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Socorro Lira

Maria do Socorro Pereira
1974 Brejo do Cruz, Paraíba

Dados Artísticos

Em 2001 lançou o primeiro CD solo intitulado "Cantigas", com arranjos e direção musical de Jorge Ribbas, no qual interpretou "Tema d'um brinquedo chamado viver", "Cantata", "Pra minha aldeia", "Lembranças", "Eu e uma saudade",  "Clareou", "Cantiga de história", "Zé Ninguém", "Mañana", "Tem gente que não quer", "Saga de retirante", "Nas estradas do Nordeste", todas de sua autoria e ainda "Meu boi caiu", reisado de domínio público. No ano de 2003, ao lado de outros artistas da região, participou da coletânea "Ciranda, Coco-de-Roda e Outros Cantos (DP), Caiana dos Crioulos - 1º Vol. MMPB", produzida pela Secretaria de Cultura de Cultura da Paraíba. No ano seguinte, em 2004, voltou a participar da coletânea, desta vez intitulada "Pedra de Amolar da obra inédita e em homenagem a Zé Marcolino - 2º Vol. MMPB. No ano de 2007 lançou o CD "Intersecção - A linha e o ponto", disco no qual interpretou de sua autoria "Palavras", "Amália", "Intersecção", "Chegança", "Minha alma serenou", "Do amor escondido", "Entre estrelas", "Rouxinóis", "Tema de cigarra", "Corcunda", "Águas do piranhas", "Todas as presenças" (c/ Haidée Camelo) e "Senhora Santana", de domínio público. Neste mesmo ano lançou outro disco, desta vez o CD "Cantigas de bem-querer", no qual contou com as participações especiais de Vital Farias, Cátia de França, Oliveira de Panelas, Assis Ângelo, Irah Caldeira e cirandeiras de Caiana dos Crioulos. Com produção da própria artista e arranjos de Jorge Ribbas, no disco foram incluídas "Fulô do mandacaru quando abre é pra chover", "Arrebol", "Há de ver que estou contente", "Cantar e sorrir", "O passarinho e eu", "Mestre sabiá", "À moda do umbuzeiro", "Quem duvida que pipa de criança também lança por terra arranha-céu", "Tema de Maria Capôra", "O mar que a vida é é o bem que a gente tem", "Mãe preta" e "Brincadeira de roda", todas somente de sua autoria e ainda "Sorriso de palhaço" (c/ Flávio Petrônio) e "Pássaro caboré", de autoria de Zé Marcolino. Também neste ano lançou o disco "As liras pedem Socorro", trazendo no repertório dez faixas autorais e uma de domínio público: "Martelo de duas pancadas", "Das coisas que o tempo contou", "Memórias d'um guarda-chuva", "Repare", "Ave Maria do mato", "Tirana de arretirar", "Rios que cortam minh'alma", "Coisa boa de oiá", "Um sentimento", "Esse canto" e "Ladainha de São Gonçalo", esta última de domínio público. Ainda em 2007 foi incluída no CD-coletânea "Desencosta da Parede das cirandeiras de Caiana dos Crioulos - 3º Vol. MMPB), da Paraíba. No ano de 2009 lançou o disco "No terreiro da Casa de Mãe Joana", no qual compilou oito composições de CDs anteriores e mais cinco músicas gravadas especialmente para compor o repertório do espetáculo homônimo, o qual remeteu aos brinquedos populares do interior do país. No disco foram incluídas canções próprias, parcerias e temas tradicionais do Nordeste - e do Brasil, como samba-de-roda, coco-de-roda, ijexá, maracatu, boi-de-reis, ciranda, entre outros gêneros da dança e da música do povo brasileiro, destacando-se as faixas "No terreiro da casa de Mãe Joana", "Brincadeira de roda", "Mãe preta", "Corcunda", "Fulô do mandacaru quando abre é pra chuvê",  "Clareou", "Pessoas", "Chegança", todas de sua autoria e ainda "Água doce no mar" (c/ Consuelo de Paula), "Sede de amor", de Carlos Olympio e Antônio Costa. Também incluiu composições populares de domínio público tais como "Meu boi caiu", "Falas", "A lua girou", "Canto de São Gonçalo",  "Sereno de amor", "Ciranda bonita", "Pra minha aldeia" e "Meu boi bonito". Em 2010 participou do CD "Compositoras Volume 1", ao lado de Cristina Saraiva, Etel Frota e Simone Guimarães. No disco foram incluídas de sua autoria "Martelo de duas pancadas", "Arrebol", "Nas voltas da ciranda" (c/ Cristina Saraiva) e "Pessoas". Neste mesmo ano lançou o CD "Lua Bonita - Zé do Norte, 100 Anos", quarto volume do projeto "Memória Musical da Paraíba", volume que homenageou o compositor