommas Lee e do Manfred Fest Trio. Ainda nesse ano, gravou seu primeiro disco, um compacto simples contendo as canções "Primavera" (Carlos Lyra e Vinicius de Moraes) e "Só tinha de ser com você" (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira).

Em 1965, assinou a direção musical de "Liberdade, liberdade", no mesmo teatro, espetáculo estrelado por Paulo Autran, Teresa Raquel, Oduvaldo Viana Filho e Cláudia. Nesse mesmo ano, participou, ao lado de Sérgio Ricardo e Manini, do show "Esse mundo é meu", que teve estréia na boate Ela, Cravo e Canela e depois foi apresentado no Teatro de Arena.

Em 1966, gravou seu primeiro LP, "O violão de Toquinho", disco instrumental lançado pela Fermata. Em seguida, assinou contrato com a Excelsior para o programa "Ensaio geral", comandado por Gilberto Gil, e participou dos grandes musicais da TV Record.

No ano seguinte, teve seu primeiro registro como compositor, com a gravação de "Lua cheia" pelo parceiro Chico Buarque no LP "Chico Buarque de Holanda - Volume 2".

Em 1968, participou do III Festival Internacional da Canção Popular (FIC), com sua composição "Boca da noite" (c/ Paulo Vanzolini), defendida por Ivete e o conjunto vocal Canto 4 e classificada em 8º lugar na fase nacional do evento.

Em 1969, foi para a Itália, onde permaneceu por mais de seis meses. Ao lado de Chico Buarque, realizou uma temporada de 45 shows por todo o país, fazendo a segunda parte de um espetáculo que tinha como estrela principal Josephine Backer. Neste período, gravou no LP "La Vita, Amico, é L'Arte Dell'Incontro", com o poeta italiano Giuseppe Ungaretti e o cantor Sergio Endrigo, com músicas de Vinicius de Moraes cantadas em italiano.

No início de 1970, de volta ao Brasil, lançou seu segundo LP individual, pela RGE, com a música que foi seu primeiro grande sucesso: "Que maravilha", em parceria com Jorge Ben (hoje Jorge Benjor). Nesse ano, a partir da gravação que fizera na Itália, Vinicius de Moraes o convidou para acompanhar a cantora Maria Creuza, numa série de shows na boate La Fusa, em Buenos Aires. Desse encontro surgiu a dupla Toquinho & Vinicius, que produziu dezenas de canções que marcaram época no cenário da MPB, como "Regra-três", "Tarde em Itapoã" e "Carta ao Tom 74", entre tantas outras. A parceria conta com cerca de 120 canções, 25 LPs gravados no Brasil e no exterior, e mais de 1.000 shows pelo Brasil, Europa e países latino-americanos, no decorrer de 11 anos.

Em 1971, a parceria Toquinho & Vinícius inaugurou os circuitos universitários, apresentando-se em universidades do Norte ao Sul do país. A dupla foi pioneira na produção de trilhas sonoras para novelas de TV, como "O bem-amado", de Dias Gomes, novela de grande sucesso na década de 1970, produzida pela TV Globo, que gerou um seriado transmitido pela mesma emissora e o LP "O bem-amado", lançado pela Sigla.

Ainda nos anos 1970, compôs, com Gianfrancesco Guarnieri, a trilha sonora dos espetáculos "Castro Alves pede passagem" (1971), "Um grito parado no ar" (1973) e "Botequim" (1974).

Em 1974, lançou o disco "Boca da noite", contendo suas canções "No fim não se perde nada", "Noite longa e a faixa-título, todas com Paulo Vanzolini), "Presença" (c/ Geraldo Vandré), "Aeroporto do Galeão", "Uma rosa em minha mão" (c/ Vinicius de Moraes), "Lembrando Josh White" e "Sem enredo", além de "Asa Branca" (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), "Vamos chamar o vento" e "Na cancela", ambas de Dorival Caymmi, e "Ingênuo" (Pixinguinha e Benedito Lacerda).

Em 1976, gravou na Itália, pela Cetra, um disco de solos de violão: "Toquinho - Il Brasile nella chitarra".

Ainda na década de 1970, gravou pela Philips os LPs "Toquinho tocando" (1977) e "Toquinho cantando" (1978), tendo como parceiros, neste último, Carlinhos Vergueiro e Belchior.

Em 1979, realizou o show "Dez anos de Toquinho e Vinicius", registrado em disco homônimo, em comemoração aos 10 anos de sua parceria com Vinicius de Moraes.

Em 1980, excursionou pelo Brasil, ao lado de Francis Hime e Maria Creuza, realizando mais de 90 apresentações. Ainda nesse ano, apresentou-se em Buenos Aires e em várias cidades da Argentina. Ainda nesse ano, lançou o LP "Um pouco de ilusão", seu último disco com Vinicius de Moraes.

