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Sá & Guarabyra



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Dados Artísticos

O histórico do grupo remonta a 1971, quando Luis Carlos Sá, Zé Rodrix e Guarabyra formaram o trio Sá, Zé Rodrix & Guarabyra, que realizou várias apresentações e lançou os LPs, "Passado, presente, futuro" (1972) e "Terra" (1973).

Em 1973, com o desligamento de Zé Rodrix do trio, Sá e Guarabyra passaram a atuar em dupla.

Contratados pela gravadora Odeon, lançaram os LPs "Nunca" (1973) e Cadernos de viagem" (1975).

Em 1977, a dupla assinou com a gravadora Som Livre e lançou, nesse ano, o bem sucedido LP "Pirão de peixe com pimenta", que apresenta uma leitura do ritmo nordestino por instrumentos elétricos, destacando-se o xote moderno "Sobradinho" (Sá e Guarabyra) e a canção "Espanhola" (Flávio Venturini e Guarabyra), entre outras.

Em 1979, gravou o LP "Quatro", que incluiu "Pássaro" (Sá e Guarabyra), novo título para a canção "Um cantador", vetada pela censura durante o regime militar.

Comemorando 10 anos de carreira, a dupla lançou, em 1983, o disco "10 anos juntos", que marca o fim da fase do rock rural.

No ano seguinte, apresentando um som mais urbano, gravou o LP "Paraíso agora" (1984), seguido por "Harmonia" (1985), seu disco mais popular, que incluiu as canções "Roque Santeiro" (da trilha sonora da novela homônima transmitida pela TV Globo) e "Dona".

Ainda na década de 1980, lançou o LP "Cartas, canções e palavras" (1987).

Seguiram-se os discos "Vamos por aí" (1990) e "Sá & Guarabyra" (1994).

Em 1996, a dupla apresentou-se ao lado de Beto Guedes em show realizado no Canecão (RJ).

No ano seguinte, lançou o CD "Rio-Bahia".

Em 1999, apresentou-se em São Paulo, ao lado da Orquestra Sinfônica de Americana, atuando sob a regência do maestro Carlos Lima, em espetáculo gravado ao vivo e lançado em CD.

Em 2001, os dois artistar voltaram a atuar em trio, com Zé Rodrix. Em 2020 entraram na justiça contestando o uso político da música “Dona” sem autorização. Na ocasião a letra enaltecia a então Ministra da Cultura, Regina Duarte. Em declaração ao jornal O Globo, a dupla esclareceu que seu temor era de que o uso da composição na versão no Ministério da Cultura desse a entender ao público que a dupla apoiaria o então governo do Presidente à época, Jair Bolsonaro, e que este não seria um fato com procedência verdadeira. O departamento jurídico da editora Irmãos Vitale, representante da obra, estudou o caso a pedidos da própria dupla, e a versão foi retirada do ar.  

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