paraibano Zé do Norte, por ocasião do centenário de nascimento. Neste disco, interpretado e produzido por Socorro Lira, a cantora contou com as participações especiais de Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Sandra Belê, Vanja Orico, Zé Paulo Medeiros. A homenagem ao cantor e compositor Zé do Norte se deu por conta do artista ser mundialmente conhecido por participar do filme "O Cangaceiro", do diretor paulista Lima Barreto, filme premiado no "Festival de Cannes" em 1953, principalmente por sua trilha sonora que incluía composições de Zé do Norte, destacando-se "Sodade, meu bem, sodade", "Meu pião", "Mulher rendeira", "Rainha de Tamba", "Flor do campo", "No Reino de Iemanjá", "São Jorge e a lua", "Sapato de algodão", "Vai ver quem chegou" e "O poeta", além de "Balança a rede" (Zé do Norte e Waldemar Gomes) e a faixa-título "Lua bonita", de Zé do Norte e Zé Martins. Neste mesmo ano de 2010, lançou para o mercado europeu (Portugal e Espanha) o CD "Cores do Atlântico", com composições próprias. No ano de 2012 recebeu, na categoria "Cantora Regional", o "23º Prêmio da Música Brasileira" pelo CD "Lua Bonita - Zé do Norte, 100 Anos", em evento no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Neste mesmo ano lançou o CD "Singelo tratado sobre a delicadeza", no qual recebeu como convidado especial, o cantor João Pinheiro. No disco interpretou de sua autoria as faixas "Delicado", "Da coisa linda", "Pata humana pata", "Casa e janela", "Absorta", "Frágil", "Etéra", "Serenata", "Mundos", "Modinha para uma viola sem conserto", "Nossa música", "O sono de Kalu" e "Remendo de pano feio". No ano de 2013 participou do evento em comemoração ao centenário de Luiz Gonzaga, no Centro Cultural Correios, no Centro do Rio de Janeiro. Intitulado "Rodas Gonzagueanas", apresentou cantando e tocando violão o repertório do compositor, acompanhada por Oswaldinho do Acordeon, ilustrando musicalmente as falas e depoimentos dos palestrantes Assis Ângelo (radialista, apresentador e principal biógrafo de Luiz Gonzaga); Ricardo Cravo Albin e Rildo Hora, este último, além dos depoimentos, tocou realejo nas apresentações musicais da cantora. Neste mesmo ano lançou o CD "O Samba do Rei do Baião", em parceria com Oswaldinho do Acordeon. No ano de 2014 lançou o CD "Amazônia, entre águas e desertos", com arranjos de Jorge Ribbas, projeto gráfico e a capa de Elifas Andreato. No disco interpretou seis composições autorais em parcerias com Joãozinho Gomes, José Eduardo Agualusa e Roberto Adami Tranjan, e ainda outros compositores nas faixas "Porque é da natureza" (Cátia de França e Abel Silva), "Gaia" (Nilson Chaves e Eliakin Rufino), "Tacacá" (Luiz Gonzaga e Lourival Passos), "Uirapuru do caboclinho falador" e "Tambatajá", ambas de Waldemar Henrique, além de compositores como Vital Farias e Oliveira de Panelas. O disco foi lançado em show homônimo na Sala Municipal Baden Powell, no Rio de Janeiro. Durante a carreira apresentou-se em vários países da América Latina, Europa e África. Em 2016, o seu disco de 2010, “Cores do Atlântico”, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira. No ano seguinte, 2017, o DVD “Amazônia Entre Águas e Desertos” também foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira.  Em 2018, apresentou ao lado da cantora Áurea Martins o show “Canção Brasileira” na Casa do Choro no centro da cidade do Rio de Janeiro. Acompanhadas pelo violonista Lucas Porto, interpretaram canções como “Falando de Amor” de Tom Jobim, “Minhas Madrugadas” de Candeia e Paulinho da Viola, “Carinhoso” de Pixinguinha e João de Barro, “Folha no Ar” de Elton Medeiros e Hermínio Bello de Carvalho, além de composições próprias como “Delicado”, “Poema didático” em parceria com o poeta e escritor português Mia Couto, e “Não sou melhor que tu”.  Em 2019 foi homenageada com o CD “Na Lira da Canção – Ana Costa, Dorina e Lu Oliveira”, com músicas somente de sua autoria. A direção musical foi realizada pelo violonista Luiz Flavio Alcofra, com direção artística de Mariana Baltar. 

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