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Tânia Alves

Tânia Alves Rego Alves
1953 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

Iniciou a vida artística como cantora, tendo incursionado, posteriormente, na carreira de atriz, com muito sucesso. Atuou em diversos musicais, entre os quais, "Ópera do malandro", "Viva o cordão encarnado" e "Calabar".

Trabalhou, também, no cinema e na televisão, participando, nos anos 1980, de novelas e vários "Casos especiais" da TV Globo, com destaque para o papel de Maria Bonita, que lhe trouxe notoriedade, no especial "Lampião e Maria Bonita". Em seguida atuou no papel principal do filme "Paraíba mulher macho", alcançando elogios da crítica.

Em 1981, gravou seu o primeiro disco, "Bandeira", com características de musical, ressaltando suas influências latinas. Em 1985, lançou "Amores e boleros 1", seu primeiro disco de boleros. Ainda nos anos 1980, lançou os discos "Dona de mim", "Tânia Alves", "Brasil-Brasil", "Folias tropicais" e "Humanas", nos quais realizou uma mistura de ritmos latinos, afro-brasileiros e das variadas vertentes românticas. Nos anos 1990, lançou mais três discos voltados ao bolero, "Boleros 2", "Amores" e "Boleros 3". Em 1999, lançou pela Abril Music o CD "Coração de bolero".

Em 2000, voltou a atenção para o forró, ritmo regional no qual já havia incursionado e se tornado conhecida. Com produção e arranjos de Robertinho do Recife, destacam-se no disco as composições "Quando bate o coração", de Acciolly Neto, "Êta vida boa", de Elias Muniz, "Xote da internet", de Miltinho Edilberto, "Amor que fica", de Luis Fidélis, que conta com a participação especial do cantor piauiense e grande fenômeno atual do forró, Frank Aguiar. A composição "Beijar é bom", de Armando Alexandre, foi incluída na trilha sonora da novela "Marcas da paixão", da TV Record, na qual Tânia Alves trabalhou como atriz.

Em 2001, fez parte do CD "Pop dez mais" da Abril Music, no qual interpretou a composição "A massa", de Raimundo Sodré. Também no final de 2001, lançou um novo show individual, "Tânia Alves", produzido por Montenegro e Ramon, que estreou no Bar do Tom (zona sul do Rio) e correu várias praças do Brasil.

Em 2002, depois de dez anos afastada do teatro, voltou aos palcos, sob a direção de Bibi Ferreira, na comédia "E daí Isadora". Em 2003, apresentou temporada de show no Teatro Rival BR, em que cantou clássicos da MPB, adaptados para o ritmo de Bolero.

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