No ano seguinte, atuou, ao lado de Jane Duboc, na temporada de inverno da Itália, em Roma, Milão, Florença e Turim. Ainda nesse ano, participou do Festival de Montreux, seguindo dali para a temporada de verão na França, onde se apresentou no Olympia. Com a mesma cantora, realizou ainda turnê pelo Brasil, com o show "Doce vida", que originou o disco homônimo.

Em 1982, realizou novas apresentações no exterior. Em seguida, compôs com Maurizio Fabrizio, compositor italiano que veio ao Brasil, músicas que fazem parte do LP "Acquarello", lançado em San Remo pela etiqueta Maracanã. Com este trabalho, recebeu um Disco de Ouro, primeiro registro de uma premiação deste tipo conferida no exterior a um artista brasileiro. Ainda em 1982, voltou a se apresentar no Festival de Montreux, juntamente com outros artistas brasileiros.

Lançou, em 1983, o LP "Aquarela". Nesse mesmo ano, participou do "Canta Brasil", espetáculo apresentado no Teatro Sistina, em Roma, com a participação de diversos músicos brasileiros. Gravou, também, o LP "Casa de brinquedos", com músicas dedicadas ao público infantil, a maioria em parceria com o baterista Mutinho.

Ainda na década de 1980, lançou pela Barclay os LPs "Sonho dourado" (1984), "A luz do solo" (1985) e "Coisas do coração" (1986).

Em 1986, foi novamente à Itália, Colômbia, Córsega e Japão, onde fez várias apresentações ao lado do saxofonista japonês Sadao Watanabe. Ainda nesse ano, lançou, pela Philips, o LP "Canção de todas as crianças", em parceria com Elifas Andreato, apresentando 10 músicas que retratam a Declaração Universal dos Direitos da Criança.

Em 1987, fez nova temporada no Japão, onde se apresentou em Osaka, Kobe, Quioto e Tóquio. Lançou também o LP "Vamos juntos", gravado durante os shows no Bravas Club, com participação de Sadao Watanabe. Realizou turnê pela Espanha, apresentando-se em Madri, Barcelona, Aviles, Saragoza, Pamplona e outras cidades. Gravou uma versão de "Aquarela" em espanhol, ao lado da cantora mexicana Guadalupe. Apresentou-se também no Chile, sendo um dos shows transmitido pela Rede Nacional de TV do Chile para toda a América Latina durante o concurso de Miss Chile.

Em 1988, excursionou pelo Brasil , Equador, Venezuela e Chile.

No ano seguinte, apresentou-se a bordo do navio Eugênio C e em diversas capitais do Brasil. No exterior, apresentou-se em Porto Rico, no Japão, onde gravou um especial para a TV japonesa Fuji, e na Europa.

Em 1990, gravou o LP "À sombra de um jatobá" e realizou uma turnê por todo o Brasil e pela Itália.

Em 1991, voltou a excursionar pelo Brasil e Itália, onde lançou o LP "O viajante do sonho", pela BMG-Ariola.

Em 1992, lançou o LP "O viajante do sonho" na Espanha, em toda a América Latina e no Brasil. Foi ainda ao Chile, onde realizou diversos shows

No ano seguinte, produziu pela BMG-Ariola ao lado de Angelo Franchi, diretor da RCA, uma coletânea de sua carreira especialmente para o mercado italiano, em forma de CD e dois cassetes.

Em 1994, além dos shows realizados no Brasil e no exterior, lançou o CD "Toquinho 30 anos de música", pela BMG-Ariola.

No ano seguinte, gravou um vídeo para o mercado japonês com músicas de Bossa Nova, com a participação de Tom Jobim, João Gilberto, Gal Costa e Carlos Lyra, entre outros. Nesse mesmo ano, apresentou-se ao lado de Sadao Watanabe no show "100 anos de amizade Brasil-Japão", no Palace e no Metropolitan. Participou ainda do Umbria Jazz-Festival, em Milão, ao lado de Gilberto Gil. No final de 1995, apresentou o especial "Toquinho, 30 anos de música" (TV Manchete), que contou com a participação de Chico Buarque, Gilberto Gil, Jorge BenJor, Lucio Dalla, Quarteto em Cy e Oswaldinho do Acordeon.

Em 1996, realizou com grande sucesso uma temporada do show "Toquinho, 30 anos de música" no Palladium. Ainda nesse ano, apresentou-se mais uma vez no Chile e ganhou dois prêmios Apetesp de Teatro, nas categorias de Melhor Música Composta e Melhor Trilha Sonora para Teatro Infantil, pela peça "Casa de brinquedos". Também em 1996, fez o show "Brasiliando", que deu origem ao disco homônimo, lançado no ano seguinte e contemplado com um Disco de Ouro.

