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Tiago Prata (Pratinha)

Tiago Pinto Prata
28/10/1987 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

A partir do ano de 2001 começou a atuar profissionalmente como instrumentista, apresentando-se em várias casas de shows e teatros do Rio de Janeiro e Niterói como Teatro João Caetano, Teatro Carlos Gomes, Teatro Rival, Teatro Municipal de Niterói, Teatro SESC Ginástico, Teatro Popular de Niterói, Rio Scenarium, Trapiche Gamboa, Carioca da Gema, Clube dos Democráticos, Sala Cecilia Meirelles, entre outros.
Participou, como músico e compositor, de vários blocos de carnaval do Rio de Janeiro como Escravos da Mauá, Nem Muda Nem Sai de Cima, Simpatia é Quase amor, entre outros.
Em 2003 participou, ao lado dos músicos Jorginho do Pandeiro, Mauro Senise, Diogo Guanabara e Carlinhos Leite, da gravação do CD “Ao Jacob, seus Bandolins”, registro histórico onde consta a última gravação em estúdio realizada pelo mestre Dino Sete Cordas.
Foi um dos fundadores da roda de samba na Rua do Ouvidor, iniciada em 2005, que se tornou regular a cada 15 dias a partir do ano de 2007, dando origem ao grupo “Samba da Ouvidor”. Grupo que tem como diferencial apresentar sambas desconhecidos dos terreiros das escolas de samba, e da Era de Ouro do rádio brasileiro.
A partir do ano de 2006 atuou como violonista, regente e assistente de direção musical, da peça “Sassaricando, e o Rio inventou a Marchinha”, de Sérgio Cabral e Rosa Maria Araújo, com direção geral de Cláudio Botelho, e direção musical de Luis Filipe de Lima. Foi responsável pela produção do show em homenagem aos 70 anos de Wilson Moreira, realizado no Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro.
Em 2007 participou da “Semana do Choro” de Londrina, no Paraná, ao lado da flautista Naomi Kumamoto. Nesse mesmo ano recebeu Moção de Louvor da Câmara Municipal do Rio de Janeiro, por sua contribuição à execução e difusão do Choro.
Ao lado dos artistas Luiz Carlos da Vila, Moacyr Luz, Nilze Carvalho, Pedro Amorim, Paulino Dias, Mestre Trambique e Alisson, realizou duas turnês internacionais no ano de 2008, apresentando-se em um recital especial para a Rainha da Holanda, Beatrix, o presidente Lula e a comitiva brasileira, em Haia, na Holanda. E participando do festival “Cubadisco”, em Havana, capital cubana. Acompanhou os músicos do Samba do Ouvidor em show realizado no Teatro Popular de Niterói, do qual participou como convidada especial a cantora Cristina Buarque.
Integrou o grupo Samba Bom, a partir de 2008, acompanhado dos músicos Pedro Paulo Malta, Luis Filipe de Lima, Alexandre Maionese, Fabio Cazes e Beto Cazes. Com o grupo fez uma temporada de nove meses no Trapiche Gamboa, no Rio de Janeiro.
Em 2009 fez uma temporada com a peça “Sassaricando, e o Rio inventou a Marchinha”, no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo. Ainda em 2008 se apresentou com a Orquestra de Solistas do Rio de Janeiro no recital “Cartola Eterno”, do qual também participaram os solistas Rildo Hora e Carlos Malta. Nesse mesmo ano organizou uma grande homenagem póstuma ao cantor e compositor Luiz Carlos da Vila, realizada na Praça Mauro Duarte, Rio de Janeiro, atuando como arranjador e diretor musical do evento. Acompanhou os artistas Monarco e Marquinhos de Oswaldo Cruz no projeto “Sete em Ponto”, realizado no Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro.
Participou da gravação do CD “A Flor de Velho Engenho”, de Lucio Sanfilippo, do disco do instrumentista mineiro Fausto Reis, do disco do grupo de choro “É do que há” e de várias gravações para escolas de samba e blocos de carnaval.
Em 2010 participou como violonista, regente, cavaquinhista e assistente de direção musical, da peça “É com esse que eu vou”, dos mesmos diretores e produtores de “Sassaricando”. Compôs o samba “Brasil mestiço, das origens raciais brasileiras à cultura popular” (c/ Ricardo Crô), para o Bloco de Enredo “Raízes da Tijuca”, que desfila na Avenida Rio Branco, no Rio de Janeiro.
Em 2011 participou com o grupo Samba Bom de uma série de shows em homenagem ao centenário do compositor Nelson Cavaquinho, realizados em Bibliotecas Públicas Municipais do Rio de Janeiro. Compôs o samba “O que passou e o que virá” (c/ João Costa, Miguel Diniz e Miguel Costa), para o Bloco Escravos da Mauá, que desfila pelas ruas do Centro do Rio de Janeiro.

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