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Sidney da Conceição

Sidney Eduardo da Conceição
10/7/1938 Rio de Janeiro, RJ
2/2/2003 Rio de Janeiro, RJ

Dados Artísticos

No ano de 1958, compôs com Tisiu "Homenagem a Alberto Santos Dumont", samba-enredo com o qual a Estácio de Sá se classificou em 4º  lugar do Grupo 2 no desfile da Praça Onze, no Rio de Janeiro.
Em 1961, compôs para o desfile da escola naquele ano o samba-enredo "Música, poesia e arte" (c/ Tisiu), com o qual a escola se classificou em 8º lugar do Grupo 3.
Em 1968, Martinho da Vila interpretou de sua autoria  "Deixa serenar" (c/ Oldemar Magalhães). No ano seguinte, o compositor Monsueto apresentou-lhe Elza Soares e esta gravou o samba "Água e fogo", de sua autoria em parceria com Wilson da Silva Medeiros e Edison Santos Leite. Neste mesmo ano, compôs o samba-enredo "Gabriela, cravo e canela", em parceria com Geninho. Com esse samba classificou a escola  em sexto lugar do Grupo 1 no desfile daquele ano. Ainda nesse ano, participou do "1º Festival de Música da Favela" com o samba "Construção de barracão", ganhando o primeiro lugar. No ano seguinte, em 1970, compôs com Antonio Nogueira Corvina o samba-enredo "Terra de Caruaru", com o qual a escola se classificou em 7º lugar do Grupo 1.
Em 1971 ingressou no conjunto Os Partideiros do Plá. No ano seguinte, integrando este conjunto, venceu o "1º Festival Nacional do Samba" com a composição "O mundo alegre de João", de sua autoria. Ainda neste ano, o grupo lançou pela Tapecar o LP "Na Cucuruca do samba", no qual gravou "Capoeirão", parceria sua com Noca da Portela.
Em 1974 participou do LP "Quem samba fica", ao lado de Dona Ivone Lara, Casquinha, Wilson Moreira e Flávio Moreira. No disco, produzido por Adelson Alves, interpretou de sua autoria "Construção de barracão" e "Nanaê Nanã Naiana". Neste mesmo ano de 1974 Clara Nunes gravou "Nanaê, Nanã Naiana", de sua autoria. Neste mesmo ano, Elza Soares gravou de sua autoria "Cansada de esperar" (c/ Ciro Vagareza), no disco "Quem é bom já nasce feito", pela Tapecar. Neste mesmo ano, Elza Soares lançou outro LP, "Samba, minha raiz", no qual incluiu outra composição de sua autoria, "Cipriano" (c/ Romeu Nunes). Ainda neste ano, desligou-se definitivamente do conjunto Os Partideiros do Plá e seguiu carreira solo. Por essa época, participou do LP "Roda de samba", disco lançado pela gravadora CID, que reuniu Aparecida, Darcy da Mangueira, Sabrina e Chico Bondade.
Em 1975 Xangô da Mangueira no LP "O velho batuqueiro", pela Tapecar, gravou "No tempo dos mil-réis", composição de autoria de ambos.
No ano de 1977, Leci Brandão, no disco "Coisas do meu pessoal", pela gravadora Polydor, interpretou "Decepção de uma porta-bandeira", de Sidney da Conceição em parceria com Paulo Debétio.
No ano de 1978, no LP "O povo canta", Luiz Ayrão interpretou "Amor dividido", "Violão afinado" e a faixa-título, parcerias de ambos.
Em 1980 Luiz Ayrão, um de seus principais parceiros, gravou "Casados", em parceria com Sidney da Conceição e Augusto César. No ano seguinte, Luiz Ayrão, no disco "Coração criança" contou com a participação especial  das Meninas Cantoras de Petrópolis na faixa-título, composição de Luiz Ayrão e Sidney da Conceição.
Em 1983 Luiz Ayrão, no disco "Quem não tem esperança não tem horizonte", incluiu, entre outras, "Boas palavras" (Luiz Ayrão, Roberto Corrêa e Sidney da Conceição).
No ano de 2002 Marquinho Santanna (ex- Marquinhos Sathã" incluiu no disco "Nosso show" uma composição de sua autoria, "O tempero de Yá-Yá", em parceria com Nei Lopes.
Em 2004 Luiz Ayrão interpretou no disco ao vivo "Os amantes" (Sidney da Conceição, Augusto César e  Lourenço).
Lançado no ano de 2011 pelo Selo Discobertas, do pesquisador Marcelo Fróes, em convênio com o Selo ICCA (Instituto Cultural Cravo Albin), o box "100 Anos de Música popular Brasileira" é integrado por quatro CDs duplos, contendo oito LPs remasterizados. Inicialmente os discos foram lançados no ano de 1975, em coleção produzida pelo crítico musical e radialista Ricardo Cravo Albin a partir de seus programas radiofônicos "MPB 100 AO VIVO", com gravações ao vivo realizadas no auditório da Rádio MEC entre os anos de 1974 e 1975. Elza Soares participou do CD volume 8 interpretando a faixa, de sua autoria, "Maledicência", em parceria com Carlão.
Tem diversas músicas gravadas, dentre elas "Xangô é de Baê", em parceria com João Donato e Rubem Confete, gravada em dueto por Caetano Veloso e João Donato.

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