Em 1997, lançou pela Paradoxx o CD-ROM "Livro de canções interativo" e um CD duplo. Em seguida, iniciou a gravação do CD "Herdeiros do futuro", pela Movieplay, com músicas de sua autoria e Elifas Andreato, baseadas nos 10 direitos universais da criança. Este projeto em versão teatral foi apresentado no Teatro Gazeta (SP), com sucesso de público e crítica. Ainda nesse ano, realizou uma turnê na Itália, promovida pela Iscos-CISL (Instituto de Cooperação Internacional), com renda destinada às crianças de rua de Belém, e a gravação de um vídeo na cidade de Bergamo, para lançamento no mercado europeu, pela Hobby Work. Em junho deste mesmo ano, participou do Projeto Música e Dança na Montanha, em Campos do Jordão, e apresentou-se ao lado das crianças do Projeto Guri, formado pela Orquestra e Coral da Febem, no Sesc Pompéia (SP), durante o Encontro da Cultura Brasileira. Em agosto, retornou à Europa para participar de festivais de música latino-americana. No mês seguinte, realizou um roteiro pelas universidades do Rio, ao lado de Paulinho Nogueira, e participou do Vinho do Porto Festival, com os portugueses Maria João e Mário Laginha, em quatro apresentações no Rio (Canecão), São Paulo (Memorial da América Latina), Porto Alegre (Teatro São Pedro) e Curitiba (Teatro Guaíra). No fim do ano, regravou seu sucesso "Aquarela" para o CD "Terra esperança", promovido pela Oficina de Talentos da Accor Brasil, e participou da inauguração do Sesc Vila Mariana, ao lado da Orquestra Sinfônica Arte Viva e Zimbo Trio.

Em 1998, realizou, ao lado de Paulinho Nogueira, um circuito cultural em universidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, além de nova turnê na Itália. Nesse mesmo ano, recebeu, ao lado de Elifas Andreato, o Prêmio Apetesp na categoria Melhor Trilha Sonora Composta para Peça Infantil, pela "Canção dos direitos da criança". Dirigiu ainda o Projeto "Brasil musical", apresentado na Tom Brasil (SP), em comemoração dos 190 anos do Banco do Brasil.

Em 1999, participou como jurado do Festival de San Remo, ao lado de José Carreras e Ennio Morricone. Gravou em Madri um programa piloto que contou com a presença do violonista Vicente Amigo e de Chico César. Lançou ainda um CD instrumental com o ex-professor Paulinho Nogueira. Em abril desse ano, lançou pela Movieplay o CD " Italiano", réplica de "Brasiliando", que foi Disco de Ouro também na Itália. A faixa "Comme Face Mammeta" foi incluída na trilha sonora da novela "Terra nostra" (Rede Globo). Em junho, gravou cinco CDs com arranjos sinfônicos de sua obra, e, em seguida, gravou ao vivo o CD "Sinal aberto", com Paulinho da Viola. O CD incluiu o samba inédito "Caso encerrado", primeiro composto pela dupla Toquinho e Paulinho da Viola. Ainda em 1999, retornou à Itália para participar, com sua banda, da festa de réveillon, realizando um show na praça pública da cidade de Bari, para mais de 20 mil pessoas.

Logo no início de 2000, apresentou-se no I Festival Internacional da MPB, em Ilhabela, e no Credicard Hall, com o show "Sinal aberto", com o qual percorreu, em seguida, diversas cidades brasileiras. Em abril desse mesmo ano, apresentou-se, ao lado do pianista Arthur Moreira Lima e da Orquestra Sinfônica Arte Viva, no Projeto "Sons do Brasil - Tributo a Villa-Lobos", no Teatro Cultura Artística. Em seguida, realizou, no Garden Hall (RJ), o show "Voz e violão", com participação de Vanda Breder, e iniciou sua temporada no exterior, com uma turnê pela Europa . Ainda em 2000, lançou o primeiro DVD produzido no Brasil, com imagens de sua infância, depoimentos e trechos de seus principais shows, em comemoração aos seus 35 anos de carreira.

Em 2001, lançou seu primeiro DVD, "Toquinho", com imagens de shows ao vivo (algumas cedidas pela emissora italiana RAI) e gravações em estúdio.

Gravou, em 2003, o CD "Só tenho tempo para ser feliz", contendo composições inéditas: "Canção pra Jade", escrita em homenagem à sua filha, e "Amor ateu", ambas com Mutinho, "Caso encerrado", sua primeira parceria com Paulinho da Viola, "Vem viver" (c/ Maurício Mattar) e "Além do portão" (c/ João Carlos Pecci), entre outras, além de "Lindo e triste Brasil", "Distância", uma versão de "La lontananza", tributo a Domenico Modugno, e "Nas asas de um instrumento" (c/ Rainbow e Silvestro), canção que fez parte do Festival de San Remo, em 1993, com letra em italiano, e que ainda não tinha sido gravada em português. Participaram do disco os músicos Dominguinhos (acordeom), Edmilson Capeluli (cavaquinho), Roberto Sion (sax e flauta), Nailor Proveta (clarinete e sax alto), Papete e Luiz Rabello (percussão) e Keko Brandão (piano). O disco, com arranjos assinados por Jether Garotti, foi produzido por Jorge Gambier. Ainda em 2003, apresentou-se no Directv Music Hall (SP) e no Canecão (RJ).

Em 2004, voltou ao Canecão com o show "Só tenho tempo pra ser feliz", acompanhado de Sílvia Goes (piano), Vanda Breder (voz), Ivani Sabino (contrabaixo), Pepa D’Elia (bateria) e Maurício de Souza (flauta e sax), com a participação da violonista e cantora Badi Assad.

Lançou, em 2005, o DVD "Só tenho tempo pra ser feliz", registro do show realizado no ano anterior no Canecão, com direção de André Horta e Pedro Von Krueger.

Com show no Vivo Rio, lançou, em 2009, ao lado do grupo MPB4, o CD e DVD “Toquinho e MPB4 – 40 anos de música”, contendo suas canções “Tarde em Itapoã” (c/ Vinicius de Moraes), “Carta ao Tom” (c/ Vinicius de Moraes e Chico Buarque) e “O ar (O vento)” (c/ Bacalov e Vinicius de Moraes), além de “Das rosas”, “Marina”, “Samba da minha terra” e “Saudade da Bahia”, todas de Dorival Caymmi, “Modinha”e “Se todos fossem iguais a você”, ambas de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, “De frente pro crime” (João Bosco e Aldir Blanc), “Faz parte do meu show” (Cazuza e Renato Ladeira), “Me chama” (Lobão), “Nada por mim” (Herbert Vianna e Paula Toller), “Canto triste” (Edu Lobo e Vinicius de Moraes) e “A casa” (Vinicius de Moraes).

Assinou versões e adaptações das 10 canções de Andrew Lloyd Weber que compõem a trilha do musical “Cats” para a montagem brasileira do espetáculo, com estreia no dia 4 de Março de 2010, no Teatro Abril, em São Paulo. Nesse mesmo ano, foi lançado o livro“História de Canções: Toquinho” (Editora Leya Brasil), de autoria de João Carlos Pecci, irmão do músico, e Wagner Homem, contendo letras de suas canções e textos sobre as circunstâncias em que foram concebidas, fotos e reprodução de capas e repertórios dos discos e material publicado em jornais e revistas.

Em 2012, lançou o CD “Quem viver, verá”, com suas canções “Regra três” e “Romeu e Julieta”, ambas com Vinicius de Moraes, “Meu canto” (c/ Carlinhos Vergueiro), “Obra de arte” (c/ Antonio Skármeta), “Porta do infinito” (c/ Jade Pecci), “Joana” (c/ Francis Hime), “Vento leste” (c/ Dora Vergueiro), “Por que razão?” (c/ Eduardo Gudin), “Bem me quer”, “Quero você”, “Cilada do destino”, “Nada a fazer”, “A vida começa hoje”, “Hino dos namorados da noite” e a faixa-título, além de sua versão “Renascerá a aurora” (“Arriverà I´Aurora”, de Pino Danielle) e ainda “Antonico” (Ismael Silva). O disco contou com a participação especial de Zeca Pagodinho (na faixa “Regra três”) e Ivete Sangalo (na faixa “Quero você”). Nesse mesmo ano, apresentou-se na casa Miranda (RJ).   Em 2016, sua parceria com Vinicius de Moraes foi celebrada a partir do lançamento digital de “O melhor da parceria – Toquinho & Vinicius”. As 30 faixas, originalmente gravadas entre 1970 e 1975 e compiladas do arquivo da já extinta gravadora RGE, relembraram sucessos como “Tarde em Itapoã”, “Regra três”, “Sei lá (a vida tem sempre razão)”, “Chega de saudade”, “Tatamirô”, “Morena flor”, “Aprendiz”, “ Apelo”, “Garota de Ipanema”, entre outras.  Em 2016, voltou a unir-se a Jorge Benjor, revivendo a parceria que, iniciada 45 anos antes, deu origem às músicas “Que maravilha” e “Carolina Carol Bela”, entre outras. O resultado foi a música “Diana Caçadora”, que os músicos pretendem lançar em fonograma, numa gravação em dupla. 

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